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2 PRINCÍPIOS GERAIS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICAvideo play button

Transcrição


pessoal, tudo bem aqui nós vamos falar sobre a organização do Estado brasileiro, porém especificamente, esta essas aulas, as próximas aulas somente da administração pública que o artigo trinta e sete aos quarenta e um, que é aquela parte que ninguém gosta. Porém, ela é uma parte gostosa, interessante e importante porque ela é gostosa, importante, interessante porque ninguém estuda isso aqui, a pessoa estuda por cima e nós vamos estar com detalhe, porque quando cai a questão pessoal erra e nós vamos o que acertar Perfeito, então várias aulas agora, várias partes, certo falando sobre o artigo trinta e sete ao artigo quarenta e um, porém é um artigo muito desencontrado, São artigos, encontrar todas um buscar coisa no trinta e sete no meio da matéria, buscando trinta e nove, depois de de volta por trinta e sete, e assim vai estar, Então não vamos ter uma sequência necessariamente doze, inciso, reconstruindo isso aqui para facilitar para a gente perfeito. E começamos aqui a gente falando dos princípios gerais da administração pública, fala o seguinte à Administração pública, para a gente, compreende a administração pública direta e indireta, a administração pública direta, a gente é um conjunto de órgãos conjunto de órgãos que integram a União, os estados, e colocar que união, estados e municípios. Distrito Federal Certo? Então, um conjunto de órgãos que integram quem a União, os estados, os municípios. Então, por exemplo, a Presidência da República e os ministérios integram a administração direta e nós temos também a administração pública indireta, que vou falar daqui a pouquinho com vocês, a sua criação que está lá no inciso dezanove. Mas envolve aqui o brinco que há desafios. O que há é desafio a empresa pública, a sociedade de economia mista, economia mista, as autarquias e as fundações. Depois nós vamos ver como elas são criadas, porque o que interessa para a gente é mais isso. Aqui. A Esaf deixa. Tentam colocar aqui, desafio, atinou para ficar fácil. Integra o que a administração pública indireta perfeito, então, a administração pública direta e indireta de qualquer dos poderes da União, dos estados, dos municípios e do Distrito Federal. O que significa isso aqui, Gente? Ou judiciário? O Judiciário ele tem uma função, a típica função atípica é uma função que não é dele necessariamente, mas ele tem essa função é a função é de um, porém ele exerce por exemplo, o Executivo, o Executivo. Ele tem função típica que a função administrativa, que é a típica do Judiciário. Então, o Judiciário também tem função administrativa, própria, dele próprio, executivo. Só que ele tem essa função, então, quando o Judiciário realiza um concurso, concurso é uma atividade administrativa, já que o concurso do Judiciário é feito por quem, pelo próprio o Judiciário está, isso também se aplica ao Legislativo. Por isso que está falando aqui é a administração pública direta e indireta de qualquer dos poderes da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, ou seja, o Poder Executivo, na sua função típica demais poderes em função. A típica beleza deve sempre observar aos princípios do Olímpico. Agora, deixo. Aqui Você deve ter feito. Deve ter lido os princípios do Olímpico. O que que é olímpico, legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência Na administração pública, direta e indireta de qualquer dos poderes da União, dos estados, dos municípios e do Distrito Federal, deve sempre observar obedecer à legalidade, a impessoalidade, a moralidade, a publicidade e a eficiência. Aqui são os princípios gerais da administração pública, que vale tanto para a administração pública direta como para a indireta, para desafio a lei, a Constituição, e, perdoe, fala o seguinte e também ao seguinte, ou seja, outros principios. Esta que nós vamos vendo isso aí no decorrer da matéria. Mas nós nos preocupar primeiro com os princípios gerais e nós temos que o princípio da legalidade, o princípio da legalidade, gente, ele é inerente ao Estado de Direito. Porque o estado de direito e estado de Direito ao Estado escravo, o estado submisso à vontade da lei, a administração pública, ela só pode atuar, atuar de acordo com a lei. Ela só pode agir de acordo com a lei, a liberdade que ela tem liberdade dada pela lei, enquanto nós, particulares, nós, do setor privado, podemos fazer tudo que a lei não proíbe, a administração só pode fazer aquilo que a lei permite. Essa é a ideia central. Obviamente, existem aqui exceções, certo ao princípio da estrita legalidade. Certo é uma regra, mas ela comporta exceção e um exemplo muito importante para nós é a medida provisória medida provisória. Ela não é lei, ela tem força de lei. Está lá no artigo sessenta e dois da concessão federal, então presidente da República. No caso de relevância e urgência, ele pode editar medida provisória com força de lei. Então, vocês futuros, servidores públicos, deverão que cumprir a medida provisória também, porque ela tem força de lei. Está então é um exemplo de exceção. Então, o que é a legalidade? Para a administração pública? Ela vai o que limitar, não qualquer que limitar poder do Estado o poder estatal, onde o Estado só poderá agir de acordo com a lei, a liberdade que ele tem, a liberdade dada pela lei, enquanto nós, particulares, podemos sobretudo, que a lei não proíbe o servidor público, a administração pública só pode agir de acordo com a lei. Porto fechou, segundo o princípio, o princípio da impessoalidade, Esse princípio da impessoalidade. Enfim, é muito importante, está a administração pública, tem que sempre que atuar de forma impessoal, deixou a pagar O que escrevi aqui, um minutinho. Voltei. A impessoalidade, gente significa dizer que a administração deverá tratar todos de forma igualitária, certo da primeira vertente. Aqui a isonomia, isonomia. Ela tem que tratar todos de forma pessoal, todos de forma igualitária, iso, e isso é igual esta. Então, isso significa dizer o que é que a administração pública, ao atuar, deverá buscar o que a igualdade entre os administrados. Obviamente, eu vou te que dar tratamento diferenciado para reduzir as desigualdades. A impessoalidade, então, determina que ela atue sempre de forma o quê? Um pessoal buscar o que a igualdade entre as pessoas. Outro ponto da impessoalidade é a finalidade. Sempre que a administração for atuar, ela tem que atuar de forma impessoal. Ou seja, ela tem um único fim, quer sempre o interesse público, ela não pode desviar se do interesse público. Então, impessoalidade, determina o outro princípio que é o princípio da finalidade, em que você sempre vai buscar o interesse público. Então, é só da impessoalidade. Deriva o princípio da isonomia e deriva também o que o princípio da finalidade, O que é sempre buscar o que o interesse público. E também uma outra vertente de tantas, que tem impessoalidade a proibição da promoção pessoal é a proibição da promoção pessoal. Isso mesmo, proibição da promoção pessoal. Eu não posso usar a administração pública para que me promover, promover um agente, promover uma autoridade. Olha só o que fala parágrafo primeiro do artigo trinta e sete, inclusive a pagar aqui para a gente poder visualizar melhor. Olha só a publicidade de volta à medicamento aqui a publicidade dos atos, olha só a publicidade. Então está falando que tem que ter publicidade. Então nós vamos colocar, já que o princípio da publicidade, a área pode ver falar dele de novo, Têm que ter publicidade. A publicidade dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos. Deverá ter caráter educativo, caráter um informativo e de orientação social ou de orientação social da Tigre fake dela, não podendo constar nomes, símbolos ou imagens que caracterizem a promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos. Olha, só dela, não podendo constar nomes, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal. Olha, Kim, gente, o princípio da pessoalidade, então tem que ter publicidade para dar o que transparência. Porém, essa publicidade não pode buscar o que a promoção pessoal, tudo bem perfeito. Vou voltar a falar disso. Já. Já o p