O fator de atrito e a rugosidade da superfície interna são determinantes para calcular as perdas de carga em tubulações. O uso de gráficos, como o diagrama de Moody, permite estimar o valor do fator de atrito a partir do número de Reynolds e da rugosidade relativa. Em escoamentos turbulentos, esse fator varia de forma não linear com essas variáveis. Correlações empíricas, como a equação de Colebrook e a de Haaland, também são amplamente utilizadas para estimativas quando não se dispõe do diagrama. O conhecimento e a aplicação correta desses conceitos são essenciais para otimizar o desempenho de sistemas hidráulicos. Com base nas informações acima, analise as afirmativas a seguir. I. A equação de Colebrook-White é uma fórmula explícita para o cálculo do fator de atrito em regime turbulento. II. A equação de Blasius é válida para escoamento turbulento em conduto liso com número de Reynolds menor que 105. III. Em regime turbulento, o fator de atrito pode ser obtido diretamente pela relação f = 64/Re. IV. O diagrama de Moody permite a determinação do fator de atrito considerando simultaneamente o número de Reynolds e a rugosidade relativa. V. A equação de Haaland permite estimar o fator de atrito em condutos rugosos sem a necessidade de resolver equações iterativas. Considerando o contexto apresentado, é correto APENAS o que se afirma em: I, III, IV e V. I e III. I, II e IV. II, IV e V. III e IV.