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Transcrição


Olá, amigos, um forte abraço de volta e ao estudo do direito do consumidor e nós estamos agora nas aulas de exercícios. Nós estamos aí sedimentando a nossa matéria, sedimentando o nosso estudo. Então vamos para a bateria de exercícios. A gente parou na aula passada pessoal, na décima terceira questão, que estava a verdadeira. Não importa se ofício todos os participantes da cadeia. Não importa se há relação direta ou indireta contra a atual extra contratual. Eles são considerados fornecedores. A questão estava a verdadeira lá para frente. Décima quarta Cesp, uma indústria asiática que exporta produtos para o Brasil enquadra se no conceito de fornecedor. Ora, como é importante a gente saber o artigo segundo o artigo Terceiro, uma indústria asiática, ou seja, pessoa jurídica de direito privado, mas estrangeira, que está exportando produtos, é fornecedora. Assim, pessoal, o conceito de fornecedor é o mais amplo possível. Está lá no artigo Terceiro, que eu não vou fazer a leitura novamente na décima quinta questão, vamos a Defensoria Pública geral aqui no Ceará dois mil e oito que estão vindo do Cespe, Uma explosão no interior de uma loja localizada no centro de uma grande cidade causou danos a pessoas que se encontravam no interior e no exterior do estabelecimento. Então, é só teve uma explosão que foi dentro de uma loja localizada no centro de uma grande cidade. Causou danos tanto as pessoas que se encontravam dentro da loja quanto as pessoas que estavam fora. Com base nessa situação e nas normas de proteção e defesa do consumidor, julgue os itens seguintes. O primeiro item todas as vítimas da explosão são consideradas consumidoras para efeito de reparação dos danos. Olha só todas as vítimas da explosão, então eu estou diante do consumidor por equiparação. Então elas são consideradas consumidoras para efeito de reparação dos danos. A questão aqui, a primeira afirmativa da verdadeira, só lembrando o pessoal, Desde que isso daqui tem anexo com o Código de Defesa do Consumidor, uma explosão no interior de uma loja lá pode ser imagina a loja foi um problema na parte elétrica. Alguma coisa alguém que jogou uma bomba lá dentro? Enfim, me parece que a questão, ela, quando fala assim, com base nessa situação e nas normas de proteção e defesa do consumidor, está partindo da premissa que essa loja se enquadrava no conceito de fornecedor e por aí vai aí sim, Todas as vítimas da explosão são vítimas do evento. São consideradas consumidoras verdadeiro. Décima Sexta Questão Quando uma concessionária de energia elétrica fornece um produto aos cidadãos, submete se ao Código de Defesa do Consumidor quando uma concessionária de energia elétrica fornece, por exemplo, a energia elétrica, ou seja, ela presta um serviço. É considerada fornecedora é uma relação de consumo quando ela fornece um produto qualquer. Também é considerada fornecedora também, portanto, se aplica artigo Terceiro parágrafo Primeiro serviço Artigo terceiro para a grafo segundo, então, em ambas as situações ela é considerada fornecedora. Consequentemente, submete se às normas do Código de Defesa do Consumidor Décima sétima. TRF da Terceira Região. Relação jurídica de consumo, em sentido estrito, é aquela que se estabelece entre tanta perguntando O que é uma relação de consumo é aquela que se estabelece entre um consumidor e um fornecedor, tendo por objeto a prestação de um serviço com vínculo empregatício. Não serviço é qualquer modalidade que é fornecido no mercado de consumo maior qualquer atividade fornecida no mercado de consumo mediante remuneração, inclusive as de natureza bancária, financeira, de crédito e securitárias, ressalvadas as relações de caráter trabalhista. Então, se eu tenho vínculo empregatício. Isso daqui não é uma relação de consumo. Relação de jurídica de consumo é aquela que se estabelece entre dois consumidores, tendo por objeto a aquisição de um produto. A prestação não serve, não. Dois consumidores faz o menor sentido relação de consumo, o consumidor, o fornecedor ser dois fornecedores. Tendo por objeto aquisição de um produto, nada disso em consumidor. E um fornecedor, tendo por objeto a aquisição de um produto ou a prestação de um serviço. Aqui me parece mais lógica. Estão vinha até meio meio que sem sentido a décima etapa. Vamos lá. Defensoria Pública do Ceará Cesp Dois mísseis Silas comprou um aparelho de TV na Loja Bom Eletro. Então, ela se lance, comprou uma televisão destinatário final em uma loja bom, eletro pessoa jurídica de direito privado, comprar uma televisão TV aqui. A relação de consumo leu todo manual de instrução para compreender a instalação e o funcionamento do aparelho, observou. A voltagem do aparelho, que era compatível à da tomada, retirou a TV antiga, que estava funcionando e colocou a nova em seu lugar. Em seguida, conectou o cabo da TV na tomada e ao acionar o botão indicado numa atual no manual. Para ligar o aparelho, ocorreu uma série de explosões que ocasionaram queimaduras em Silas e em sua namorada Joana, que estava presente no momento, só lembrando que se houve explosão e ocasionou uma queimadura, a responsabilidade é pelo fato pessoal a responsabilidade pelo fato e, logo de cara ela, Silas, consumidor a sua namorada Joana, que estava por perto, é consumidora por e a equiparação vítima do evento equiparam se aos consumidores todas as vítimas do evento. Então a namorada, também considerando a situação hipotética, julga. Os itens seguintes estavam na situação apresentada. Joana é considerada como um baixo Sander, que é esse conceito de consumidor por equiparação e como tal, pode acionar o fabricante. Porém, como não é destinatária final, não pode ser considerada consumidora, Já vive a questão da errada. Dessa forma, a sua proteção jurídica se dará mediante a aplicação do Código Civil, não podendo ser utilizado. O Código de Defesa do Consumidor questão está incorreta. Joana é baixo. Stander A consumidora, por equiparação. Porque, vítima do evento e pode sim, se valer do Cedec, não a próxima questão pessoal. Décima nona agora considera se serviço para fins de aplicação do Código de Defesa do Consumidor toda atividade fornecida no mercado de consumo, independentemente de remuneração, salvo as decorrentes das relações trabalhistas. Não. O conceito de serviço é artigo terceiro para a grafo. Segundo, que eu vou trazer aqui para vocês, Para a gente não tem nenhuma dúvida no ataque. O serviço é qualquer atividade fornecida no mercado de consumo, mediante remuneração, inclusive as de natureza bancária, financeira, de crédito securitária, salvo as decorrentes das relações de caráter trabalhista que estão aqui também dizendo a senhora qualquer, a atividade, independentemente de remuneração. A questão está incorreta, falsa, só lembrando e pessoal que aqueles estacionamentos que não são pagos na cidade. Aquilo é a relação de consumo, porque a remuneração por aquele serviço está sendo paga no produto que você adquira no shopping. Não que você especificamente, adquire que os consumidores em geral adquiriu, está certo. Vigésima questão pessoal, Defensoria Pública, que também do Estado sujeitam se as normas de defesa do consumidor. Os serviços prestados por o perito judicial, perícia judicial, foi nomeada pelo juiz. Então se foi nomeado pelo juiz. Isso, daí não é a relação de consumo na pessoa. Eu deixa de ter consumidor, pessoa física ou jurídica de que ele utiliza produto ou serviço como destinatário final. Questão da falsa. Portanto, como a vigésima primeira é considerada consumidora, uma indústria farmacêutica que tenha firmado um contrato de financiamento com vistas exclusivamente a incrementar a sua atividade negocial. Não? Se eu tenho um financiamento que foi feito para pegar o dinheiro e jogar na minha atividade fim, eu não sou consumidora pessoal. Eu tenho uma loja, fiz um projeto qualquer, apresentei junto ao BNB, onde o projeto foi aprovado e eles me deram o financiamento para incrementar, para aumentar a minha, a minha loja, Enfim, pelos a todos na minha loja esse empréstimo que eu fiz, já que eu estou direcionando para usar todo na loja a loja