O município não abriu vaga suficiente no cargo de médico no município de Glória de Dourados no N. º 021/202 Todo ano o município previsa de 4 vagas no cargo de médico. Por que não abriu vaga suficiente. É falta de gestão. É uma fraude ao artigo 37. A prefeitura preferiu o temporário é mais barato, é muito mais manipulável e é moeda de troca de favor político. Médico municipal aprovado em concurso público não deve assistir temporário ocupando cargo de médico efetivo. Concurso público é regra, contratação temporária é exceção. O município de Glória de Dourados a lógica está abusivamente invertida. De um lado médicos aprovados esperando convocação. Do outro, contratos temporários sendo renovados, ESF e UBS funcionando de forma precária nos regimes de contratos e a necessidade do serviço público claramente escancarada e existente. Se existe ESF e UBS, existe necessidade de lotação de vaga e de médico vinculado ao programa trabalhando. Por que os médicos aprovados continuam esperando? Não é favor. Não é indicação. Não é pedido político. Quem estudou, pagou inscrição, fez prova, foi aprovado e aguarda dentro da legalidade quer respeito a Constituição. A contratação temporária existe para situações excepcionais, assim como o Programa Mais Médico. Não pode virar rotina para substituir concurso público. Em Glória de Dourados, os médicos concursados viraram enfeites a ponto de ser cedido em outras instituições sem necessidade de excepcionalidade, mas abusivamente perseguido.