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Arte e Música na Educação Infantil - Dimensões Curriculares do Ensino das Artes Visuais e da Músicavideo play button

Transcrição


Olá, hoje nós vamos falar sobre os documentos nacionais produzidas para a gente trabalhar em sala de aula. Então, sou documentos amplos que trabalham com as questões curriculares da educação infantil, mas que eles também trazem concepções inovadoras conforme o documento. Então, já desde os referenciais nacionais da educação infantil, nós temos a mesma perspectiva que está inscrita nos documentos da BNC que a base nacional comum curricular nesses documentos, o que se privilegia em termos de aprendizagem e desenvolvimento da criança é o ingresso da cultura nos momentos de aprendizagem, sala de aula. Então, que cultura seria essa a cultura do universo da arte? No caso das artes visuais e da música, entretanto, a gente sabe que as crianças têm pequenininhas dessa idade da educação infantil. Elas trabalham de uma maneira quase que interdisciplinar. É muito difícil você segmentar tanto as linguagens como a interação com outras áreas de conhecimento que estão em jogo ali nas as situações de aprendizagem. Então, esses documentos, tantos referenciais curriculares nacionais, os requerentes que a gente chama da educação infantil, como a BBC. Eles tentam dar essa orientação. Para o professor, isso é muito bom, porque o professor pode ter um norte na hora de ele fazer seu planejamento dele, projetar suas sequências didáticas. Então ele pode saber mais ou menos que recortes da cultura ele pode trazer ali para suas aulas. Isso é muito importante porque a criança, ela deixa de ter aquela criação que apenas espontânea e natural, como se entendia antes desses documentos, ou seja, também nas práticas da escola renovada. Então esses documentos eles veio se dar esse tipo de proposta que a criança ela vai criar, mas ela vai criar em arte alimentada pelas culturas as quais ela tem acesso em sala de aula e isso é muito diferente das práticas anteriores. E a CAROL, que está aqui com a gente, ela tem muito contato com essas práticas cotidianas na escola. Você pode falar um pouquinho da transposição desses documentos para as nossas práticas ou alguma coisa do documento Claro, acho que o importante também é colocar que a BBC traz uma ideia de que a criança não só assimila a cultura, ela também produz, E ela também influencia a cultura, que é uma perspectiva muito interessante. Então, ela frisa isso no seu texto do campo de experiência, ligado às artes visuais e música? Então traz essa importância do professor organizar as situações de difusão de produção cultural. Também dentro da escola em que a criança organiza exposições, mostras, pode cantar, enfim, para outros alunos da escola e realmente conseguiu expandir as suas aprendizagens. Agora, pensando no campo da transposição didática que a gente pode fazer desses documentos, eu acho que tem uma coisa fundamental, que é o professor está integrado com os seus pares na escola para tomar essas decisões. Então, essa partilha de necessidades que os professores observam nas crianças, que são diferentes de comunidade para a comunidade, de escola, para escola. Então essas decisões precisam ser tomadas no coletivo de professores que está naquela escola. Isso é muito importante que se falou, porque a criança, ela vai passar por vários anos com vários professores. Então o desenho curricular é uma criação coletiva exatamente e os textos são abertos exatamente para que o professor tem essa oportunidade de ser autor também do seu currículo. Então os textos eles norteiam. As práticas estão ali para delimitar o que é fundamental na aprendizagem, mas a escolha é sempre dos professores. Então é importante que se faça coletivamente. Essa escolha, tosse, toma essa decisão. Então, isso assim, o documento ele não pode ser uma camisa de força para a criação didática dos professores. Ele pode ser um ponto de partida onde o professor pode se inspirar para redigir as suas sequências didáticas em diálogo com os pares. Porque essa criança, ela vai trabalhar alguns conteúdos no ano que ele tiver ministrando as aulas e depois ela vai passar para o outro professor. É interessante que haja essa diversidade de conteúdos. Outra questão Carol, é que essas crianças bem pequenas, elas trabalham muito mais com questões da ação, do plano de ação, que são procedimentos, conteúdos procedimentais do que com coisas mais conceituais. Então elas precisam a própria noção de experiência que está nessa abordagem. Essa visão de que tem que ser uma coisa de experimentação, mas também de reflexão. Mas a base não é ela assimilar conteúdos, repetir conteúdos, mas é apreendê los por intermédio de atividades que são envolventes para ela e que ela se sente integrada não só com aquilo que ela está fazendo, mas aquilo também tem uma vida social dentro da escola. Então a socialização nesses trabalhos, a crianças e perceber trabalhando, entre entre outras crianças que também estão criando na mesma linguagem, seja em artes visuais, seja em música, isso dá uma outra dimensão, porque promove também essa ideia de que ela é um, entre outros que estão criando que estão produzindo a partir das a partir das imagens. Isso é muito interessantes que o documento também traz essa ideia de campos, de experiências que não se limitam a uma linguagem. Então, nessa ideia de não ser fragmentada a experiência da criança, a criança, quando está explorando quando está vivendo e experimentando as linguagens, dificilmente vai fazer ter uma ação que não envolve o movimento, por exemplo, que não envolve os outros campos de experiência, mesmo da linguagem oral, do corpo em movimento da experimentação, dos gestos que até fazem parte da do desenvolvimento dela. A linguagem do desenho, por exemplo. Então a criança quando está experimentando ela está realmente vivendo a partir de diferentes linguagens. Então o campo de experiência traz isso, uma frase e dá a vida a gente criar integrações entre as linguagens. Carol Se o professor traz uma artista, por exemplo, o trabalho de um artigo na seja de música, de artes visuais, o que pode ser uma proposição para trabalhar, seguindo orientado pelo documento da MMC, qual pode ser um ponto de partida para ele fazer isso. Vamos é que ele possa. Ele pode escolher a música, ele pode escolher. O artista vai trabalhar com cultura brasileira ou não vai trabalhar com outras culturas. Também. Tem essa possibilidade de diversificar aquilo que ele apresenta. Mas como que é nessa faixa etária trazer um artista de trabalho de um artista para dentro da sala de aula? A gente acha que pode pensar a partir da ideia da aprendizagem compartilhada na aprendizagem compartilhada. A gente tem a ideia de que as crianças expandem o seu repertório na interação com o colega. Quando a gente pensa com uma imagem de algum artista, não é tão diferente disso. Então é a criança poder experimentar e ter uma experiência com uma imagem que foi produzida por outra pessoa. Mas então, por exemplo, o professor pode trazer vídeos dos artistas pintando dos movimentos que os artistas fazem. Tem artistas inclusive que investigam isso, como que são as marcas que os gestos e os movimentos produzem em diferentes superfícies. Então, essa experiência de interação com o artista e com ele também. Assim, as imagens que ele cria pode trazer uma expansão do repertório da criança, tanto em relação aos gestos que os artistas podem fazer, as experimentações que eles podem fazer quanto com as imagens, também é o professor que vai criando essas pontes de interação, vendo como é que a criança se relaciona. O que é que a criança disse, por exemplo, a respeito de uma imagem que chama a atenção dela ou que não chama que a criança não gosta para poder expandindo? Então é fundamental que o professor ele esteja muito atento enquanto a criança está observando alguma imagem de algum artista que ele observa. O que é que a criança disse? Como é que aquela imagem influência ou não? O jeito de fazer da criança e, a partir disso, e pensando junto com o grupo que é feitas aquela imagem, trouxe para o grupo essa mediação. Ela é muito diferente da mediação do fundamental um, do fundamental dois. Porque nessa transposição didática a gente tem qu