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Alguns instrumentos do Estatuto da Cidade são importantes no processo de seleção e aplicação, pelos pequenos Municípios, na elaboração dos Planos Diretores para Municípios de pequeno porte. São eles: a) zonas especiais de interesse social (ZEIS); b) parcelamento, edificação ou utilização compulsórios (PEUC); c) transferência do direito de construir; d) outorga onerosa do direito de construir (OODC) e de alteração de uso (ONALT); e) direito de preempção.
Afinal, o que é a Outorga Onerosa do Direito de Construir (OODC)?
Também é conhecida como solo criado. A aplicação ocorre quando o Plano Diretor estabelece as áreas nas quais o direito de construir poderá ser exercido acima do coeficiente de aproveitamento básico adotado (único ou diferenciado para áreas específicas dentro da zona urbana), mediante contrapartida a ser prestada pelo beneficiário.
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há 2 horas

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há 2 horas

A Outorga Onerosa do Direito de Construir (OODC) é um instrumento previsto no Estatuto da Cidade que permite ao município autorizar a construção acima do coeficiente de aproveitamento básico estabelecido no Plano Diretor, mediante o pagamento de uma contrapartida pelo beneficiário. É conhecida como "solo criado" porque cria um direito adicional de construir que não existia antes, gerando receita para o município e controlando o uso do solo urbano. Portanto, a OODC é a possibilidade de o município conceder, mediante pagamento, o direito de construir além dos limites básicos previstos, conforme definido no Plano Diretor. Resposta direta: A Outorga Onerosa do Direito de Construir é a autorização para construir acima do coeficiente básico de aproveitamento, mediante contrapartida financeira ao município.

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Brasília, capital aérea e rodoviária; cidade-parque. Sonho arquissecular do patriarca José Bonifácio, que já propunha a transferência da capital para Goiás nos idos de 1823. Dito isto, vejamos como nasceu, se definiu e resolveu a presente solução. Memória Descritiva do autor: 1) Nasceu do gesto primário de quem assinala um lugar ou dele toma posse: dois eixos cruzando-se em ângulo reto, ou seja, o próprio sinal da cruz. 2) Procurou-se depois a adaptação à topografia local, ao escoamento natural das águas, à melhor orientação, arqueando-se um dos eixos a fim de contê-lo no triângulo equilátero que define a área urbanizada. 3) E houve o propósito de aplicar os princípios francos da técnica rodoviária — inclusive a eliminação dos cruzamentos — à técnica urbanística, conferindo-se ao eixo arqueado correspondente às vias naturais de acesso a função circulatória tronco, com pistas centrais de velocidade e pistas laterais para o tráfego local, e dispondo-se ao longo desse eixo o grosso dos setores residenciais. 4) Como decorrência dessa concentração residencial, os centros cívico e administrativo, o setor cultural, o centro de diversões e centro esportivo, o setor administrativo municipal, os quartéis, as zonas destinadas à armazenagem, ao abastecimento e às pequenas indústrias locais, e por fim, a estação ferroviária, foram-se naturalmente ordenando e dispondo ao longo do eixo transversal que passou assim a ser o eixo monumental do sistema. Lateralmente à interseção dos dois eixos, mas participando funcionalmente e em termos de composição urbanística do eixo monumental, localizaram-se o setor bancário e comercial, o setor dos escritórios de empresas e profissões liberais e ainda os amplos setores de varejo comercial. 5) O cruzamento desse eixo monumental, de cota inferior, com o eixo rodoviário-residencial impôs a criação de uma grande plataforma liberta do tráfego que não se destine ao estacionamento ali, remanso onde se concentrou logicamente o centro de diversões da cidade, com os cinemas, os teatros, os restaurantes, etc.
Quem é o autor desta cidade planejada, capital do Brasil?
Lúcio Costa.

Vulnerabilidade hídrica em cidades. Em 1992, a Organização das Nações Unidas (ONU) lançou o documento “Declaração Universal dos Direitos da Água” (IFRAH, 1992), que declara, entre outros, que: “A água não deve ser desperdiçada nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis”. Desenvolvia-se a consciência de que a água não é um recurso inesgotável. A utilização de água de fontes alternativas à água potável das concessionárias para atendimento a demandas menos restritivas contribui para a redução do consumo de água potável e permite que as águas de melhor qualidade sejam dirigidas aos usos mais nobres. Entre as possibilidades de utilização de água de fontes alternativas à água potável das concessionárias estão o aproveitamento de águas pluviais, os poços artesianos e o reúso de águas cinzas.
Analise as palavras que estão entre parênteses nas frases 1 e 2. Você deve escolher apenas uma palavra para cada frase. Escolha a alternativa correta: 1. No uso racional da água, a gestão enfoca a ( redução?) ou ( aumento?) da quantidade de água, monitorando a variação dos indicadores de consumo e agindo no sistema predial para que esses indicadores se mantenham em níveis adequados 2. Na conservação de água, além da gestão se preocupar com a quantidade de água consumida, deve, obrigatoriamente, monitorar permanentemente a variação dos parâmetros de (qualidade ?) ou (quantidade?) da água fornecida por fontes alternativas e impedir a possibilidade de contaminação do sistema potável do edifício – gestão da oferta com foco na quantidade e na qualidade da água.
1. redução, 2. qualidade.

Relacione os termos apresentados pela LPUOS, Lei de Parcelamento, Uso e Ocupação do Solo, mais conhecida como a Lei de Zoneamento, às suas respectivas definições:
Assinale a associação correta.
I) Parcelamento do solo. 1. É a divisão de uma área para a formação de novas áreas destinadas à edificação, com ou sem abertura de vias.
II) Loteamento. 2. É a divisão de glebas em lotes destinados à edificação, com aberturas de novas vias de circulação, de logradouros públicos ou prolongamento, modificação ou ampliação das vias já existentes. Da área total do Loteamento serão destinados no mínimo 15% de áreas verdes, 5% de áreas institucionais e 20% de sistema viário. Quando o espaço destinado às vias de circulação não atingir o índice mínimo estabelecido, a área necessária será adicionada às áreas verdes.
III) Gleba. 3. É a área de terreno que não foi objeto de Loteamento ou Desmembramento aprovado, registrado.
IV) Desmembramento de gleba. 4. É a divisão de glebas em lotes destinados à edificação, com aproveitamento do sistema viário existente, desde que não implique na abertura de novas vias e logradouros públicos, nem no prolongamento, modificação ou ampliação dos já existentes.
V) Desdobro de lotes. 5. É a divisão de terreno oriundo de parcelamento aprovado, regularizado, inscrito no competente Cartório de Registro de Imóveis, com frente para rua oficial já existente, não implicando na abertura de novas vias e nem no prolongamento das vias já existentes.
I-1, II-2, III-3, IV-4, V-5

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