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mês passado
Vamos analisar as alternativas com base no Código de Processo Civil (CPC) brasileiro, especialmente no que trata da impugnação ao cumprimento definitivo de sentença (artigos 525 e seguintes): a) Incorreta. O executado deve apresentar demonstrativo discriminado e atualizado do cálculo para contestar o valor, mesmo em caso de erro grosseiro. Não basta declarar o valor que entende correto. b) Correta. A apresentação da impugnação não impede a prática dos atos executivos, inclusive expropriatórios. O juiz pode, de ofício, atribuir efeito suspensivo à impugnação, desde que garantido o juízo (penhora, caução ou depósito) e se os fundamentos forem relevantes, para evitar dano grave ao executado. c) Incorreta. O executado não pode alegar falta ou nulidade da citação se o processo correu à revelia na fase de conhecimento, pois essa matéria deveria ter sido arguida antes. Além disso, algumas causas modificativas ou extintivas devem ser supervenientes à sentença, mas nem todas as mencionadas são cabíveis na impugnação. d) Incorreta. A multa e honorários são aplicados sobre o valor da diferença quando o depósito é insuficiente, mas os percentuais indicados (10% e 20%) não correspondem exatamente ao que prevê o CPC. e) Incorreta. O exequente pode requerer o prosseguimento da execução mesmo que tenha sido atribuído efeito suspensivo à impugnação, desde que ofereça caução suficiente. Portanto, a alternativa correta é: b) A apresentação de impugnação não impede a prática dos atos executivos, inclusive os de expropriação, podendo o juiz, de ofício, e desde que garantido o juízo com penhora, caução ou depósito suficientes, atribuir-lhe efeito suspensivo, se seus fundamentos forem relevantes e se o prosseguimento da execução for manifestamente suscetível de causar ao executado grave dano de difícil ou incerta reparação.
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