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Direito Processual Civil - Aula 02 - Capacidade (Parte II)video play button

Transcrição


olha só ter bom, vamos voltar aqui. A gente falou de apesar de ser parte de quem pode ser parte do processo com que a pessoa e até quem nem a pessoa, a pessoa física e pessoa jurídica e as pessoas formais. Falamos aí de quem pode estar em juízo, que é capaz. O incapaz precisa ter suprindo essa incapacidade. A propósito, você pode ter uma nota aí de um detalhe que é bem interessante vai ter. A questão vai cobrar depois, ou quando eu falei da história do absolutamente incapaz, relativamente capaz, então, anota aí no seu caderno seguinte. Essa história que olha isso aqui só se aplica somente para só se aplica para pessoa física. Essa história de absolutamente incapaz, relativamente capaz é só para a pessoa física, porque a pessoa jurídica, você nunca vai ver uma pessoa jurídica absolutamente incapaz ou relativamente incapaz. Mas é que quando a prova pergunta isso, dá um medo ela dizer que só pessoa física, mas é, só você, vai ver. Então a gente parou Aqui, olha, além dessa capacidade para estar em juízo, falamos o curador especial, trouxe para você o detalhe do artigo doze. Você tem que tentar guardar essas hipóteses tentar! Não. Você vai conseguir, porém, o artigo cinquenta que não têm relação. E aí a gente passa para a capacidade de chamada de capacidade postulatória, capacidade postulatória, para postular em juízo, assinar uma petição. Falar com o juiz irão uma audiência recorrer. Isso é dado ao advogado, é o advogado que tem essa capacidade, postulatória exceções. Olha como exceções, eu tenho um membro do Ministério Público. Eu tenho juizados especiais até vinte salários mínimos. Eu tenho a própria Justiça trabalhista, justiça trabalhista, causas Aí até o Twiter, nós o Galo tratadas hipóteses dentro do código. O código fala assim não precisa contratar um advogado. Você pode atuar que ele chama em causa própria. Quando é que eu não vou precisar contratar um advogado, eu posso atuar em causa própria. Três casos três situações quando eu mesmo tiver, quando tiver a habilitação legal, quando tiver habilitação legal, ou seja, eu sou advogado, então eu não vou precisar contratar. Voltou a em causa própria, quando diz a lei, não tiver advogado no local quando não tiver advogado no local. Mas hoje isso vai ser bem difícil, não tenha divulgado no local, é que nosso código é de mil novecentos e setenta e três, talvez em setenta e três isso fosse possível. Hoje eu acho difícil. E o outro caso, que a gente tem quando todos advogados do local, quando todos recusarem a causa, todos recusarem, todos alegam estar impedidos. Então, nessa situação eu dezembro, que possa atuar em causa própria. Hoje em dia, esse caso, esse caso é praticamente impossível. Esse aqui é bem comum, ótimo. Saiba todos. Bom, desde vinte e seis a pessoa representada em juízo pelo advogado legalmente habilitado é possível postular em causa própria, diz a lei. Quando eu mesmo tem habilitação legal, quando falta advogado no local ou todos recusam ou alegou impedimento para pegar minha causa, e a lei passa a trabalhar. O que se chama de instrumento do mandato, instrumento do mandato? Que esse instrumento do mandato, gente isso aqui a procuração, a procuração, é o instrumento do mandato. O advogado, para ir a juízo, ele tem que levar a procuração. Mas a lei, excepcionalmente, vai admitir que o advogado atuou sem essa procuração, excepcionalmente, quando é que ele pode atuar sem procuração? Além disso, sem procuração, quando se tratar de atos urgentes, atos urgentes ou para evitar prescrição e decadência. Então, para praticados urgentes ou para evitar a prescrição e decadência. Nessa situação, ele se compromete a apresentar a procuração num prazo de quinze dias, prorrogáveis por mais quinze dias. Então, já deixei aí um espaço para a gente. Só preencheu sem procuração, atos urgentes e para evitar a prescrição e decadência, apresenta no prazo de quinze, prorrogáveis por mais quinze. E se ele não apresentar os atos do processo, diz a sua prova. Os atos do processo serão nulos, faz sentido. Mas não é isso. A lei diz que os atos do processo serão considerados inexistentes. Classifica se, então, essa capacidade postulatória, como o que a gente chama de pressuposto processual, de existência pressuposto processual de existência. Então os atos serão considerados inexistentes. Não deixa a prova. Tinga na. A gente não está falando de validade, nem de eficácia. A gente está falando de existência. Esse é o ponto existência não é validade nem eficácia, porque ela vai dizer que os atos são nulos ou que usados são ineficazes. Não é isso e quem responde por eventual prejuízo causado. O advogado atuou, não tinha procuração, ele não levou. Quem responde, é o próprio advogado, é o próprio advogado quem vai responder pelos danos causados à própria divulgado. É a história de se dizer que o bonzinho só se ferra. É isso mesmo o advogado que ser bonzinho para aquele amigo que falou pelo amor de Deus. Ajuiza ação lá contra o plano de saúde. Meu pai está internado, depois a gente possa procuração é urgente demais para obrigar o plano de saúde a pagar a cirurgia. O advogado entra com ação depois que conseguiu a liminar para o plano Saúde pagar a cirurgia e ele paga autoriza a cirurgia, A pessoa some melhores sono. E aí, quem fica com a bomba? O próprio advogado? Então, onde isso? Cuidado com essa história de atos inexistentes, mas, em dezembro, sem saber do mandato, o advogado admitida procurar em juízo. Todavia, ele pode nome da parte em declaração para evitar de cada em sua prescrição, bem como intervir no processo para praticar atos urgente. Nestes casos, eles se obriga independente, causam a exibir os também do mandato em quinze dias, prorrogáveis até outros quinze dias. Os atos não ratificado do prazo serão ávidos por inexistentes, respondendo o próprio advogado por despesas e perdas e danos. Ótimo, bom. O dispositivo seguinte fala de poderes na procuração, Quais poderes eu posso dar ao advogado da procuração? Existe o tal do Poder Geral? Existe o poder especial? O poder geral permite que o advogado faça tudo, salvo aquilo que a lei exige, o poder especial. Então, com esse poder geral, ele pode fazer tudo salvo aquilo que ele precisa de um poder especial sobre os poderes especiais. Quais Adams, advogado aqui precisa de poder especial três quatro, cinco, seis, sete, oito casos que ele precisa de um poder especial Oito casos eu vou lá em casa para vocês, mas a lei vai dizer receber situação inicial. Renunciar, transigir, reconhecer a presença pedido, confessar, firmar compromisso da área, firmar compromisso, receber a quitação da quitação. A lei traz várias hipóteses aí que ele precisa desse poder especial. Olha a procuração geral para o foro conferido por instrumento público ou particular, assinado pela parte, não precisa reconhecer firma, tem um detalhe interessante não precisa reconhecer firma. Basta que ele seja assinado. Pela parte HABILITA divulgada praticar todos os atos do processo, salvo para receber esta ação inicial. Confessar reconhecer a procedência do pedido, transigir desistir, renunciar o direito sobre o que se fundação receber e dar quitação, firmar compromisso olha, o Cespe não vai copiar e colar para você. Ele vai contar uma história, vai perguntar a seu advogado, pode fazer um acordo com o advogado da parte dele. Pode fazer acordo. Depende do que diz a procuração. Ele pode confessar pode desistir. Renunciar ao direito depende do que diz a procuração. Não se esqueça parágrafo único. A procuração pode ser acessada digitalmente, com base certificado, autoridade certificadora. E aí a gente vai falar dos deveres do advogado. A lei traz um dever específico, que é o de indicar o seu endereço no artigo trinta e nove. Então, eu tenho a exigência de um advogado indicar o seu endereço. Ele vai indicar o endereço mais as atualizações de endereço, desde a ver se ele não atualiza o endereço. Presume se válida a comunicação enviada ao endereço informado. Então, o advogado tem um ônus indicar seu endereço I de atualizado, se não atualiza, presume se vale da comunicação enviada ao endereço informado aqui no proce