Os aspectos éticos e sociais em Interação Humano-Computador ganharam relevância crítica com a onipresença da tecnologia. O design não é neutro; ele carrega valores e pode promover a inclusão ou a exclusão. A acessibilidade, por exemplo, é um imperativo ético que garante que pessoas com diferentes capacidades possam exercer sua cidadania digital. Da mesma forma, a privacidade e a proteção de dados tornaram-se preocupações sociais centrais, exigindo que designers considerem a transparência e o consentimento como pilares do desenvolvimento. Ignorar esses fatores pode resultar em sistemas que perpetuam preconceitos ou violam direitos fundamentais dos usuários. Fonte: SOBRAL, W. S. Design de interfaces: introdução. Rio de Janeiro: Érica, 2019. Sobre as responsabilidades éticas do designer de IHC, analise as afirmativas a seguir: I. O design de interfaces deve ser pautado pela neutralidade tecnológica absoluta sem valores sociais. II. A acessibilidade é um requisito opcional que deve ser aplicado apenas quando o orçamento permitir. III. A privacidade deve ser incorporada por padrão em todas as etapas do ciclo de desenvolvimento de IHC. IV. A promoção da inclusão digital através do design contribui para a redução