Alícia propôs Ação de Divórcio Litigioso em face de Marcos, uma vez que se tornou insuportável a vida em comum. Ao receber a inicial, o juiz, como

Alícia propôs Ação de Divórcio Litigioso em face de Marcos, uma vez que se tornou insuportável a vida em comum. Ao receber a inicial, o juiz, como dispõe a Lei nº 13.140, de 26 de junho de 2015, constatando que a peça preenchia os requisitos essenciais e que não era caso de improcedência liminar do pedido, designou audiência de mediação. Diante da hipótese em tela, na mediação judicial, podemos afirmar que:As partes, na mediação judicial, não podem recusar os mediadores, salvo nas hipóteses legais de suspeição e impedimento dos mesmos. Porém a autonomia da vontade das partes é preservada, pois os mediandos continuarão senhores de suas próprias decisões.\tAs partes não podem ser assistidas por advogados ou defensores públicos.\tNa mediação judicial, as partes podem recusar o mediador.\tO juiz não poderia designar audiência de mediação em a concordância das partes, pois estaria enfrentando o princípio da autonomia das partes.\tO procedimento de mediação judicial deverá ser concluído em até trinta dias, contados da primeira sessão.

Disciplina:Introdução ao Direito I1.519 materiais