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Contabilidade Pública Revisão 6 a 10video play button

Transcrição


sejam bem vindos a mais uma aula da nossa disciplina contabilidade pública. Hoje nós temos uma aula de revisão, revisão das aulas zero seis a dez. Então, vamos iniciar verificando o que é que nós estamos na aula de zero seis zero seis, Nós tratamos das demonstrações contábeis aplicadas ao setor público. Estão apartamentos. Nós nós vimos que as demonstrações do setor público, também conhecida como Demonstrações Financeiras, ela constitui um conjunto de relatórios que tem por objetivo quatro litros. Primeiro, subsidiar o processo de tomada de decisão, depois permitir a adequada prestação de contas. Depois dar transparência da gestão fiscal e permitir o controle social sobre a gestão pública. E, na sequência, nós apresentamos uma definição desses principais aspectos. Dizemos seguinte que viola o artigo sempre entre três a quatro, duzentos e vinte mil, trezentos e vinte. Ela atribui, na verdade, competência a um Conselho Técnico de Economia e Finanças do Ministério da Fazenda para atualizar os anexos da Lei quatro mil, Trezentos e vinte. Esse dispositivo, ele foi na direção de não burocratizar a dinâmica de aperfeiçoamento das demonstrações contábeis, Porque cada imagem, cada detalhe que você tenha, que altera, você tem que fazer uma alteração na lei então isso tornaria muito, muito moroso face à dinâmica da própria evolução, da ciência contábil. Só que nós vimos que esse conselho técnico de Economia e Finanças do ministro da Fazenda, ele não existe mais quem exerce essa função. Isso é muito importante. Mas quem exerce essa função atualmente? Quem é a Secretaria do Tesouro Nacional, também no Ministério da Fazenda? Porque ele é um órgão central de contabilidade federal no Brasil, Então essa atribuição a ele foi dada por esse decreto. Está no estado aí o decreto nove, sete meses, dois mil e nove para o que é que alterá la a lei quatro mil e trezentos e vinte graus A nestes três residentes nas demonstrações contrários à Secretaria do Tesouro Nacional atualmente. Então essa foi uma medida no sentido de dar maior agilidade na atualização das atualizações necessárias à lei. E nós vimos o que esse conjunto de demonstrações contábeis. Na verdade, não só acho que estão lá na lei, continha trezentos e vinte, mas também destacamos dois que estão na Lei de Responsabilidade Fiscal. Eles são diferenciados em relação ao conjunto de demonstrações contábeis da Lei seis mil quatrocentos e quatro, setenta e seis lá na lei das sociedades, fundações, sociedades abertas. Então essa lei, ela tem um conjunto de relatórios que não se deve confundir com esse conjunto. Relatórios da administração pública é que é diferenciado. Quem, então, esse conjunto, administração pública nós estamos e vimos diversas características nele, não passam. Primeiro, nós temos três balanço, balanço orçamentário, o balanço financeiro e o balanço patrimonial. E isso por si só, já uma diferenciação em relação aos valores da lei cem mil quatrocentos e quatro, onde você tem lá apenas o balanço patrimonial? Depois você tem a demonstração das variações patrimoniais, que procura mostrar tudo o que acontece hoje, como o próprio nome diz, o que mudou no no patrimônio público, parte muito doente público, Em uma comparação que nós podemos fazer é que a demonstração das variações patrimoniais ela está para a contabilidade pública, assim como a demonstração do resultado do exercício está para a contabilidade da iniciativa privada, porque a natureza, o objetivo do resultado, são diferentes dos agentes públicos para os entes privados. Nós vamos ver um pouco disto aqui na sequência ainda dessa revisão. Depois nós vimos lá os aspectos demonstração da demonstração dos fluxos de caixa, as entradas e saídas de numerário a demonstração das mutações do patrimônio líquido. Nós temos que isso é restrito. Apenas as sociedades de economia mista dependentes, que são obrigados a fazer os demais entes públicos, é facultativo. E vimos também, relatou o relatório resumido da execução orçamentária. Lá, esse é um relatório, já não é da quatrocentos e vinte da Lei de Responsabilidade Fiscal. Devemos também o Relatório de Gestão Fiscal, que também ela da Lei de Responsabilidade Fiscal. Não é da quatrocentos e vinte. Finalmente, nós vimos o que íamos. Aspecto das notas explicativas. Suas notas explicativas estão parte integrantes dos relatórios. A explicação não é um relatório, se mas ela é parte integrante do relatório, como o balanço orçamentário, naquilo que qualquer explicação, ele vai pelas suas notas explicativas do balanço patrimonial. Todo aquele fato que carece de uma explicação melhor para que seja devidamente entendido, ele terá que ter nosso explicativo. Então a nossa expectativa é parte integrante sim das demonstrações contábeis estão basicamente essas novas demonstrações. É que nós colocamos aí dentro do conjunto de demonstrações aplicadas ao setor público e aí vamos disso, nós vamos rapidamente. O que as características do resultado do setor público, o que é que nós colocamos aí nessa transparência, nós temos o que o setor privado ele tem lá a demonstração do resultado do exercício numa relação do investimento feito no capital investido ou melhor dizendo, o capital investido no que ele quer que o retorno, de que é um lucro, a expectativa do foco, da abordagem, melhor dizendo da iniciativa privada, Enquanto no setor público nós temos uma abordagem diferenciada, o que é que nós temos lá? Nós temos que o patrimônio público, seu retorno, não está com foco no lucro. Mas o que os produtos e serviços? A qualidade dos produtos e serviços prestados à população aos cidadãos? Então, é nessa perspectiva que há que se ter uma diferenciação muito importante a ser o resultado. No setor público ele não é medido o melhor avaliado em relação do grupo. O prejuízo é maior avaliado. Que o que é que aquele patrimônio público? Possibilidade de retorno efetivo de qualidade na prestação de serviços, o fornecimento de produtos Recebendo. Então, há uma diferença de abordagem que diz respeito a avaliação de resultados entre o setor privado e o setor público. É o que essa lama que está aí, mas procura demonstrar que também sabe disso. Nós fomos então para a aula. Sete Hoje vamos tratar la da gestão patrimonial e na gestão patrimonial Nós começamos verificando porque que o patrimônio público e tem uma característica especial característica, olha e já ter uma, vamos ver uma incongruência, uma dicotomia, uma diferenciação de posturas conflitantes, Patrimônio público é de todos, porque editores ele não é de ninguém. Então, ao tratar do patrimônio público, ao tratar da coisa pública, nós temos que ter um olhar especial, um uma atenção especial na área pública. Esse patrimônio, dentro dessa atenção especial. E nós temos que diferenciar do partido do patrimônio particular, enquanto patrimônio particular seria seu patrimônio, você faz o que você bem entender, desde que não vá afrontar a lei. Agora, quando o patrimônio público será diferente, você tem que lidar com esse paradoxo. Pertencia a todos por pertencer a todos. Não é de ninguém. É basicamente isso que tem nessa transparente transparência. E outra coisa que nós vimos também que durante a sua vida útil, desde que adquirido bem, é passando lá pela utilização, finalizando com o consumo, o desfazimento, os descartes, os os bens públicos, tem que receber tratamento. Ele tem que ser contabilizado. Tem que ser avaliado tem que ser mantido o tratamento físico, tratamento contábil, isso se esse tratamento, essa verificação que afirmou em si é cada Teresa é que caracteriza por si mesmo a própria administração patrimonial, que dá o que há de especial atenção a um patrimônio público e também a questão da responsabilidade, já que você não tem um dono proprietário do bem informar. Você tem um responsável e um servidor público designado para a troca, Como é nessa perspectiva que nós tratamos diversos aspectos da gestão patrimonial. Vimos então para que o patrimônio, uma visão mais ampla, O que o conjunto de bens, direitos e obrigações. Mas quando você faz assim, um afunilamento do foco, você vai tratar dos b