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ESTUDOS DISCIPLINARES UNIDADE II VIDE1video play button

Transcrição


o aluno seja bem vindo a mais uma aula. Sou professor Maurício Felipe Gonzales e nessa oportunidade faremos a aula, a unidade dois dos nossos estudos disciplinares e o tema escolhido para os estudos disciplinares, ambiente econômico global para empreender uma discussão da globalização econômica e o advento e avanço da globalização econômica em termos de uma sociedade capitalista. E só para lembrarmos a unidade de um. Nós tivemos contato com o significado do termo economia política da globalização e abordamos os assuntos referentes aos diferentes conceitos sobre globalização, bem como as dinâmicas da globalização. Então, eu trouxe para você, naquela unidade questões mais conceituais e falamos também das dinâmicas, ou chamada esferas ou chamados chamadas esferas da globalização, a globalização tecnológica, globalização produtiva, a globalização comercial e também a globalização financeira. Nesta unidade, nós vamos ver a globalização, ainda suas dinâmicas das esferas, produtiva, comercial, financeira e tecnológica, seus processos e seus desafios. Enquanto o mundo contemporâneo, E aqui os desafios são obstáculos que são tratados ou travados melhor dizendo em alguns ambientes da evolução capitalista, que não permite a evolução do sistema globalizado, das economias, a uma perfeição para diferentes países que participam das relações internacionais. E nesse aspecto eu abro aula com você com dois questionamentos norteadores, acompanha comigo a leitura, quais são os obstáculos, as dificuldades que o processo de globalização encontra para promover as maravilhas que anuncia? Porque, como eu trabalhei com você o assunto a cerca da unidade um Falamos que as diferentes esferas da globalização ela promove um melhor relacionamento inter capitalista e o melhor relacionamento e inter social e a própria sociedade melhorar as suas condições de produção. A partir do momento que o mercado aberto, ele é mais favorável às trocas financeiras, as trocas comerciais, as trocas tecnológicas e assim por diante. Participam do princípio de que o relacionamento internacional ele seria benéfico para todos os países que dele participavam. E nesse aspecto, nós estamos em conjunto com a dinâmica capitalista, que é explicada pelo filósofo limite quando ele pensa na questão da liberdade económica. O liberalismo econômico, sem a interferência do Estado, sem entraves, promove melhorias sociais para todos os participantes de um comércio internacional. E aí nós levantamos então esse questionamento. Mas do ponto de vista de obstáculo, porque a nós parece que o mercado globalizado ele não promove o bem estar econômico para todas as sociedades da mesma forma que preconizava, desmente a sua época E aí vamos então para, segundo, um palco para o segundo questionamento diante de tantas mudanças e promessas de melhorias? De que forma a aldeia global. Ou seja, se o ambiente globalizado poderia propagar os benefícios que são aí acalorados pela globalização? Então basicamente esta unidade dos estudos disciplinares a unidade dois, ela versa sobre esses dois questionamentos principais. O que eu vou apresentar aqui para você? Eles estão mais ou menos com relacionados a tentativas de responder a essas duas questões aqui iniciais. Por isso que logo no início da aula já trago para você. Esses dois questionamentos, na verdade, são que debates que estão colocados na atualidade sobre o assunto e quem se debruça sobre esse debate Historiadores, sociólogos, economistas, administradores, gestores de forma geral, ou seja, toda a comunidade mundial que participa do processo globalizante. E essa comunidade global não precisa ser somente empresários ou trabalhadores, mas todos aqueles que, de forma direta ou indireta, participam do processo ou recebem as consequências e os impactos desse processo da então a questão da comunidade global. E para falarmos de questão de obstáculo à necessidade de vermos o que é o capitalismo de que forma que o capitalismo ele avança em termos de sociedade. Então, por definição, Capitalismo é um sistema de capital que se valoriza na capital, o capital investido em bens de produção. Esses bens de produção geram capital. Esse capital será mais valorizado ao longo do tempo. Ele funciona de forma cíclica e experimenta momentos de euforia e momentos de decadência. Então o capitalismo ele funciona de uma forma cíclica. Porque porque ora, ele apresenta pontos de ruptura com o crescimento econômico e pontos de ruptura com decadência. Então uma hora as economias elas estão uma envergadura de crescimento econômico. Em outro momento, elas estão num período de decadência e o principal estudioso sobre o sistema capitalista e aquele que denuncia e faz uma crítica ao capitalismo, vai ser o marques, então, para acalmar, que se trata se de um sistema repleto de contradições e um outro estudioso do capitalismo, o economista austríaco Joseph Alois Schumpeter. Ele explica que o capitalismo é algo que tende a sua própria destruição por conta das suas contradições, que são inerentes ao sistema. Então são interpretações que são efetuadas sobre o sistema capitalista. Para outros, para outros estudiosos, o sistema necessita falhar, porque esta oportunidade que cria um ambiente propício às inovações tecnológicas, então, para outros, no período de decadência, no período de recessão, que se modificam os processos de produção e aí ao desenvolvimento tecnológico do ponto de vista da criação e da inovação, e nesse sentido é importante a geração de inovação e a geração de criação no ambiente de negócios, para que o capitalismo volte então ao crescimento econômico como proposto anteriormente. Então, como funciona os movimentos cíclicos do O Capitalismo? Então esses movimentos cíclicos do capitalismo? Eles representam algumas fases Primeira fase Inicialmente considerados certos níveis de investimentos, inovações tecnológicas a economia tende a crescer, então ao desenvolvimento tecnológico essa tecnologia ela é aplicada nos meios de produção. Os meios de produção geram um volume de produção superior e crescente, e a então nós temos um crescimento econômico e o crescimento da produção. Depois o crescimento no longo prazo, ele começa a apresentar taxas de crescentes em função de que, em função de novo, toda a inovação tecnológica e toda a criatividade que foi exercida no período anterior agora e para o futuro, ela torna se entre aspas obsoleta. Ela torna se rotineiro e Zada já não apresenta mais questões de modernidade e se ela apresenta se como rotina rotineira e Zada e não apresenta mais questões de modernidade. O que acontece? Cai o consumo dessa modernidade que foi gerada anteriormente da então, que no longo prazo, o crescimento é dado por taxas decrescentes. Aí a outra fase, A queda na taxa de lucro provoca depressões Então, o período em que a economia ela está em decadência. Há também uma ruptura com o crescimento dos lucros empresariais e rompendo o crescimento dos lucros empresariais. Nós vamos ser o quê? Uma depressão e essa depressão? Ela é proposta pela inabilidade dos empresários em encontrarem fontes lucrativas para seus investimentos na produção e para escapar das depressões que a última fase. Para escapar, então, da depressão e da queda do lucro, o capital sai em busca de outras inovações e, novamente, volta a crescer. Então, olha o movimento cíclico que falávamos anteriormente. Primeiro um processo de crescimento, maturidade, declínio e depressão. Depois volta tudo isso daqui novamente para um processo de crescimento e depois para um processo de declínio e depressão de novo. Quem é que contribui para isso? Os centros de pesquisa e desenvolvimento tecnológico atrelado a questão científica, Então a questão científica, a questão da pesquisa, a questão do desenvolvimento, ela é muito importante nesse processo cíclico do capitalismo. E nestes laide eu tenho para você que uma demonstração dos ciclos econômicos e inovação tecnológica ao longo de um período selecionado e esse período selecionado vai aqui do ano da década melhor dizendo mil setecentos e oitenta e cinco. E aí ela avança para mil oitocentos e quare