A maior rede de estudos do Brasil

Transcrição


hoje a gente foi bem. Hoje a gente vai falar de jurisdição, ação e em seguida, vamos falar dos princípios da jurisdição. É um prazer estar aqui de novo com vocês. A gente está acabando no nosso curso para entrar na nossa reta final e protege. Tenha calma, Está chegando a hora. Vai dar tudo certo. Vamos então, processual, civil. Alexander Augusto depois você adiciona lá no Facebook, está cuidado que não de pobre. Tem. Essas coisas tinham complicada? Alexandre Então hoje, excepcionalmente eu vou digitar que as coisas vão escrevendo e vou mandar para você o material com esse detalhamento. Mas é bacana você escrever também a gente vai falar de jurisdição. Sempre se trabalha a ideia de jurisdição, ação, o processo, jurisdição, ação, processo se de ser a trilogia aqui no nosso direito processual, bom sobre essa história de jurisdição, ação em processo, o processo, um instrumento por meio do qual eu exerço o meu direito de ação que retira a jurisdição da inércia. Então, o processo é um instrumento por meio do qual eu exerço o meu direito de ação, retirando a jurisdição da inércia, ou seja, provocando essa jurisdição do Estado por meio do processo. Eu exerço o meu direito de ação que provoca essa função jurisdicional do Estado. Então a gente começa trabalhando a jurisdição. A jurisdição está relacionada com a função jurisdicional do Estado. Aquela ideia de função típica dos poderes legisla administrar julgar a doutrina. Vai dizer então que a jurisdição está relacionada a essa função jurisdicional do Estado. Pois bem, quando a gente fala dessa jurisdição, temos de mostrar algumas características dela. Características da jurisdição A característica da jurisdição mais importante, número um é a inércia. E quando eu falo de inércia, posso dizer a você que ainda está traduz que nenhum juiz atua, se não quando provocado. Isso vem lá do artigo Segundo relativo segundo, você, vai encontrar que nenhum juiz atua, se não, quando provocado em vice, prestará a tutela jurisdicional. Se não, quando provocado. Nos casos de formas legais, você vai encontrar lá no artigo, segundo o juiz preso pelo juiz da nossa, não quando provocado nos casos em formas legais, a ideia da inércia lá da física que diz que o corpo que estava parado para ele vai continuar uma vez em movimento em movimento, ele continua, Já vão trabalhar essa ideia? Então a primeira história, que é a inércia esse princípio e a gente não é absoluto. Está realmente um juiz atua quando ele é provocado a ideia da inércia. Mas esse sensível, ele tem exceções. Aí um aluno na turma foram prossegue ao caso do habeas corpus. Pode ser um habeas corpus aydin. Domicílio pode ser a tua de ofício. Eu tenho também aqui os artigos novecentos e oitenta e nove mil cem, vinte e nove mil cento e sessenta etc. Outros artigos aí do código, O que vão falar que o juiz pode iniciar um processo de ofício independente de provocação da parte? O juiz pode dar início a esse processo de ofício nem se preocupa em dar uma olhada o que eu queria. Mesmo que você soubesse que esse princípio da inércia, ele não é absoluto. Em regra, o processo para começar precisa da provocação da parte bom. Sobre esse princípio a gente tem um outro princípio, que é o princípio do impulso oficial. Esse princípio do impulso oficial vai indicar para a gente artigo dois mil e dois vai indicar para a gente que o processo começa por iniciativa da parte, mas ele se desenvolve por impulso oficial. Então ele segue por suas próprias pernas. Eu não preciso pedir para o juiz dar andamento nesse processo. Muito cuidado com esse princípio do impulso oficial, porque quando eu falo de impulso oficial, poderia dizer para você uma história das intimações. O processo foi jogar a senhora por conta do princípio do impulso oficial, o processo é certo que ele se desenvolve, independentes de requerimento da parte por todas. As informações são sempre feitas de ofício. Outra das informações são sempre feitas de ofício vem se você recorda disso. Nós falamos lá no artigo Duzentos e trinta e cinco, dois, três, cinco de gestão Conferir para você, dois, três cinco. É isso mesmo que, em regra, as intimações são feitas de ofício, diz. O dois três cinco. As informações efetuando de nove cem processos pendentes, salvo disposição. Em contrário cuidado com essa história, Então, porque as intimações, elas são feitas, em regra, em regra, de ofício. Cuidado com esse em regra. Eu te disse que nem toda a intimação o juiz fazer ofício, porque em alguns casos ele vai precisar da provocação da parte. Em alguns casos ele precisa que a parte de quem é a testemunha que quer ser ouvida, que pergunta se ela vai querer ou não fazer perguntas para o perito na audiência. Então, a intimação aí não parte de uma atitude de ofício do juiz, depende de uma provocação da parte interessada. Tá bom. Então o princípio da inércia não é absoluto. E essa história do impulso oficial traduz que o processo tem continuação, tem andamento por oficial, sem precisar dividir. Isso também não é absoluto, Pode. Nesse princípio do discurso oficial, a gente vai tirar um outro princípio desse princípio da inércia, da inércia. Eu vou tirar o outro. Daí nessa, a gente tem um princípio que é chamado da a distribuição, a discrição ou congruência Que esse princípio da discrição ou com doença olha esse princípio. Ele disse que o juiz ele tem limites ao decidir o processo, o limite do juiz é exatamente aquilo que foi trazido como provocação. Então, aqui eu te digo que o pedido que é trazido ao processo, o pedido, ele limita, limita o juiz, ele limita a sentença. Porque quando o jogador vai decidir aqui ele tem que estar a distrito, aos pedidos que foram formulados. Ele não pode extrapolar o pedido que foi feito. Essa é a regra que você vai encontrar no artigo Cento e vinte e oito do CBJD. Essa é a regra. O juiz não pode decidir fora daquilo que foi pedido. Veja que isso decorre do princípio da inércia, porque se há inércia, diz que o juiz surpresa tutela jurisdicional quando ele é provocado certo, é o certo é que, uma vez provocado, ele só pode atuar nos limites da provocação a regra dos cento e vinte e oito. Ela traz, portanto, essa informação, mas admitiu que esse princípio também tem algumas exceções. Então o juiz tem matérias que eles podem conhecer de ofício. O juiz tem matérias que pode conhecer de ofício, Então as matérias de ofício, analisar a vez de ofício de ofício, matérias que podem ser conhecidas de ofício ou melhor, sim, matérias que podem ser conhecidas de ofício. Se existe uma matéria que ele pode conhecer de ofício, isso não o impede de conhecer. Seria uma exceção a essa regra da prisão. Eu tenho ainda que o que a gente chama de pedidos implícitos, pedidos implícitos e em certo é que esses pedidos implícitos eles estão na petição. Até a gente poderia analisar se seria uma exceção a isso ou não, mas eu quero trazer para você essa informação que existem pedidos implícitos na petição. Esses pedidos estão lá. Daí até nem seria melhor a gente colocar? Como exceção não, mas deixa aí no seu caderno pedido simples Quais são eles? São mil nove Correção monetária, correção monetária, juros, despesas processuais que a gente havia trabalhado antes, honorários advocatícios e prestações vincendas correção monetária e juros, honorários advocatícios, despesas processuais, prestações, vincendas também. Então esse essa regra da discrição não impede que o juiz conheça dessas matérias os honorários. Entrou aqui dentro, ótimo. Ainda sobre esse princípio da inércia a gente poderia falar dos honorários, mas aqui já trabalhei os honorários. Poderia falar da história de danos? Morais? Fala duas coisa para você Eu acho que isso a prova não chega aqui, não Súmula quatro cinco três do STJ. O que diz a súmula quatro cinco três Desta Angela? Fala assim olha se o juiz não condenou em honorários advocatícios, o juiz não condenou em honorários advocatícios, sucumbenciais e o advogado também não recorreu. Ele não pode posteriormente cobrar esse valor. Entenda O juiz na sentença tinha quem estabelecer a condenação de valor de honorários advocatícios comerciais.