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Transcrição


só agora a gente finalizou intervenção de terceiros. Vamos passar para atos processuais. Você vai perceber que em atos processuais e muita leitura da lei, também são os terceiros. Tem que ter mais calma para compreender o instituto. Às vezes, a proposta é um exemplo, aqui é muito mais da leitura da lei mesmo. Então, é passar o Gre Fathers, fazer aquela setinha que ele coraçãozinho aquela festa amarelo vermelho, a cor que for aqui a lei mesmo local, vamos trabalhar cento e cinquenta e quatro duzentos e quarenta e dois, e depois de cinquenta e um a duzentos e cinquenta e sete. Olha só qual é a forma dos atos processuais. Gente em regra não tem forma em regra, não tem forma. Agora se a lei exigir uma forma, você tem que observar essa forma da lei. Se tiver, observa a forma da lei, sob pena de nulidade. Então, em regra, não há forma específica se tiver uma forma, eu tenho que observar aquela formalidade que a lei exige. Se tiver essa formalidade e eu não observar o que diz a princípio a nulidade, a princípio, haverá aí nulidade é uma coisa que havia outra olha aqui, eu tenho que fazer uma observação, porque, alem, disse, que mesmo que dessa forma, você não observado ela, se atingir a finalidade do ato, se atingir a finalidade, o pessoal aí eu não preciso decretar nulidade, não se atinge a finalidade, Esse ato é considerado válido. E se você entendeu, então o ato não tem forma. Se a lei exigir, ele vai ter essa forma específica. Ele terá de observá la sob pena de nulidade. A lei exigiu, Eu não observei, mas atingir a finalidade, o a fé válido, o que importa a atingir a finalidade, o que a gente chama de princípio da instrumentalidade das formas, instrumentalidade das formas A forma é apenas um instrumento para praticar o ato, não é mais importante do que o ato em si. Não é mais importante que o conteúdo em si, essa estrutura, o artigo, mas ainda uma vida. Depois, bom, todos os atos podem ser por meio eletrônico. Pode ser produzido, armazenado, arquivado, assinado eletronicamente. Hoje a ideia de processo eletrônico está bem grande, Então você fica fácil de guardar isso na prova do CNJ. Se perguntou isso aqui. Olha, todos os atos podem ser vernáculo ou devem ser vernáculo? Sim, Todos devem serem português todos os atos do processo em português. Tem advogado, tem juiz que gosta de colocá la em latina expressões em latim. A lei diz que tem que ser em português. Se ele não está em português, ele tem que ser traduzido para encontrar mais arte sobre o segredo de justiça. Será que as partes podem convencionais, que aquele processo delas corre em segredo de justiça? Não pode? As partes não podem convencional? Quem estabelece isso, o juiz ou são os casos indicados na lei? Então, de segredo de justiça? As partes não podem convencionais, ou é aquilo que, além de cor, é aquilo que o juiz estabeleceu? O juiz entende que esse processo merece o segredo de justiça. Olha, o artigo um cinco cinco fala para a gente. Corre em segredo de justiça o processo em que o interesse público exigir. O juiz que estabelece o juiz, estabeleceu A lei traz alguns casos casamento, filiação, separação, divórcio, alimentos e guarda. Nesses casos, além de ou indicou o juiz, indicou. As partes não podem fazer acordo. Cuidado com parágrafo. O direito de consultar os autos é dos advogados e das partes das partes de seus procuradores, seus advogados, o terceiro que tiver interesse jurídico, ele pode pedir uma certidão dos atos do processo. Vamos ter cuidado com esse artigo. Cento e cinquenta e cinco. As partes não podem convencionais o direito acesso aos autos das partes e seus advogados. O terceiro que tiver interesse jurídico pede uma certidão dos atos do processo. É isso aí, qualquer lugar para a prática de um ato processual em regra, em regra, ele é praticado na sede do juízo. Mas a lei estabelece algumas exceções de, todavia, se praticado em outro lugar, em razão de deferência. Imagine que a presidente da República vai ser ouvida. Então, eu vou dar oportunidades para Marcão de um horário que ela quer ser ouvida em um local. O interesse da Justiça, obstáculo muito pelo interessado e acolhido pelo juiz ou acho que é uma questão, pode ser praticado na sede do juiz, digamos, uma senhora, uma apreensão de veículo, uma situação que é feita na rua, então a regra sede do juízo e qualquer horário para a prática desses atos, qualquer horário. Além disso, de segunda a sexta de seis às oito por dizer. Desculpa, segunda sessão ele fala dias úteis. Desculpa. Eu pensei numa coisa a lei estabelece dias úteis, de seis às oito tem que é dia útil dia útil. Não é de segunda a sexta era isso que estava imaginando que estava foram pra vocês. Não é de segunda a sexta, de segunda a sábado, de segunda a sábado, De onde eu tiro isso? A lei estabelece que os feriados, os feriados são aqueles os domingos ou aqueles indicados na lei. Os feriados são, então os domingos ou os indicados na lei. Usados são praticados de seis da manhã às vinte horas. Agora posso concluir um ato após a vinte. Ele foi iniciado antes das vinte horas. Iniciado antes das vinte, ele pode ser concluído depois desse horário. Comecei a fazer uma apreensão às sete e meia, deu oito horas. Ainda não têm nem de apreender os bens, apreendeu o veículo. Pode dar continuidade toda vez que o adiamento prejudicar o ato processual. História de horário especial que é isso horário especial, ele é dado pelo juiz, ou a lei já prevê, como código Processo penal, prevê a Lei dos Juizados. Prevê esse horário especial sem para praticar um lado nos domingos e feriados. Domingos e feriados antes da seis também e após as vinte horas, então essa estrutura fora desse horário convencional e aqui eu posso, sem problema algum, fazer uma situação onze e meia da noite. Duas da manhã, três da manhã, sem problema algum. O que eu não possa proteção que a lei traz. A Constituição traz é do asilo, inviolável. A casa é asilo inviolável da pessoa. Não posso violar, mas se a pessoa abrir espontaneamente, não tem problema. Não há nada para fazer o arrombamento. Aí o advogado vai chegar lá no fórum com uma petição no sábado e vai querer entregar essa petição lá para a segurança do fórum que salvo de forma aberta a petição, os atos que são praticados por meio de petição eles observam o horário do expediente, horário do expediente. Então, se você tem os dispositivos para dar uma olhada, cuidado com essa história de férias e feriados, férias e feriados, Isso altera alguma coisa nos prazos, altera? Olha, nós ainda temos as férias forenses, férias coletivas nos tribunais superiores e no Supremo Janeiro e julho férias coletivas para os ministros. Então, nessas férias coletivas, como funciona a questão dos prazos? Ou você poderia imaginar hoje a questão do recesso? Recesso judiciário de vinte de dezembro até o dia seis sete de janeiro. Se já está correndo o prazo, como funciona além disso, para veio as férias para o prazo, razão nas férias? Só as férias, feriados, não em razão das férias, para o prazo e o que sobrar, a gente conta. Depois que encerrar essas férias, eu suspendi a contagem do prazo e o que sobrar começa a contar do primeiro dia útil seguinte ao termo das férias. Como regra, não se praticam atos processuais como regra. Não se pratica, a não ser que seja uma exceção, a não ser que seja um ato urgente. A lei fala a produção desse porte de provas. Vários outros casos. Quero que você guarde se situação a fim de evitar o perecimento de um direito. Situação para evitar o oferecimento de direito. Tem outros tantos casos. Guarda em si para evitar o perecimento do direito. Pode guardar a produção antecipada também. Esse pode ser praticado durante as férias e nos feriados. Isso não veem problema nesses casos. Imagine o recesso do Judiciário, mas foi juntado mandado aos autos no dia vinte e oito de dezembro. É feita a juntada o prazo. Começa a contar a juntada do Haiti do mandado do correio. O prazo para a pessoa vai começar no dia vinte e nove aqui, porque foi ajudar o dia vinte e oito? Não. O prazo para a resposta do réu só começa a correr primeiro dia útil seguinte ao termo das féria