A maior rede de estudos do Brasil

Existem várias espécies diplóides do gênero Brassica que diferem no número básico de cromossomos

Existem várias espécies diplóides do gênero Brassica que diferem no número básico de cromossomos, como, por
exemplo, B. nigra (mostarda preta) x = 8, B. oleracea (repolho) x = 9 e B. campestris (nabo) x = 10. Vários
anfidiplóides podem ser obtidos a partir destas espécies diplóides.
a) Qual o número de cromossomos em uma célula somática das espécies diplóides mencionadas?
b) Qual o número de cromossomos nas células somáticas do híbrido F1 proveniente do cruzamento entre B. oleracea
X B. campestris?
c) Ao se proceder uma análise citológica das meioses ocorrendo nas anteras desse híbrido, o que será observado:
univalentes, bilvalentes, trivalentes ou tetravalentes? Por quê?
d) Essas plantas F1 serão férteis ou estéreis? Se as plantas F1 forem tratadas com colchicina durante um ciclo celular,
quantos cromossomos são esperados nas células somáticas?
e) O alopoliplóide obtido será fértil ou estéril? Por quê?

2 resposta(s) - Contém resposta de Especialista

User badge image

RD Resoluções Verified user icon

Há mais de um mês

Porque a adição do quepe 5' e a poliadenilação (adição de cauda poli-A, com cerca de 200 adeninas) servem para proteger o mRNA de fosfatases e nucleases, caso esses prrocessos não existissem, o mRNA poderia chegar ao ribossomo já danificado por essas estruturas.


Durante o processo de transcrição , a informação codificada dentro da sequência de DNA de um ou mais genes é transcrita em uma fita de RNA, também chamada de transcrito de RNA . A molula de ARN de cadeia simples resultante, composta por ribonucleidos contendo as bases adenina (A), citosina (C), guanina (G) e uracilo (U), actua como uma cia molecular mel da sequcia de ADN original. A transcrição em procariontes e em eucariotos requer que a dupla hélice do DNA se desenrole parcialmente na região da síntese de RNA.


A região desenrolada é chamada de bolha de transcrição . A transcrição de um gene em particular sempre procede de uma das duas cadeias de DNA que atua como modelo, a chamada cadeia anti - sentido. O produto de RNA é complementar ao molde da fita de DNA e é quase idêntico à fita de DNA não modelada, ou a fita sensora . A única diferença é que no RNA, todos os nucleotídeos T são substituídos por nucleotídeos U; durante a síntese de RNA, U é incorporado quando há um A na cadeia antisense complementar.


O slicing é um processo que permite que os introns e exons sejam separados, fazendo com que os introns (ou intrometidos, como gosto de chama-los, pois eles não servem para codificar proteínas) sejam separados e os exons sejam unidos de forma a formar uma fita capaz de produzir uma proteína, o mRNA.

Porque a adição do quepe 5' e a poliadenilação (adição de cauda poli-A, com cerca de 200 adeninas) servem para proteger o mRNA de fosfatases e nucleases, caso esses prrocessos não existissem, o mRNA poderia chegar ao ribossomo já danificado por essas estruturas.


Durante o processo de transcrição , a informação codificada dentro da sequência de DNA de um ou mais genes é transcrita em uma fita de RNA, também chamada de transcrito de RNA . A molula de ARN de cadeia simples resultante, composta por ribonucleidos contendo as bases adenina (A), citosina (C), guanina (G) e uracilo (U), actua como uma cia molecular mel da sequcia de ADN original. A transcrição em procariontes e em eucariotos requer que a dupla hélice do DNA se desenrole parcialmente na região da síntese de RNA.


A região desenrolada é chamada de bolha de transcrição . A transcrição de um gene em particular sempre procede de uma das duas cadeias de DNA que atua como modelo, a chamada cadeia anti - sentido. O produto de RNA é complementar ao molde da fita de DNA e é quase idêntico à fita de DNA não modelada, ou a fita sensora . A única diferença é que no RNA, todos os nucleotídeos T são substituídos por nucleotídeos U; durante a síntese de RNA, U é incorporado quando há um A na cadeia antisense complementar.


O slicing é um processo que permite que os introns e exons sejam separados, fazendo com que os introns (ou intrometidos, como gosto de chama-los, pois eles não servem para codificar proteínas) sejam separados e os exons sejam unidos de forma a formar uma fita capaz de produzir uma proteína, o mRNA.

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos especialistas