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quais as raças de muares indicaveis para tração?

Zootecnia I

Agricola Lontrense E M C Ef


3 resposta(s)

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Thais

Há mais de um mês

De pequeno e médio porte, com boa musculatura, aprumos regulares e orelhas grandes, os muares são produto do cruzamento de jumentos e éguas ou de cavalos e jumentas, o que origina burros e mulas (os famosos muares). Caso o acasalamento seja feito de um jumento com uma égua, o resultado será a mula ou o burro. Caso a jumenta seja coberta por um cavalo, o resultado será chamado de bardoto.

Os híbridos originários desse cruzamento são totalmente estéreis. Eles possuem o corpo pequeno e leve. Por isso, caso o desejo do criador seja obter um muar maior, mais pesado e que aguente melhor as condições de trabalho de tração, aconselha-se a utilização de éguas puras ou mestiças das raças de tração pesada para o cruzamento.

Sabe-se que muitas vezes a utilização de animais na lida no campo é insubstituível, já que em algumas áreas os veículos motorizados não podem chegar. Quando comparados aos cavalos, os muares apresentam uma maior força física, facilitando a lida no campo. Muitos produtores não têm recurso suficiente para a compra de caminhões e tratores, por exemplo. Assim, a utilização desses animais é de grande valia.

Além da força física, os muares possuem um maior período de vida e são muito menos exigentes quanto à alimentação fornecida se comparados aos cavalos. Eles também possuem a característica de serem muito cuidadosos, o que no campo traz muitos benefícios, pois eles sabem evitar os perigos por onde passam. Ainda quanto ao trato, os muares têm em média um custo 50% inferior ao trato de cavalos, sem contar que para cada hectare de pasto pode-se colocar um muar. Caso seja fornecida ração, pode-se colocar dois.

A identificação da idade dos muares também é feita pela arcada dentária e dos próprios dentes. No entanto, existem alguns indícios que permitem aos conhecedores de muares predizer se são animais novos, de meia idade ou velhos. Algumas dessas características são: pequena ou nenhuma vivacidade, beiço caído, pelos brancos na cabeça, saleiras profundas, barras e ganachas finas e cortantes e pregas persistentes nas bochechas.

Uma contradição que existe em relação a esse híbrido diz respeito ao nome que ele recebe, pois, ao contrário do nome burro ou mula, estes animais se mostram muito inteligentes. Eles também demonstram uma grande sensibilidade auditiva, o que os permite assimilar com facilidade e rapidez os comandos de voz durante o processo de doma, se esta for feita de forma racional.

Por fim, é importante lembrar aos criadores que, embora seja cada vez maior a mecanização nas fazendas e em propriedades rurais, em todas as modalidades nas quais os muares são utilizados é possível observar um excelente desempenho produtivo seja na lida com o gado, no transporte de cargas ou puxando carroças, por exemplo.

Para aprender a fazer uma doma racional, consulte o curso Passo a Passo da Doma Natural elaborado pelo CPT - Centro de Produções Técnicas. O curso conta com a orientação do engenheiro agrônomo Arnaldo Pereira Vieira, que afirma que a doma natural caracteriza-se por respeitar os limites do animal. Consulte também nosso outro artigo Aprenda quais são os melhores instrumentos para fazer a doma.

De pequeno e médio porte, com boa musculatura, aprumos regulares e orelhas grandes, os muares são produto do cruzamento de jumentos e éguas ou de cavalos e jumentas, o que origina burros e mulas (os famosos muares). Caso o acasalamento seja feito de um jumento com uma égua, o resultado será a mula ou o burro. Caso a jumenta seja coberta por um cavalo, o resultado será chamado de bardoto.

Os híbridos originários desse cruzamento são totalmente estéreis. Eles possuem o corpo pequeno e leve. Por isso, caso o desejo do criador seja obter um muar maior, mais pesado e que aguente melhor as condições de trabalho de tração, aconselha-se a utilização de éguas puras ou mestiças das raças de tração pesada para o cruzamento.

Sabe-se que muitas vezes a utilização de animais na lida no campo é insubstituível, já que em algumas áreas os veículos motorizados não podem chegar. Quando comparados aos cavalos, os muares apresentam uma maior força física, facilitando a lida no campo. Muitos produtores não têm recurso suficiente para a compra de caminhões e tratores, por exemplo. Assim, a utilização desses animais é de grande valia.

Além da força física, os muares possuem um maior período de vida e são muito menos exigentes quanto à alimentação fornecida se comparados aos cavalos. Eles também possuem a característica de serem muito cuidadosos, o que no campo traz muitos benefícios, pois eles sabem evitar os perigos por onde passam. Ainda quanto ao trato, os muares têm em média um custo 50% inferior ao trato de cavalos, sem contar que para cada hectare de pasto pode-se colocar um muar. Caso seja fornecida ração, pode-se colocar dois.

A identificação da idade dos muares também é feita pela arcada dentária e dos próprios dentes. No entanto, existem alguns indícios que permitem aos conhecedores de muares predizer se são animais novos, de meia idade ou velhos. Algumas dessas características são: pequena ou nenhuma vivacidade, beiço caído, pelos brancos na cabeça, saleiras profundas, barras e ganachas finas e cortantes e pregas persistentes nas bochechas.

Uma contradição que existe em relação a esse híbrido diz respeito ao nome que ele recebe, pois, ao contrário do nome burro ou mula, estes animais se mostram muito inteligentes. Eles também demonstram uma grande sensibilidade auditiva, o que os permite assimilar com facilidade e rapidez os comandos de voz durante o processo de doma, se esta for feita de forma racional.

Por fim, é importante lembrar aos criadores que, embora seja cada vez maior a mecanização nas fazendas e em propriedades rurais, em todas as modalidades nas quais os muares são utilizados é possível observar um excelente desempenho produtivo seja na lida com o gado, no transporte de cargas ou puxando carroças, por exemplo.

Para aprender a fazer uma doma racional, consulte o curso Passo a Passo da Doma Natural elaborado pelo CPT - Centro de Produções Técnicas. O curso conta com a orientação do engenheiro agrônomo Arnaldo Pereira Vieira, que afirma que a doma natural caracteriza-se por respeitar os limites do animal. Consulte também nosso outro artigo Aprenda quais são os melhores instrumentos para fazer a doma.

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