A longevidade no Brasil é atravessada por disparidades de gênero e raça. O estudo aponta que as mudanças fisiológicas e sociais no envelhecimento ocorrem para todos, mas existe um predomínio de mulheres entre os idosos, especialmente nos longevos. Além disso, o processo de envelhecimento está estritamente ligado a questões raciais, em que indicadores sociais e condições de vida diferem significativamente entre brancos, pretos e pardos devido a iniquidades históricas.
Fonte: RIBEIRO, E. C. de S. A. et al. Fatores sociodemográficos associados à não longevidade e longevidade em idosos no Brasil. Estudos Interdisciplinares sobre o Envelhecimento, Porto Alegre, v. 29, p. 1-15, 2024.
De acordo com os resultados da regressão logística apresentados no estudo, qual grupo racial apresentou maior chance de ser classificado como "não longevo" (60 a 79 anos) em comparação aos idosos brancos?
Alternativas
Alternativa 1:
Indivíduos amarelos.
Alternativa 2:
Indivíduos indígenas.
Alternativa 3:
Indivíduos de raça/cor preta e parda.
Alternativa 4:
Indivíduos que não declararam cor.
Alternativa 5:
Apenas indivíduos de raça/cor branca.
Ed
há 3 meses
Analisando o enunciado, o estudo destaca que o processo de envelhecimento no Brasil apresenta disparidades raciais, com diferenças significativas entre brancos, pretos e pardos devido a iniquidades históricas. A pergunta é sobre qual grupo racial tem maior chance de ser classificado como "não longevo" (60 a 79 anos) em comparação aos idosos brancos. Considerando que o texto enfatiza que as condições de vida e indicadores sociais são piores para pretos e pardos, é esperado que esses grupos tenham maior chance de não alcançar a longevidade. Portanto, a alternativa correta é: Alternativa 3: Indivíduos de raça/cor preta e parda.
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