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Contabilidade Pública Aula 2video play button

Transcrição


sejam bem vindos à nossa segunda aula da disciplina Contabilidade Pública. Hoje nosso assunto refere as formas de financiamento da atividade estatal. Ou seja, nós vamos verificar como é que o Estado obtém recursos para executar as suas atividades. Então vamos iniciar verificando os objetivos da nossa. Na aula de hoje, nós temos três objetivos. Primeiro nós vamos procurar identificar de como é que o Estado obtém recursos para o seu funcionamento com esse é o nosso primeiro objetivo. Depois, segundo objetivo, nós vamos conhecer as estruturas de classificação das receitas públicas dos créditos públicos da dívida ativa. Os conceitos são três formas de financiamento da atividade estatal. Depois, finalmente, nós vamos identificar as etapas, os estágios de execução das receitas públicas. Como é que eles se sucedem na sua execução? Não vamos iniciar dizer o seguinte qual é a origem dos recursos públicos? Atualmente, há uma tendência, já que apenas em receitas públicas financia atividade estatal. Mas isso, na verdade, é claro que as receitas públicas constitui se na maior parte dos recursos que o Estado dispõe para financiar as suas atividades. Mas, além das receitas públicas, existem outras duas que estão colocados ainda essa transparência que são quais são o crédito público, não está aqui a receita pública ou que a questão do Estado obter recurso através da tributação através das suas atividades. Mas o crédito público também é importante, que é a capacidade que o Estado tem de se endividar através da emissão de títulos, ou através da contratação de empréstimos no mercado financeiro. E, finalmente, as receitas vindas da dívida ativa, que nada mais são do que as inadimplências para com o Estado, que constitui também uma uma fonte de recursos que o Estado pode utilizar para financiar as suas atividades. Então, nós vamos verificar ao longo dessas aulas essas três formas de financiamento receitas públicas, concretas, públicos, dívida ativa. Então, vamos lá, vamos iniciar a dizer o seguinte para a palavra ingresso entrada ela. Normalmente, ela visa a identificar aquelas aqueles recursos ingressam nos cofres públicos. Só que nem sempre é assim, porque nem toda a entrada de recursos de recursos podem ser considerados como receita pública. E nós vamos ver o que é que isso representa com como é que é. Isso se caracteriza agora conceituando receita pública. E, na sequência dessa transparência, nós citamos o que a resolução do Conselho Federal de Contabilidade número mil cento e vinte e um de dois mil e oito, que na verdade é ela. Ela fala sobre a estrutura conceitual das demonstrações financeiras das demonstrações contábeis, isso que ela, mas ela traz uma definição de receita pública. Hoje, as receitas são aumentos ou melhor, receita pública não é desculpa. Aqui a receita de uma forma geral está, então, é uma receita sobre abordagem patrimonial, e não basicamente a receita pública legal. São receitas são aumentos nos benefícios econômicos durante o período contábil sobre a forma entrada de recursos ou aumento de ativos ou diminuição de passivos que resultem em aumento do patrimônio líquido e que não sejam provenientes de aportes dos proprietários da entidade. Então, temos aí algumas características que nós precisamos ter atenção. Primeiro, que ele diz aqui o que ela é, o aumento do ativo ou diminuição do passivo. Ora, se você aumenta o ativo ou diminuir o passivo, necessariamente você tem que fazer o que aumentar o patrimônio líquido. Então isso é muito importante. E olha que resultem em aumento do patrimônio líquido! Para que seja uma receita, é preciso que aumente o patrimônio. Victor. Se não aumentar o patrimônio líquido, você não pode considerar isso como a receita, porque nós estamos ressaltando essa característica aqui para nós, porque quando você vai para a área pública, você tem conceito um pouco diferenciado para a receita pública, porque a receita pública, você tem um conceito da receita não efetiva. Ora, como é que isso funciona? É o seguinte gente olha, na área pública a receita, ela, necessariamente para ser considerada uma receita, ela tem que poder ser utilizada para a necessidade pública, para atender os serviços públicos. A necessidade da população, se o recurso ingressar no cofre público e você não puder usado para esse fim, não é considerada receita pública. Outro aspecto é que o Orçamento ele ainda tem uma força muito grande na área pública. E o que você tem? Um conceito da receita orçamentária que não pode se confundir o conceito da receita patrimonial? Porque orçamentariamente? Então, se você vem de um imóvel você obter recurso, só que você fez um fato permuta, ativo. Então você aumentou o recurso, dinheiro e saiu bem imóvel, seu patrimônio líquido. Ele não diminuiu, ele não aumentou nem diminuiu, permaneceu mesmo. Então, você não pode tecnicamente dizer isso a receita. Só que no orçamento público e isso às vezes joga uma cortina de fumaça no entendimento patrimonial. Isso é considerado receita. Uma receita não efetiva é o que trata aí. Então, na área pública, a Receita são os ingressos nos cofres públicos, que vão custear as necessidades públicas, que aumentam o patrimônio público e vão custear a necessidade pública. Se não for assim, o que nós chamamos apenas de ingresso de recursos nos cofres público, que não pode ser caracterizado como receita pública, vamos ver aí na sequência, como é que isso funciona da hora? Como é que é assim? Então, você tem lá a entrada de recursos nos cofres públicos de uma forma geral? Então você tem a receita orçamentária que essa que eu acabei de falar. Que ela não é passível de devolução, é destinado a despesa pública, não isso aqui. Assim, essa característica de não passíveis de devolução e ser destinado às despesas públicas é que caracterizam efetivamente a receita pública, ao passo que você tem uma outra figura chamado ingresso extra orçamentário. Ou seja, que não entra no orçamento porque é porque no orçamento é onde você programa as receitas para custear as despesas onde se faz a previsão da receita. Mas você com base nessa previsão autoriza a realização de despesa. Ocorre que existe algumas alguns recursos que entra nos cofres públicos, que terão que ser devolvidos e não poderão ser utilizados para o custeio das despesas públicas. Então, isso nós chamamos de ingresso, está orçamentário. Então repare que nós tomamos cuidado, inclusive, utilizar a palavra ingresso ao invés da palavra, a receita. Mas alguns autores chamam de receita extra orçamentária. Essa é uma característica que alguns autores chamam assim, mas, na verdade não são receita, porque a receita volta a dizer Ela tem que necessariamente por se a atividade pública, Porque esses recursos extraorçamentários esses ingressos, está orçamentária, são passíveis de devolução e não são destinados a despesas conforme aqui nessa semana. Eles são parceiros de devoção e são destinados a despesas É porque eles são provenientes de calções de consignações, de depósitos. Terceiro, onde diário, que são as antecipações de receitas orçamentárias. Eu vou dar um exemplo para clarificar aqui. Eu acho que o exemplo cai bem aqui nessa hora. Suponha que o órgão público faça um contrato com uma empresa de prestação de serviços de limpeza e que, durante o contrato, seja exigido que a empresa deixe depositado numa conta caucionar nada, ou seja, um depósito em garantia do contrato, um determinado valor, ela vamos estabelecer quinhentos mil reais como exemplo, Por que? Porque o contrato exige isso? Porque, no caso, na eventualidade de algum empregado da empresa contratada causar um dano ao patrimônio público da empresa, a empresa pública, então o ente público pode não necessariamente uma empresa. Como nós já vimos, ela terá que ela poderá usar esse recurso para se ressarcir, sem necessidade de percorrer outras instâncias. Percebeu? Acontece que, ao fim do contrato, se nada acontecer, esse recurso terá que ser devolvido para a empresa. Então, por isso que ele é passível de devolução, percebeu? Então, quando o recurso orçamentário ingressa no cofre público, lá, no depósito