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A respeito da participação do amicus curiae no processo judicial de controle de constitucionalidade, é correto afirmar que?


1 resposta(s)

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Alex Silva

Há mais de um mês

O presente trabalho tem por objetivo demonstrar a importância do instituto do amicus curiae para a abertura do processo de controle de constitucionalidade concentrado perante o Supremo Tribunal Federal, permitindo o acesso de órgãos e entidades, que na defesa de interesses que ultrapassam a esfera jurídica de um indivíduo, trazem informações e elementos capazes de aprimorar a decisão a ser proferida. Por meio do estudo efetuado, foi examinada a inserção do instituto no ordenamento jurídico brasileiro, com críticas à sua regulamentação precária e com proposta de ampliação do rol dos legitimados e de suas competências. A despeito da regulamentação incompleta, o instituto ganhou destaque nos processos de fiscalização de constitucionalidade, permitindo ao julgador atuar como mediador entre as diferentes forças com legitimação no processo constitucional. Sustenta-se que sendo o Supremo Tribunal Federal o guardião da Constituição e seu principal intérprete, precisa da colaboração de terceiros imparciais, que conhecedores da matéria a ser analisada, trazem elementos e fatos, revestidos de valores sociais.

O presente trabalho tem por objetivo demonstrar a importância do instituto do amicus curiae para a abertura do processo de controle de constitucionalidade concentrado perante o Supremo Tribunal Federal, permitindo o acesso de órgãos e entidades, que na defesa de interesses que ultrapassam a esfera jurídica de um indivíduo, trazem informações e elementos capazes de aprimorar a decisão a ser proferida. Por meio do estudo efetuado, foi examinada a inserção do instituto no ordenamento jurídico brasileiro, com críticas à sua regulamentação precária e com proposta de ampliação do rol dos legitimados e de suas competências. A despeito da regulamentação incompleta, o instituto ganhou destaque nos processos de fiscalização de constitucionalidade, permitindo ao julgador atuar como mediador entre as diferentes forças com legitimação no processo constitucional. Sustenta-se que sendo o Supremo Tribunal Federal o guardião da Constituição e seu principal intérprete, precisa da colaboração de terceiros imparciais, que conhecedores da matéria a ser analisada, trazem elementos e fatos, revestidos de valores sociais.

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