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Alfabetização e Letramento - A contribuição de Vigotsky_ linguagem, aprendizagem e alfabetizaçãovideo play button

Transcrição


Oi Pessoal. O tema da aula de hoje é a contribuição de Vygotsky linguagem, aprendizagem e alfabetização. Antes de mais nada, tem que falar que vocês vão encontrar a palavra Vygotsky, escrita de todas as formas, com icon ipso não estranha. O mais importante é que o Vygotsky Vygotsky e apesar das bagunças que fizeram na tradução do nome dele, ele continua sendo genial. Super atual, esse cara ele é formado. Ele foi formado em Direito e resolveu estudar filologia, psicologia, educação, educação especial, literatura em sido da literatura, no ensino da língua, filosofia e aonde ele se meteu. Ele revolucionou os paradigmas esse esse pesquisador bielo russo que viveu na passagem na primeira metade do século nasceu no final do século dezanove. Morreu lá na primeira metade do século vinte, que revolucionou e causou. Assim o problema é que quando ele morreu, todos os trabalhos dele por motivos políticos foram proibidos e todo o trabalho dele. Toda a pesquisa dele ficou engavetada durante cinquenta anos. E esse material só chega no Ocidente cinquenta anos depois, com a maior atualidade para revolucionar vários campos, inclusive o da Educação. Bom aqui, tal Vygotsky bonitão, Não sim. Vygotsky, como eu diria para vocês, ele é um integracionista. Ele acredita que o ser humano se desenvolve na relação com o mundo e com as experiências. Então ele entende que o ser humano parte de uma bagagem física, de um suporte biológico orgânico. Parte disso, quer dizer, todo o homem tem essa conformação biológica e orgânica, mas com funcionamento plástico, que é isso. O cérebro tem um funcionamento, mas ele se adapta às diferentes condições. A partir desse dado físico, a gente tenha a dimensão interpessoal, que é onde o homem realmente se torna um ano na relação com os outros, na troca de experiências, nas interações. Então, é nas relações sociais, em um dado contexto sócio cultural, que o homem se desenvolve e põe todo o seu aparato físico para se desenvolver e para aprender. O resultado disso é um processo de internalização, no qual o homem literalmente o ser humano, literalmente vai trazendo o mundo para dentro de si. Então, ele passa do plano interpessoal para o plano pessoal, que é dentro de si mesmo. E esse é um processo ativo e transformador, porque ativo, porque o indivíduo vai na direção, ele se esforça para se apropriar do mundo. Ele não é o sujeito participativo, transformador, por que? Porque ao mesmo tempo que ele traz o mundo para se ele age nesse mundo e transforma esse mundo? E a partir disso, ele começa a aprender e se desenvolver e desenvolver as funções psicológicas superiores. São funções psicológicas, superiores, é aquilo que diferencia o ser humano, dos animais. São os comportamentos conscientes do ser humano, como por exemplo tem algum mecanismo para lembrar. Para resumir, para comparar para classificar, para catalogar e o vigor que botou fogo nisso, ele centrou fogo nisso, porque ele queria justamente entender o que há que fazer do homem um ser humano de fato diferente dos outros animais. Então aí fica essa pergunta quer dizer se todos nós temos a mesma, o aparato físico e orgânico? E se todos nós vamos pensar em pessoas vivendo numa mesma sociedade? Aí surge a pergunta Por que nós somos tão iguais e ao mesmo tempo tão diferentes? E foi Vygotsky que deu a melhor explicação essa pergunta que atormenta tanta gente, psicólogos, educadores, antropólogos. Foi Vygotsky que deu a melhor explicação para explicar para para tentar entender as nossas igualdades e as nossas singularidades. Para entender isso, ele propõe a teoria dos planos genéticos, ou seja, os canais de desenvolvimento. O primeiro plano genético é a filha oxigênio, a Filó. Genes e a história da espécie humana de como nós, seres humanos, chegamos a esse formato. Quer dizer, ao longo da evolução, como a gente chegou a ser do jeito que a gente é, por exemplo, com visão binocular, com o movimento de pinça bípede capaz de andar, etc. Então, esse é o plano mais amplo. O segundo plano é o da gênese. E o que é um gênio é o jeito como cada um de nós vive aquilo que é esperado no desenvolvimento humano. Vou dar um exemplo, uma criança, por exemplo, todas vão aprender a andar, mas um aprende a andar com nove meses e outra com um ano e dois meses. Então, é assim no curso do desenvolvimento humano, como que cada sujeito vai se desenvolver e aprender que é uma coisa mais pessoal dentro daquilo que já está programado para a espécie, A terceira, o terceiro plano da socióloga Gênio. Haja gênese. Seus genes. É onde realmente as coisas acontecem o ser humano convivendo, se relacionando, aprendendo, se, comportando, interiorizando valores, interiorizando linguagens. Então é aí que realmente esse ser humano se torna um homem. Quer dizer, esse aparato, filo genético e outro genético, ele ganha espaço dentro de uma dada sociedade num determinado mundo cultural. E finalmente, o plano mais fechado da microrganismo que a Microsoft Nise é a história de cada aprendizagem especifica, por exemplo, qual é a sua história para ter aprendido a guiar um automóvel qualquer a sua história para ter aprendido a desenhar ou tocado violino? Quer dizer, cada micro aprendizagem tem a sua história, o seu processo e que é o único para cada um. Então vamos tentar entender a filologia. Denise é o plano mais determinista que nos faz igual. Todos somos iguais pela filologia, mas na medida em que a gente aprofunda nesses planos genéticos, a gente vai caminhando por uma especificidade. Até a especificidade de como a gente vive a nossa espécie, não tô genise a especificidade de como a gente vive, associou gênios e no nosso contexto sócio cultural e a especificidade de como a gente aprende cada coisa e aqui, pela micropênis e dá para entender por que é que nós somos sujeitos tão únicos, tão singulares. Então veja que esse esquema contempla a igualdade e também a especificidade, porque cada ser humano é o único. Vamos agora considerar esses dois planos que o que realmente interessa para educação associou gênese e a Microsoft Gênio. Vamos ver a constituição das pessoas nas relações sociais. Imaginem vocês um sujeito, uma pessoa, não importa a idade, mas vamos supor uma criança, essa criança, esse aluno, esse estudante tem sempre uma relação com o outro, que é o que o vigor disse que chamava do outro social. Pode ser a mãe, pode ser o professor, pode ser um irmão, pode ser. Na verdade, nós temos muitos outros na nossa vida e que vão se relacionando com a gente, então esse outro aqui no singular, mas entenda numa dimensão plural das múltiplas pessoas que vão se relacionando com a gente, e essa relação, ela não é, Ela não se dá, não vaze nada. Ela se dá a partir de dentro de um universo histórico, cultural, universo, com linguagens, com valores, com saberes. E nesse universo nós temos também saberes, sistematizados que é um patrimônio da humanidade, a ciência, a arte, o problema. Há que se a gente deixar o sujeito na relação com os outros vivendo neste universo cultural, dificilmente vai se tornar um médico, um engenheiro, um dentista. Ou seja, esse universo histórico cultural, ele é tão caótico. O conhecimento está por aí, mas é difícil de organizar isso, visando um fim de formação humana. E aí vem então o papel da escola. Veja como a escola entra nesse processo. A escola está, ela justamente, entra como um outro social na vida do indivíduo que se relaciona com ele neste universo sócio cultural, com o objetivo de romper essas bolhas, e garantir e levar conduzir, nas palavras do Vygotsky, e mediar esses conhecimentos científicos, esses conhecimentos sistematizados o patrimônio aí da humanidade. E como é que isso acontece? Aí vem as três palavrinhas mágicas do vigor, a interação, que é a possibilidade que a gente tem de se relacionar com o outro de intercambiar ideias. A mediação, que é a possibilidade que a gente tem de conduzir para algum lugar daquilo que eu sei para aquilo que eu não sei, é tornar viável novos conhecimentos. E a linguagem, que é um sistema simbólico que organiza tudo isso é o principal meio de comunicação entre as pessoas para q