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mês passado
O trabalho clínico e multidisciplinar sobre questões femininas não deve se pautar apenas no Manual de Diagnóstico e Estatística (DSM-V) da APA, mas também deve considerar: 1. As vivências históricas das mulheres, que sofreram com o patriarcado e estruturas sociais opressoras. 2. Fatores culturais e sociais que influenciam a educação, muitas vezes desestimulando a expressão da sexualidade feminina, gerando vergonha e desconhecimento. 3. As relações de poder presentes na sociedade, que impactam a saúde e a sexualidade das mulheres. 4. Aspectos biológicos e psicológicos que podem ser observados no próprio corpo feminino, sem reduzir a análise apenas a critérios diagnósticos rígidos. Assim, o atendimento deve ser integral, sensível às especificidades culturais, sociais e históricas das mulheres, promovendo uma abordagem mais humana e contextualizada.
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