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União Homoafetiva

Quais os conceitos de familia homoafetiva e união estavel civil?


2 resposta(s)

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Carollayne Cunha

Há mais de um mês

A inserção de novos conceitos de família, como a monoparental e a união estável, no ordenamento não encontrou fim com o advento da Constituição Federal de 1988[11]. Ao reverso, surgiu uma nova vertente influenciada pela aparição de casos concretos que se tornavam cada vez mais públicos, que foi o caso da união de pessoas do mesmo sexo, conhecida como união homoafetiva. É possível encontrar expresso no Texto Constitucional o direito a todos, da livre vontade de vivência na sociedade não distinguindo nem um ser humano de outro. O artigo 226 Constituição Federal 1988[12] relata que para constituir um núcleo familiar é necessária uma comunhão de vida fundada no afeto e na igualdade, os quais recebem especial proteção e reconhecimento do Estado. Verifica-se, dessa maneira, que a mens legis do dispositivo constitucional supracitado vem em socorro à promoção do ser humano em suas plurais complexidades e diversos anseios, substancializando, por conseguinte, a realização plena e pautada na dignidade da pessoa humana:

Art. 226. A família, base da sociedade, tem especial proteção do Estado.

§1°. O casamento civil é gratuita a celebração.

§2°. O casamento religioso tem efeito civil, nos termos da lei.

§3°. Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento.

§4°. Entende-se, também, como entidade familiar a comunidade formada por qualquer dos pais e seus descendentes.

§5°. Os direitos e deveres referentes à sociedade conjugal são exercidos igualmente pelo homem e pela mulher.

§6°. O casamento civil pode ser dissolvido pelo divórcio.

§7°. Fundado nos princípios da dignidade da pessoa humana e da paternidade responsável, o planejamento familiar é livre decisão do casal, competindo ao Estado propiciar recursos educacionais e científicos para o exercício desse direito, vedada qualquer forma coercitiva por parte de instituições oficiais ou privada.

§8°. O Estado assegurará a assistência à família na pessoa de cada um dos que a integram, criando mecanismos para coibir a violência no âmbito de suas relações.

Diante desses direitos, que compete também à dignidade da pessoa humana, pode-se dizer que a liberdade para dispor da própria sexualidade esta amparada nos direitos fundamentais do individuo. O legislador reconheceu que os casais do mesmo sexo também devem ter garantido por lei seus direitos, para que sejam favorecidos pelos efeitos que o Estado assegura para os casais heteroafetivos, por serem munidos de direito e deveres assim como os demais casais, devendo possuir proteção, como vem tratando o caput do artigo 5° da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988:

Art. 5°. Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade[13] [...]



Leia mais: http://jus.com.br/artigos/29234/o-reconhecimento-da-uniao-estavel-homoafetiva-como-entidade-familiar#ixzz3ZZoZVwxP

A inserção de novos conceitos de família, como a monoparental e a união estável, no ordenamento não encontrou fim com o advento da Constituição Federal de 1988[11]. Ao reverso, surgiu uma nova vertente influenciada pela aparição de casos concretos que se tornavam cada vez mais públicos, que foi o caso da união de pessoas do mesmo sexo, conhecida como união homoafetiva. É possível encontrar expresso no Texto Constitucional o direito a todos, da livre vontade de vivência na sociedade não distinguindo nem um ser humano de outro. O artigo 226 Constituição Federal 1988[12] relata que para constituir um núcleo familiar é necessária uma comunhão de vida fundada no afeto e na igualdade, os quais recebem especial proteção e reconhecimento do Estado. Verifica-se, dessa maneira, que a mens legis do dispositivo constitucional supracitado vem em socorro à promoção do ser humano em suas plurais complexidades e diversos anseios, substancializando, por conseguinte, a realização plena e pautada na dignidade da pessoa humana:

Art. 226. A família, base da sociedade, tem especial proteção do Estado.

§1°. O casamento civil é gratuita a celebração.

§2°. O casamento religioso tem efeito civil, nos termos da lei.

§3°. Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento.

§4°. Entende-se, também, como entidade familiar a comunidade formada por qualquer dos pais e seus descendentes.

§5°. Os direitos e deveres referentes à sociedade conjugal são exercidos igualmente pelo homem e pela mulher.

§6°. O casamento civil pode ser dissolvido pelo divórcio.

§7°. Fundado nos princípios da dignidade da pessoa humana e da paternidade responsável, o planejamento familiar é livre decisão do casal, competindo ao Estado propiciar recursos educacionais e científicos para o exercício desse direito, vedada qualquer forma coercitiva por parte de instituições oficiais ou privada.

§8°. O Estado assegurará a assistência à família na pessoa de cada um dos que a integram, criando mecanismos para coibir a violência no âmbito de suas relações.

Diante desses direitos, que compete também à dignidade da pessoa humana, pode-se dizer que a liberdade para dispor da própria sexualidade esta amparada nos direitos fundamentais do individuo. O legislador reconheceu que os casais do mesmo sexo também devem ter garantido por lei seus direitos, para que sejam favorecidos pelos efeitos que o Estado assegura para os casais heteroafetivos, por serem munidos de direito e deveres assim como os demais casais, devendo possuir proteção, como vem tratando o caput do artigo 5° da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988:

Art. 5°. Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade[13] [...]



Leia mais: http://jus.com.br/artigos/29234/o-reconhecimento-da-uniao-estavel-homoafetiva-como-entidade-familiar#ixzz3ZZoZVwxP

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