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No século XIX, o filósofo Hegel, ao examinar a natureza humana e sua dimensão ético-moral, analisa o conteúdo universal da moral e a questão do dever atento à realidade histórica. Tendo criticado as posições de Kant e Rousseau, elaborou um entendimento distinto. Na visão hegeliana vida ética é:
Na visão hegeliana vida ética é:
O acordo e a harmonia entre as virtudes/valores humanos e a prudência no agir.
O acordo entre liberdade, poder volitivo e valores morais.
O acordo e a harmonia entre a vontade subjetiva individual e a vontade objetiva cultural.
O acordo entre a vontade e o dever de cada cidadão nas ações sociais.
O acordo entre os valores morais como princípios e os costumes de uma sociedade.
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Desenvolvendo com Questões

há 7 horas

Respostas

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há 7 horas

Na visão hegeliana, a vida ética é: O acordo e a harmonia entre a vontade subjetiva individual e a vontade objetiva cultural. Hegel entende que a ética não é apenas uma questão de dever individual (como em Kant) ou de contrato social (como em Rousseau), mas sim a integração da vontade individual com as normas, valores e instituições da sociedade, formando uma unidade ética concreta.

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Friedrich Nietzsche critica a tradição da religião judaico-cristã e os pensamentos de Sócrates e Platão por terem desenvolvido uma razão e uma moral que subjugaram as forças instintivas e vitais do ser humano, a ponto de domesticar a vontade de potência do homem e de transformá-lo em um ser fraco e doentio.
Está correto apenas o que se afirma em:
I. Ao criticar a moral tradicional racionalista, considerada hipócrita e decadente, Nietzsche propõe uma moral não repressiva, que permita o livre curso dos instintos, de modo que o homem forte possa, ao mesmo tempo, acompanhar e superar o movimento contraditório e antagônico da vida.
II. Para Nietzsche, o super-homem deveria ter a missão de criar uma raça capaz de dominar a humanidade, sendo, por isso, necessário aniquilar os mais fracos.
III. Nietzsche identifica dois grandes tipos de moral: a moral aristocrática de senhores e a moral plebeia de escravos. A moral de escravos é caracterizada pelo ressentimento, pela inveja e pelo sentimento de vingança; é uma moral que nega os valores vitais e nutre a impotência.
IV. Os valores que constituem a moral aristocrática de senhores são, para Nietzsche, eternos e invioláveis. Devem orientar a humanidade com uma força dogmática, de modo que o homem não se perca.
III
I e III.
II e IV.
III e IV.
I, II e III.

“Se Deus não existisse, tudo seria permitido”. Eis o ponto de partida do existencialismo. De fato, tudo é permitido se Deus não existe, e, por conseguinte, o homem está desamparado porque não encontra nele próprio nem fora dele nada a que se agarrar. (...) Com efeito, se a existência precede a essência, nada poderá jamais ser explicado por referência a uma natureza humana dada ou definitiva; ou seja, não existe determinismo, o homem é livre, o homem é liberdade. Por outro lado, se Deus não existe, não encontramos, já prontos, valores ou ordens que possam legitimar a nossa conduta. Assim, não teremos nem atrás de nós, nem na nossa frente, no reino luminoso dos valores, nenhuma justificativa e nenhuma desculpa. Estamos sós, sem desculpas. É o que posso expressar dizendo que o homem está condenado a ser livre.” (SARTRE, J. P. O existencialismo é um humanismo. Tradução de Rita Correia Guedes. São Paulo: Nova Cultural, 1987, p. 9.)
Com base no trecho, avalie as seguintes afirmacoes:
I. O existencialismo é uma filosofia teológica que procura a razão de ser no mundo a partir da moral estabelecida.
II. A afirmação “o homem está condenado a ser livre” é uma contradição, pois não há liberdade quando há a obrigação de ser livre.
III. O existencialismo fundamenta a liberdade independentemente dos valores e das leis da sociedade.
IV. Ser livre significa, rigorosamente, ser, pois não há nada que determine o ser humano, a não ser ele mesmo.
V. A existência de Deus é necessária, pois, sem ele, o homem deixaria de ser livre.
I, III e V.
II
III e IV.
II e III.
I, II, IV e V.

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