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Pesquisa Quantitativa

Biológicas / Saúde
Em uma liga acadêmica de Biomedicina que atua junto a uma secretaria municipal de saúde, um grupo de estudantes é convidado a elaborar um material para formação de novos servidores sobre “o que muda quando a saúde passa a ser tratada como direito”. Para isso, a equipe recebe um caso-problema: uma família residente em um município de médio porte relata que, por anos, o acesso aos serviços dependia de comprovação de vínculo formal de trabalho ou de pagamentos diretos; quem não possuía registro em carteira enfrentava barreiras, longas distâncias e custos inviáveis para exames e atendimentos. Com o passar do tempo, no entanto, o município passou a ofertar vacinação, consultas e atendimentos hospitalares sem exigência de contribuição, e criou rotinas de planejamento para reduzir riscos de adoecimento por meio de ações que envolvem saneamento, educação em saúde e organização territorial. Durante uma reunião, um gestor afirma que a mudança não ocorreu apenas por “boa vontade” administrativa, mas por um novo fundamento jurídico que passou a impor obrigações ao Estado: não se trata de caridade, nem de política de governo opcional, mas de um dever que exige ações estruturadas para reduzir riscos, ampliar acesso e organizar serviços. Um estudante questiona como explicar essa obrigação sem “entregar” termos técnicos ao público leigo. Outro propõe focar no conteúdo essencial: a saúde deixa de ser favor condicionado a emprego e passa a ser garantida mediante políticas sociais e econômicas, com acesso universal e igualitário às ações e serviços em diferentes dimensões do cuidado. No debate, surge ainda uma dúvida frequente: se parte do atendimento é prestada por instituições privadas conveniadas, isso retiraria do poder público a responsabilidade final? A equipe discute que, mesmo quando a execução ocorre por terceiros, há um regime de relevância pública que exige diretrizes e fiscalização estatal. O grupo precisa, então, selecionar a alternativa que melhor traduz, em linguagem conceitual precisa, o núcleo do marco jurídico que sustenta esse dever e reorganiza a lógica de acesso, sem depender de vínculo contributivo. Assinale a alternativa correta. A A saúde é benefício vinculado à contribuição laboral e à capacidade de pagamento. B A saúde é dever familiar, cabendo ao Estado apenas assistência residual. C A saúde é prerrogativa de mercado, regulada principalmente pela livre concorrência. D A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido por políticas que reduzam riscos e ampliem acesso.
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Dimmy neutron

há 3 dias

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