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Em um laboratório de diagnóstico molecular, O biomédico realiza a análise dos resultados de um ensaio de PCR multiplex em tempo real (qPCR) focado na detecção de patógenos causadores de meningite aguda a partir de amostras de líquido cefalorraquidiano (LCR). 0 protocolo prevê a adição de um controle interno exógeno antes da extração, utilizado para monitorar O processamento da amostra e detectar possível inibição da amplificação. Ao analisar as curvas de amplificação Pesquisar por imag se depara com a seguinte situação: Paciente 1: Ausência de amplificação para todos os patógenos alvo; ausência de amplificação do controle interno. Paciente 2: Amplificação positiva e robusta para Neisseria meningitidis (Ct = 22); ausência de amplificação do controle interno. Considerando a situação apresentada e os princípios da biologia molecular, assinale a alternativa que apresenta a conduta mais adequada para a emissão dos laudos. A) Rejeitar ambas as amostras e solicitar recoletas imediatas de LCR, visto que a ausência de amplificação do controle interno invalida universalmente a corrida, atestando falha crítica e generalizada nos reagentes enzimáticos da placa. B) Liberar O resultado do Paciente 1 como "Negativo" e do paciente 2 como "Positivo", uma vez que O controle interno é um marcador acessório que pode ser omitido quando os primers específicos já estão padronizados para 0 equipamento. C) Reprocessar a amostra do paciente 1, cujo resultado é inválido; no paciente 2, conforme os critérios validados do ensaio, liberar N. meningitidis como detectada, manter inválidos os demais alvos não detectados e repetir 0 teste para completar a investigação. D) Reter os resultados de ambos os pacientes e liberar um laudo de "Amostra degradada", justificando que a presença de hemácias no LCR destruiu irreversivelmente a DNA polimerase, 0 que impede qualquer análise posterior mesmo com novas extrações. E) Validar a amostra do paciente 1 como "Indeterminada" e invalidar O resultado do paciente 2, pois a amplificação exclusiva do patógeno sem 0 controle interno comprova a ocorrência de contaminação cruzada in vitro com controle positivo sintético.
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Ale rodrigues

há 2 semanas

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