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Transcrição


vamos voltar, Olha, a gente falava de alguns princípios. Vão analisar alguns princípios da jurisdição, especificamente Princípios da jurisdição. Como exemplo a jurisdição tenho a investidura. Por exemplo, a investidura disse que o juiz ele tem que ser legalmente investido no cargo, Então tem que ser um vez que fez aquela prova, fez o concurso público e foi legalmente investido. A inscrição só pode ser exercida por quem tenha sido regularmente investido a condição de juiz. Territorialidade. A territorialidade vai indicar que o juiz ele exerce jurisdição nos limites do seu território, ele manda e desmanda nos limites do seu território. O juiz aqui no DF, ele depois da ordem para praticar um ato em São Paulo para praticar um ato em Goiânia, a ordem aqui no DF, ele exercia edição os limites do seu território, da sua comarca. Bom, essa regra que ela vai admitir algumas exceções, exceções, por exemplo, o artigo cento e sete traz um caso que o cara tem uma fazenda. A gente comentou isso. A Fazenda tem uma parte do estado de Goiás e uma parte aqui no DF. Se o juiz do DF foi prevendo a causa, vai ser julgada no DF e a causa julgada no DF referente a todo o imóvel. Mesmo que o imóvel tem uma parte do estado de Goiás, ele vai ser julgado pelo juiz do DF. Se ele for, prevê no artigo. Cento e sete u. Duzentos e trinta. Fala das comarcas contíguas, lembrá la no provimento. Quais são as comarcas contíguas? Deu uma olhada você não tiver enganado. Santo Antônio descoberto, Águas Lindas de Goiás. Planaltina, não é do Goiás. O que mais fez tem cidade ocidental. Novo Gama tem mais uma em gente tem mais uma Planaltina, Falei Será que a Luziânia? Eu acho que a Luziânia dá uma olhada aí no seu provimento. Olha, nas comarcas contíguas, Oficial de justiça pode atuar, mas ele atua só para efetuar situações. Intimações. Não pode fazer penhora. Não pode fazer a apreensão de bens, condução coercitiva Só citação intimação indelegável bilidade Ainda empregabilidade, está relacionado com a investidura. Porque eu digo que o juiz, ele não pode delegar a prática de atos desses horas no processo. O juiz não pode delegar isso para um servidor, nem pode delegar isso para outro juiz. A função dele é o juiz competente. Então, o poder jurisdicional, poder de decisão não pode ser passado para outra pessoa e eu coloquei para você ter cuidado com alguns atos que a gente prática, por meio de cartas, espécie, uma carta para que o juiz lá em São Paulo, que juízes do estado ele faça uma penhora para mim eu peço profissão Gisela fazer pior porque eu daqui não posso fazer isso. Não é exceção a esse princípio, porque ele pode legislar. Não está tendo o poder de decisão do processo em delegar habilidades. Não posso delegado inevitabilidade. A gente já falou que ajuizou. Ela é inevitável, não tem para onde correr, porque ao princípio do livre acesso, como tem o princípio do livre acesso, o réu não pode evitar dizer que não quer se submeter a uma decisão judicial. E ainda falta habilidade que acaba estabelecendo essa regra. Qualquer um pode judiciário relacionada declina, habilidade ainda que inabilidade gera essa consequência da inevitabilidade livre Acesso ao Judiciário ou livre acesso ao Judiciário. O artigo quinto inciso trinta e cinco da Constituição em prorroga habilidade. Estou dizendo que existe a jurisdição não pode ser prorrogado. Então se o juízo competente, a Vara de família não pode chegar à Vara Cível, se o réu não de Senado A Vara Cível fica com essa ação. Não vai avaliar em prorroga habilidade. Ela não pode ser prorrogada. Isso vale agora, está falando de uma incompetência absoluta na relativa. A gente analisou que isso é possível na relativa ao artigo. Cento e catorze, quando o juiz natural a gente também já falou verdade, Tribunal de exceção verda o tribunal de exceção, tribunal de exceção e ainda disse que a causa de ser julgada por um juiz competente de sucesso constituem princípios da jurisdição contenciosa. O juiz natural, a improrrogável bilidade, não posso prorrogar. E ainda define, inabilidade o livre acesso então correto, Outros princípios relacionados ao processo, alguns outros princípios Economia processual tem que atuar no processo da forma mais econômica, sem atos inúteis, sem ajustes necessários As unidades, Eu só vou reconhecer em último caso, só se tiver prejuízo. Instrumentalidade das formas. Já trabalhamos a forma. Só o instrumento não é a finalidade em si mesmo, se a lei não exige uma forma mais prática, de qualquer maneira, se a lei exigiria não observar a forma mais atingir, a finalidade é ótimo. Até vale publicidade. Nós já trabalhamos todos os julgamentos, diz a lei. Eles serão públicos aí o artigo noventa e três, inciso nono, exige a motivação também das decisões. Presidente da cooperação vai dizer que o juiz, ele têm que cooperar com o processo para que ele possa seguir da melhor forma possível. Não só o juiz, mas as partes também. O juiz, ele previne a existência de falha processual, muda na pessoa, corrigiu o erro. E ele também, pela cooperação, ele tem que perguntar para as partes algumas coisas tem que dialogar e não pode supor. Agora. Eu suponho que isso aconteceu. Não. Ele faz a pergunta para as partes. Boa fé processual é justamente o contrário daquela má fé. Todos deverão agir com uma boa fé no processo. E aí você parte aqui olha de uma boa fé objetiva, Não importa o que a pessoa penso, um ponto que ela queria, qualquer estúdio. O que importa é que, independentemente da análise da pessoa dela, eu tenho que verificar se aquilo é de boa fé ou não. Eu parto de uma presunção geral. Não analiso aquela pessoa específica. Adequação e a data, a adaptabilidade do procedimento vão dizer. A adequação diz que as leis devem ser adequadas. A adaptabilidade disse que o juiz pode adaptar o procedimento no caso concreto. O juiz, então aí tem algumas consequências. Veja como perguntaram isso procuradora em dois mil e nove ajuizada uma ação contra uma autarquia, a autarquia, o juiz, quando todo o processo determinou a citação da ré, salvando um prazo em quádruplo para a apresentação da defesa. Essa situação está a opção correta entrar. A situação configura exemplo de incidência do princípio da adequação, a lei, o legislador. Na verdade, o legislador fez uma lei adequada para esse caso concreto, uma lei adequada para uma fundação para uma fazenda pública para a Fazenda Pública. Então, o artigo cento e oitenta e oito estabelece que ele tem fazenda pública, tem esse prazo justamente em quádruplo, para contestar em dobro para recorrer se desculpa letra, contestar o dobro para recorrer. Então a situação configura exemplo de incidência do princípio da adequação sob a ótica subjetiva. Ou seja, depende da pessoa, na medida em que regra especial existe em função peculiar da posição da parte que lhe confere o prazo dilatado. Posição da parte a parte é a autarquia, a posição dela. Ela está como réu no processo Até estamos bem. Deixei aqui o gabarito para você dar uma olhada. Espero que tenha cursado. Espero que eu possa te ajudar. Quero ver você aqui no TJ foi um prazer enorme. Estar com vocês estão à disposição. Lá no Facebook a gente se encontra por aí. Muito obrigado. A fé vai dar certo, vale a gente muito obrigado mesmo, até mais.