Segue as respostas do questionário: 1. Avaliar a segurança da cena, identificar riscos (equipamento danificado, fios, objetos perigosos), garantir a própria segurança e a da vítima antes de iniciar o atendimento. 2. Frequência cardíaca, frequência respiratória, pressão arterial e nível de consciência. Esses sinais ajudam a identificar a gravidade da situação e orientar a conduta. 3. Pode indicar esforço excessivo, ansiedade, problemas respiratórios ou cardiovasculares. O monitoramento permite detectar agravamentos precocemente. 4. Avaliar consciência, vias aéreas, respiração e circulação (ABC), verificando se a vítima responde e apresenta sinais vitais. 5. Acionar o SAMU (192), iniciar RCP imediatamente e utilizar o DEA, se disponível, seguindo suas orientações. 6. O DEA analisa o ritmo cardíaco e aplica choque quando necessário, aumentando significativamente as chances de sobrevivência na parada cardiorrespiratória. 7. Dor no peito irradiando para braço esquerdo, suor excessivo, falta de ar e mal-estar sugerem infarto. Deve-se interromper a atividade, manter a vítima em repouso e acionar o SAMU. 8. Pode ser um AVC. O atendimento rápido é fundamental para reduzir sequelas e aumentar as chances de recuperação.