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Alfabetização na perspectiva histórico-culturalvideo play button

Transcrição


parabéns ou agora sim, mesmo as crianças, mesmo as professoras. Neste programa, a equipe da Univesp TV vai ver com outros olhos a alfabetização de Helen Alex e suas turmas em vez da psicogênica da língua escrita. Desta vez, veremos as mesmas cenas a partir da perspectiva histórico cultural. Quer dizer, com a base teórica da obra do psicólogo russo e observe Vygotsky com a palavra uma das mais respeitadas interprete de Vygotsky do Brasil, Ana Luiza Moka, do Departamento de Psicologia Educacional da Unicamp. A gente fala em histórico cultural, o que a gente considera fundamental. Então, assim é a natureza social do conhecimento e do desenvolvimento humano. A ênfase na natureza social, do conhecimento e do desenvolvimento faz diferença no modo de pensar o processo de alfabetização. Para os Vygotsky anos a dimensão cultural da linguagem e da escrita ocupa um lugar maior que na visão de Emília Ferreira, quando a criança se apropria do alfabeto da escrita e ela vai realmente tornando o próprio tornando seu esse instrumento da cultura que está na cultura de um modo singular, ela vai se apropriando disso que é coletivo. Ela ela participa dessa cultura e ao mesmo, ao mesmo tempo que se apropria, transforma na aula da professora Marisa. O alfabeto aparecem na forma de uma cantiga de roda. História e cultura fazem parte desse princípio e por isso assim é o princípio social. Então assim sozinha, a criança não realmente não, não consegue participar desse conhecimento. Então a participação do outro é fundamental e a participação do outro nessa relação de ensino no contato da criança, provoca o desenvolvimento. Como é que a linha? Como é que a minha momento junior é ilegal? Então tá vendo ano lá a relevância da história da cultura fazem com que, nesta perspectiva, o lugar do professor não seja apenas o de apoiar a alfabetização da criança. Queria colocar aqui para ficar, qual qual dela, quando essas aqui, o papel do professor, até mesmo segundo a perspectiva histórica cultural é de ensinar, ensinar, tem uma outra sentido. Eu acho que ele é redimensionado porque porque é, é participar no modo de apropriação da cultura, pela criança. Então, tem de diversas formas da criança se apropriar da cultura. Aí é um conhecimento cultural, uma prática cultural. É um conhecimento produzido. Historicamente, ele não é óbvio, ele não é imediato e ele precisa de ser explicitado apontado então o que é que se a ponta na relação de ensino com relação à escrita é o nome da letra? É o som da letra A ordem das letras, a composição silábica monetização, As marcas que dizer como é que a gente marca um ano a sério que e para ficar a professora ensinando a relação de ensino é o aluno participando e a ênfase dela nessa questão da composição das marcas, da escrita e da marca da nossa organização, coisa que não é tão simples assim da criança perceber bilheteria coloca aqui para ficar, qual qual dela? Quando dessas aqui? A estratégia de apontar o conjunto de letras que formam uma firma plan é complexo, não é? Então eu são os sons intermediários e a naturalização e atletas para uma firma. Então a ênfase dela aqui para marcar e uma palavra no plural. Então o ar tem o a de plantas e tenho a de plano nas duas sílabas. Então olha quanta coisa é uma complexidade muito grande da própria escrita, da relação da relação de ensino nessa relação de aprendizado. Aqui eu tenho da, aliás, faltando uma letrinha são dois às o valor do trabalho em grupo também é maior para a perspectiva histórico cultural. A minha acaba muito. A participação do outro é uma questão que, teoricamente, ela fica respaldada na teoria história cultural. Quando fiz assim, então é um social do Vygotsky, Aqui eu diria. Mas não é o social do negócio, que eu acho que é o modo dele conceber aprendizagem humana. É o modo dele ver a relação de ensino. É o modo dele argumentar da fundamental importância do outro no desenvolvimento humano. A avaliação da consequência da alfabetização sobre o desenvolvimento mental da criança marca outra diferença entre a perspectiva construtivista baseada em Piaget e a história cultural professores. Moka está falando da linguagem como uma produção humana, portanto, da história e da cultura. E o que é que sim, Instrumento? O poderoso de um instrumental simbólico faz com a criança quando ela se apropria dela do instrumento. Então, é assim, transforma o funcionamento mental, potencializa o funcionamento mental e aí provoca o desenvolvimento de novas de novas funções com casa. Falou que o dobro não veio mudar a recepção, atenção, memória. A imaginação é o conhecimento e a tudo isso mobilizado na realização de um trabalho simbólico na medida em que ele realiza esse trabalho, ele se apropria, quer ver o modo de trabalho simbólico, é um modo de apropriação da cultura. Então essa coisa tensa de ao mesmo tempo. O objetivo é uma frase uma palavra, com Caio palavras, Aquilo que ele está pensando mais é também um modo de incorporação e apropriação desse instrumental e dos modos de pensar, de falar, de agir, processo gradual de incorporação e apropriação da escrita no qual o professor é imprescindível, vai empurrando o desenvolvimento da criança. A pesquisadora Cláudia Davis explicou assim na disciplina psicologia da educação Agora que a escola não atenção à escola escola quem se não a tem que respeitar o nível do seu diagnóstico. Eu concordo com você, mas é que quando ela ensina interfere nesse desenvolvimento? Porque ela está puxando melhor, está colocando o sujeito numa zona de desenvolvimento que ele é capaz de entender o problema com a família. O que acontece na hora que eu instalou disse que o ensino para ele, porque é um problema, o que acontece? O sujeito desenvolve funções que estavam quase aparecendo no desenvolvimento. Mas que e quando eu ensino aquele isso isso, isso cedeu de um clique coisa foi para frente. E como o desenvolvimento avançou, possa assinar essa zona de desenvolvimento que Claudia citou o que Vygotsky chamou de zona de desenvolvimento proximal? Você pode assistir a este programa aqui no Universo TV, agora de volta a professores louca. Quando a professora escolhi essa criança, ela faz uma aposta na relação de ensino, porque é a relação de ensino, ela apontando e aí, O que é? O que significa ensinar ela falando, ela chamando atenção? E ele respondendo? Então eles estão engajados ali numa orquestração dessa atividade que é compartilhada ocorrida em dois erros. É essa, tudo bem, tem mesmo. Mas por que será que tem dois zero em alerta? Só mesmo as crianças, mesmo as professoras na prática da sala de aula, viagem Vygotsky andam juntos com a palavra nossas alfabetizadora, um conjunto de ações minha no dia a dia. A prática entendeu, É lógico que tem que ter, mas nesse momento você está mais ali preocupado com o que realmente a criança quis representar ali. O meu objetivo é chegar a um resultado final e que eu realmente faz as intervenções que auxilia a criança chegar, o que precisa chegar naquele momento. A teoria assim, esqueça totalmente, mas é na verdade. Assim, a intervenção que eu vejo para ajudar a criança a avançar, a ação é importante e através da sanção que a gente vê essas intervenções que leva a criança desestabilizar a chegar no que a gente quer o objetivo que a criança compreenda no processo de construção da palavra. A equipe da Univesp TV fez a mesma pergunta para duas veteranas pesquisadoras da educação, Bernadete Gatti e Maria Thereza Fraga. Rocco Bonito é que as professoras ficam muito próximas da criança, insistem pergunta Não criticam estimulam, fazem perguntas adequadas de comparação. Problematiza, incentiva a criança olhar pelas letras que estão ali ver até elementos em que a professora que é avançar no conhecimento da criança e teria, e uma visão de gotas que Ana da questão em que ela coloca uma dificuldade maior, mas ela vai conduzindo da dificuldade menor para dificuldade maior, abrindo espaços através de problematizações de pequenas perguntas rápidas, mas é um misto. Eu acredito que ele tem que usar tudo o que for bom para aquele proposta. Vamos dizer alfabetizar maravilhoso