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Aula 008   Responsabilidade Civilplay_circle_filled

Transcrição


bem gente retornando. Nós estamos aqui conversando sobre o tema responsabilidade civil e como eu havia falado a vocês. É um dos temas mais importantes de todo o curso. É um tema que é muito cobrado, bem recorrente em várias em várias vários exames, nem várias provas. E aí nós havíamos falado que a responsabilidade civil na relação de consumo ela se divide em fato e em vício. Fizemos aquela pequena. A distinção entre fato e vício, mostrando que é um fato, necessariamente contêm um vício, mas que nem todo o vício do Encceja. Um fato falamos que tanto o vício quanto o fato, ele se subdividem nos dois objetos da relação, que vem a ser o produto e serviço, e comentamos que regra geral a nossa responsabilidade civil, ela é objetiva, pautada na teoria do risco e como exceção prevista em apenas um único parágrafo de um dispositivo que o artigo catorze parágrafo quarto, nós vamos falar da responsabilidade subjetiva como exceção pautada na culpa do profissional liberal, quando essa executa um serviço defeituoso, Então, feita a distinção entre fato e vice, é importante agora a gente destacar quais são as consequências do vício e posteriormente quais são as consequências do fato ou em outras palavras, Gente, Quando o consumidor ele detecta que um produto ou um serviço ele próprio, ele é inadequado ao curso, ele não atende a função para a qual ele foi criado, o que é que ele pode fazer? Quais são os seus direitos. E aí a gente vai demonstrar agora para vocês que aquele artigo sexto, que eu já havia falado já havia conversado com vocês. É realmente um artigo exemplificativa que traz os direitos básicos do consumidor. Um artigo tinha dito que ele não exaure a matéria e aí a partir de agora vocês vão ver esta outros direitos que não se encontram neste artigo. Sexto, por sua vez, a gente sabe que o artigo sexto no seu sexto inciso, ele fala dessa reparação, do dano que a gente está aqui, detalhando essa reparação no tema da responsabilidade civil essa reparação na esfera cível, lembrando que existe outras esferas. Essa reparação ao consumidor deve ser de maneira integral. Então nós vamos embora no nosso Código de Defesa do Consumidor. Espero que vocês continuem com a legislação em mãos, embora a o nosso código o disciplinamento sobre a responsabilidade pelo vício. Comece a partir do artigo dezoito. Nós vamos começar por questões didáticas por este dispositivo, antes mesmo do artigo doze, que fala sobre a responsabilidade pelo fato que porque as consequências que eu tinha mencionado vício também se encontrará quando eu conversar com vocês sobre o fato, então poucas chances de dados para nós temos que começar a falar sobre essas consequências, esses direitos do consumidor, quando ocorre um produto ou um serviço impróprio ao consumo. Então lembrar a vocês que é esse os dispositivos de doze até o artigo. Vinte e sete são os dispositivos mais importantes. E dentro do doze ou vinte e sete eu já mencionei aqui para vocês seis dispositivos que vêm a ser os núcleos dos nossos temas de fato do produto, o fato do serviço, o vício do produto, início do serviço e agora vou comentar outros dispositivos, aqueles dispositivos, vocês devem dar uma série. A ênfase quando abordaram tem uma responsabilidade civil, então a gente vai aqui para a nossa tela para continuar as consequências dessa responsabilidade pelo vício. Eu vou aqui seja de maneira assim, bem hipotética. Está e fazer aqui essa divisão entre o fato e o vício, que, como eu disse a vocês nem todo o vício dá origem a um fato, Tá, certo. Então, quando um consumidor vamos aqui para a nossa primeira coluna, coordenador consumidor, nosso sesinho de consumidor quando o consumidor e detecta que um produto, um serviço eles estarem impróprio ou inadequado ao consumo? O que é que ele faz? O que ele pode fazer? Quais são os direitos dele? De acordo com o artigo vinte e seis, com defesa do consumidor, ele tem o direito de reclamar por esses vícios E essa reclamação é exatamente o conteúdo do tema garantia legal, ou seja, lei o consumidor, ele está assegurado. Esta ter este prazo para ele reclamar contra o fornecedor. Esse prazo é um prazo. Como está dizendo aqui da lei, está um prazo em que, de acordo com o artigo vinte e quatro, é um prazo obrigatório que o fornecedor e não pode retirar, ele não pode diminuir e não pode excluir, não pode. Se eximir independe de ter escrito. Então é muito importante esse prazo, porque é um prazo que é por demais ele diminuir duas vezes retirado, ou, em outras palavras, o fornecedor gente tire com médio muita prática abusiva no tocante à não observância desse artigo vinte e seis. Então o consumidor ele tem por lei ou o prazo de trinta dias para a reclamação, ou um prazo de noventa dias para reclamar por um produto com o serviço defeituoso? Gente, não é um prazo para produto e outro prazo para serviço, o mesmo prazo de produto é o mesmo prazo para o serviço. Então, que referência é a durabilidade ou não do produto? Eh do serviço resultado se estivermos diante de um produto ou um serviço não durável, o consumidor tem por lei um prazo de trinta dias para a reclamação não durável. Toda a via se versar sobre um produto ou um serviço durável. Por lei, o consumidor tem um prazo de noventa dias para reclamar, neste prazo de trinta dias ou de noventa dias. Dependerá se o vício é um bicho aparente ou se é um vício oculto. Um vício aparente é um vício de fácil constatação. Já o vício oculto, aquele que não é visível, que não impede a sua utilização e, posteriormente se constata resultado de acordo com o parágrafo primeiro do artigo vinte e seis, Esse prazo de trinta e de noventa não se modifica, mas a contagem dele a dependência e a parede ou semi oculto a isso sim, vai variar, então, em se tratando de um vício aparentes ou de fácil constatação, neste prazo de trinta dias ou de noventa dias, começa a correr a partir da tradição da entrega efetiva. Quando a gente fala de produto ou da realização execução quando a gente fala de serviço. Por sua vez, o parágrafo terceiro ainda está a gente. Eu estou aqui no nosso artigo vinte e seis. Ele vai dizer que o prazo de trinta dias ou noventa dias vai começar a contar a partir da sua com esta ação. Uma outra coisa também interessante dentro do artigo vinte e seis. E aí eu faço com vocês. A minha primeira observação é o artigo em que seis Parágrafo segundo, porque o artigo vinte e seis parágrafo, segundo ele, tem essa expressão aí obstar, obsta a decadência. Gente, esse prazo de trinta dias ou de noventa dias é um prazo, tem cadê? Em social? Não é isso quando a gente está diante do vício. Prazo da lei é um prazo decadencial. Quem o artigo vinte e seis parágrafo, segundo ele diz obsta a decadência e o que quer dizer o tal do lobista. Em duas situações aí que obras estão a decadência, reclamação fundamentada ao fornecedor até sua resposta negativa, a instauração do inquérito civil? Até então, não temos uma unanimidade sobre as consequências dessa palavra lobista. Doutrina e jurisprudência divergem sobre os efeitos do lobista Há quem diga que se trate de uma interrupção, outros que diga que é uma situação de suspensão do prazo. A interrupção Você sabe que o prazo, ele volta a correr do zero, destaca a zero. Enquanto a suspensão a gente tem que aproveitar o prazo que já concorreu e ver o que é que falta para fim da lo. Então, a essa expressão obstante, fica a doutrina e a jurisprudência nesta dúvida se se trata de situação de interrupção ou de suspensão, lembrando que há uma tendência, uma tendência para falarmos de uma interrupção, porque uma interrupção facilita mais a defesa do consumidor. Devolver o prazo ao consumidor da Estakazero você está facilitando certo uma outra observação também aqui sai agora do artigo vinte e seis, mas que tem a ver com o artigo vinte e seis é o artigo cinquenta Por quê? No artigo cinquenta, o nosso tema é a chamada garantia contratual, gente, uma garantia contratual. Ela não é obrigatória. A obrigatória é a garantia legal. Sem depende de ter escrito o fornecedor. Ele não pode se excluir, não pode retirar, não pode diminuir, não pode. Até n