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Por que é difícil exercer autoridade se não formos capazes de distinguir entre o aluno empírico e o aluno concreto?


3 resposta(s) - Contém resposta de Especialista

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RD Resoluções Verified user icon

Há mais de um mês

Para responder esta questão vamos entender o que são os conceitos de aluno empírico e aluno concreto e, assim, poderemos entender porque a autoridade do professor acontece mais facilmente se esta distinção for feita. O aluno empírico é a manifestação física de uma criança, adolescente ou adulto que está numa sala para aprender. Neste sentido, o aluno empírico é como uma pessoa qualquer que está em um lugar com o objetivo de adquirir conhecimento. O aluno concreto, por sua vez, transcende a forma física de uma pessoa, mas é tudo aquilo que faz uma pessoa ser um sujeito, ou seja, toda a sua vivência de mundo, perspectivas, objetivos próprios, opiniões, etc. Além disso, o aluno concreto se relaciona com o mundo a todo mundo, possui relações sociais com outros alunos, com o professor, com os pais e amigos. Neste sentido, é necessário entender que dar aulas não é apenas transmitir conhecimento para alguém que tem existência física, mas para pessoas concretas que reagem de modo diferente a tudo que acontece ao redor delas. Tratar os alunos como apenas empíricos não é o suficiente, já que eles devem ser tratados como alunos concretos, o que facilita na imposição de autoridade. Portanto, distinguir entre o aluno empírico e o aluno concreto faz com que os professores consigam comunicar melhor seus desejos e comandos, já que tratar o aluno apenas como empírico geralmente faz com que o aluno não perceba no professor também uma pessoa concreta.
Para responder esta questão vamos entender o que são os conceitos de aluno empírico e aluno concreto e, assim, poderemos entender porque a autoridade do professor acontece mais facilmente se esta distinção for feita. O aluno empírico é a manifestação física de uma criança, adolescente ou adulto que está numa sala para aprender. Neste sentido, o aluno empírico é como uma pessoa qualquer que está em um lugar com o objetivo de adquirir conhecimento. O aluno concreto, por sua vez, transcende a forma física de uma pessoa, mas é tudo aquilo que faz uma pessoa ser um sujeito, ou seja, toda a sua vivência de mundo, perspectivas, objetivos próprios, opiniões, etc. Além disso, o aluno concreto se relaciona com o mundo a todo mundo, possui relações sociais com outros alunos, com o professor, com os pais e amigos. Neste sentido, é necessário entender que dar aulas não é apenas transmitir conhecimento para alguém que tem existência física, mas para pessoas concretas que reagem de modo diferente a tudo que acontece ao redor delas. Tratar os alunos como apenas empíricos não é o suficiente, já que eles devem ser tratados como alunos concretos, o que facilita na imposição de autoridade. Portanto, distinguir entre o aluno empírico e o aluno concreto faz com que os professores consigam comunicar melhor seus desejos e comandos, já que tratar o aluno apenas como empírico geralmente faz com que o aluno não perceba no professor também uma pessoa concreta.
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Jaqueline Valente

Há mais de um mês

Basicamente é isso: Segundo ele, os homens afirmam que é melhor cometer a injustiça do que sofrê-la. Contudo, quando a comentem e a sofrem, e não podem se vingar, originam-se as leis e convenções.

Logo, a origem e a essência da justiça é “Uma espécie de compromisso entre o maior bem, ou seja, a impunidade para todas as malfeitorias, e o maior mal, isto é, a impotência de vingar-se quem foi vítima de injustiça”

 

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos especialistas