O quadro real dos sistemas, que balizam, avaliam e direcionam formalmente o avanço da juventude escolar na base e ensino nas escolas num contexto diário de sala nacional na contemporaneidade no país e das classes trabalhadoras, consolida e privilegia as notas massivas segmentadas individuais que classificam, sem articular o processo analítico conjunto criativo integrado colaborativo de modo holístico nas redes em disciplinas isoladas para fins de exame das métricas e das abordagens conteudistas atitudinais. Como consequência na matriz de fundo sistêmica, o desafio imposto e as fortes barreiras e angústias no campo e no horizonte de projetos e de trabalhos com adoção metodológica dialógica das inovações na estrutura orgânica do conhecimento requerem na essência o rompimento atitudinal e da mentalidade e das formas exatas na docência e suas premissas formativas da rede burocrata clássica. Com o olhar embasado nesse diagnóstico da crise estrutural e nas atitudes da formatação da equipe interdisciplinar exposta na literatura em questão, analise detidamente os focos das asserções e implicações expostas a seguir:
I. Na base escolar do sistema hegemônico metodológico letivo das turmas regulares, ocorre no plano institucional atitudinal uma grande resistência de avanço à adoção interdisciplinar visto e impulsionado de perto que na matriz a avaliação das propostas burocratizadas e notas rotineiras da grade letiva nos registros penalizam historicamente projetos contínuos, estigmatizando o jovem e ranqueando a mente com uso de base monodisciplinar de foco exclusivo no teste técnico do acervo individualizado de memórias isoladas estanques nos cadernos e boletins frios quantitativos.
PORQUE
II. No paradigma complexo que reflete os impasses, as bases da patologia investigativa de Edgar Morin ditam nas entrelinhas de sua matriz de análise que o ensino nas salas deve sempre pautar obrigatoriamente pelas amarras restritivas estritas em segregar e reduzir excessivamente os laços, alienar precocemente as pontes no currículo oficial da mente escolar base do país, objetivando separar o jovem cívico formador para forçar atitudes mnemônicas desprovidas do contexto e das realidades globais das esferas para o isolamento autista do método didático das aulas em rotina inerte letiva na base em classe.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
Questão 5
Resposta
a.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.
b.
As asserções I e II são proposições verdadeiras e a II é uma justificativa correta da I.
c.
A asserção I é uma proposição falsa e a II é uma proposição verdadeira.
d.
A asserção I é uma proposição verdadeira e a II é uma proposição falsa.
e.
As asserções I e II são proposições falsas.
Ed
há 3 dias
Vamos analisar as asserções: I. Afirma que no sistema escolar hegemônico há resistência institucional à adoção da interdisciplinaridade, com avaliações burocráticas e notas que penalizam projetos contínuos, estigmatizando o jovem e focando em memórias isoladas e quantitativas. Essa descrição está alinhada com críticas comuns ao sistema tradicional de ensino. Portanto, a asserção I é verdadeira. II. Afirma que, segundo o paradigma complexo de Edgar Morin, o ensino é pautado por amarras restritivas que segregam e reduzem os laços, alienando o currículo e promovendo um método didático isolado e inerte. Essa interpretação está de acordo com a crítica de Morin à fragmentação do conhecimento e à necessidade de um ensino mais integrado. Portanto, a asserção II também é verdadeira. Agora, a questão é se a asserção II justifica a I. A asserção II explica as causas estruturais e filosóficas que levam à situação descrita na I, ou seja, a resistência à interdisciplinaridade e o ensino fragmentado. Portanto, a II é justificativa correta da I. Resposta correta: b) As asserções I e II são proposições verdadeiras e a II é uma justificativa correta da I.
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