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Contabilidade Pública Aula 1video play button

Transcrição


sejam bem vindos a nossa primeira aula da disciplina Contabilidade Pública. Gostaria de iniciar e apresentando a vocês eu sou o professor Cristóvão. Análise Marinho Eu sou bacharel em Ciências Contrárias O curso de Especialização em Análise projeto dos sistemas Eu Tenho mestrado em Administração Pública O trabalho na área pública, há mais de trinta anos nas áreas de orçamento, contabilidade, finanças. É uma satisfação estar aqui, inicia nesta disciplina. Vocês. Então, vamos começar apresentando o conteúdo da nossa disciplina, ver o que é que nós vamos tratar na nossa na sequência das aulas, primeiro, nós vamos abordar o que veremos nesta aula aqui, no nosso estado, governo e administração pública. Então é esse o nosso primeiro assunto, em que nós vamos ver a estrutura do governo, da administração pública. Como é que isso funciona e qual é o conceito de Estado. Depois, nós vamos estudar as formas. Na segunda aula, as formas de financiamento da atividade estatal. Então o Estado obtém recursos para financiar a sequência. Na terceira aula, nós vamos tratar no item despesa pública. Ora, a despesa pública é como aqueles recursos que foram obtidos serão gastos, nada mais do que isso, é uma aula que complementa faz a contrapartida da aula na segunda aula. Na segunda, você fala de receita e na terça, terceira aula, você vai falar da despesa quarta-. Nós vamos falar dos aspectos introdutórios da contabilidade pública, a parte mais conceitual, os princípios contábeis aplicadas sobre a perspectiva do setor público, a questão do regime contábil, público e conceitos gerais. Na quinta aula é assim. Nós vamos entrar na parte, prática, Plano de Contas, sistemas de contas, registro, eventos etc. Na sequência, na sexta, nós vamos tratar das demonstrações contábeis do setor público, demonstrações específicas e diferenciadas em relação àquelas que vocês talvez tenha a oportunidade de ver na iniciativa privada, na sequência, sete Na aula não tratado. Um aspecto importante que trata da gestão patrimonial toda a parte de patrimônio, almoxarifado, movimentação de bens, registro, inventário que são atribuições da contabilidade pública. Dando sequência, nós vamos, então, tratar do Sistema Integrado de Administração Financeira, que é o SIAF, sistema automatizado utilizado pelo governo federal para fazer a gestão orçamentária, patrimonial e financeira. A execução na área pública federal, não aula. Vamos tratar da Lei de Responsabilidade Fiscal, um importante instrumento que conferiu maior importância ao aos orçamentos a própria função da contabilidade e vamos fechar na décima aula tratando do controle da administração pública. Vamos ver a sistemática e como é que a contabilidade tem que prover todos os meios para que seja possível controle interno ou externo que acumula. Agora temos aqui a bibliografia básica. Hoje nós temos aqui ter livros. O percurso das finanças públicas, do Edilberto Carlos Pontes Lima Temos o orçamento aplicado ao setor público, João Eudes Bezerra e temos a administração financeira e orçamentária do Sérgio Menos, Então essa seria a bibliografia básica de Áquila. Na sequência, vocês podem verificar na lama que nós temos então mais quatro edições, mais quatro livros que fazem a complementação dessa bibliografia. Então, basicamente para vocês terem registrado em um material à videografia referência dessa disciplina e agora vamos começar a nossa aula de hoje, tratando basicamente da do tema Estado, Governo e administração pública muito bem. Então vamos começar verificando os objetivos da nossa Aula. Hora onde hoje nós temos basicamente três objetivos primeiro, conhecer os elementos constitutivos do Estado. Depois nós queremos conhecer as estruturas do governo, da administração pública e finalmente vamos procurar identificar os princípios que regem a administração pública. Então, vamos começar, ficamos lá tentando conhecer os elementos que compõem o Estado. O Estado, como vocês podem ver aí nessa lama, nesses dizer, é uma organização juridicamente soberanos de um governo e um dado território sobre a gestão de um governo soberana de um povo melhor, dizendo em um dado território sobre a gestão de um governo. Então, aqui vejam só os elementos que constituem o Estado, nós temos um povo, território, governo soberano. Então, para que exista o Conselho de Estado, minimamente estes três elementos estejam presentes agora reparem que aqui existe mais rendimentos chamado finalidade, a finalidade, a razão da existência do Estado ainda separado, porque alguns autores consideram este quarto elemento, ou seja, é como existem, por exemplo, vocês duas correntes de entendimento com uma considera que é povo, território, governo, outro considera que apontem para o governo e finalidade, ou seja, ele coloca um quarto elemento. Certo é que reparem porque o governo, Então nós não podemos confundir a noção de governo soberano com o Estado. O governo, na verdade, é o gestor do estado dentro do governo é que nós temos. Então acho tripartição dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Ou seja, a teoria da tripartição dos poderes de Montesquieu também conhecido como Barão, de onde ele trata da organização do Estado e da divisão dos poderes. Ou então, não vamos confundir governo soberano com o Conselho de Estado, mesmo porque repare que os governos espaço, mas os estados, até simbolizado pelos seus símbolos, a bandeira nacional e as armas da República são são simples, permanentes, porque são permanentes, são símbolos que representam o Estado e não os governos. Perceberam que este é um conceito inicial. Hoje, nós temos então o foco nessa figura do governo. Agora vamos ver a questão da soberania, a questão da soberania. É uma questão preponderante. Não se refere à administração pública e a parte das finanças públicas da contabilidade pública. Porque, na verdade, o que vence a soberania está bem conceituado na nossa lama. O poder de organizar, organizasse juridicamente, fazer valer dentro do seu território, as suas decisões, a soberania, tão tem o poder de impor a sua decisão por sua decisão na ordem externa, porque internamente ela não reconhece nenhum poder que seja igual ou superior ou concorrentes na ordem, pela ordem interna e externa, ela não reconhece o poder superior, ou seja, externamente, a soberania pressupõe a igualdade de tratamento entre os estados. Aqui na lama, nós temos caracterizando algumas alguns pontos inerentes à soberania, que só ele é um poder ilimitado, Ou seja, o limite da soberania é imposto pelo próprio estado inicial do limite. Depois exclusivo, só o estádio pode exercê lo, ou seja, apenas o chefe de Estado que pode exercer a soberania. Então, veio bem a A República Federativa do Brasil, a República, o chefe de Estado que a presidente da República é o chefe de Estado e chefe de governo. Agora, o exercício da soberania se dá apenas na pessoa jurídica de direito externo Estado brasileiro, então nos estados e municípios, e são pessoas jurídicas de direito interno, onde não exercia soberania, esses seus direitos, as obrigações no âmbito interno. Agora, o exercício da soberania pressupõe a postura no ambiente externo, não reconhecendo poder superior. Então, só o Estado pode exercer. Depois, é originário, sempre não deriva de outro, de outro, de outra origem qualquer. Ele é um fim em si mesmo. Ele vem dele mesmo. Ele é originário, depois ele é incondicionada. Não existe condição para exercer a soberania. Soberania está acima de tudo, não está condicionado ainda, falando sob soberania. Aqui tenho uma parte interessante que se diz aos aspectos tratados por um filósofo inglês chamado Thomas Thomas Roberts, uma famosa obra que ele tem chamado Leviatã, uma reforma de poder do Estado eclesiástico civil, onde ele trata de vários aspectos referentes à estrutura da sociedade organizada. Então Thomas Horas ele considera o Leviatã aqui é uma figura bíblica, é um monstro bíblico que tem o poder, porque eles devorar tudo de absorver todos os direitos individuais, porque a soberania estamos acima de tudo. Era então se ela não social alimentar ela ela, ela não vai ter limi