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Avaliação de Aprendizagem AULA 2video play button

Transcrição


gente boa tarde. Hoje a gente vai conversar sobre a nossa unidade dois Sejam bem vindo. Olha, tem algumas pessoas entrando aqui, define. Ver quem quer, abriu o chefe está a gente poder conversar. Fabiana, tudo bem, o time vem aqui. Mais Ofélia, Maria, Luciana sejam bem vindos! Qualquer coisa só não está aqui que a gente vai conversando sobre a nossa fala de hoje. A nossa área de hoje. A gente vai falar sobre porque avaliar a aprendizagem. A gente sabe que é um dos grandes desafios do professor, é o processo de avaliação. Muitas vezes a gente fica um pouquinho. Maria Luciana da Boa aluna Muitas vezes a gente fica um pouquinho receoso com esse processo de avaliação, mas a gente tem que pensar que a avaliação da tensão no mato a gente tem que pensar nessa reflexão. Todo o processo avaliativo, ele vem com a construção da aprendizagem. Então, quando nós pensamos no ato de avaliar, nós precisamos pensar que esse processo, ele crescido, nos dar subsídios para a gente compreender como que tá o nosso. Então é isso que a gente está conversando. Um pouquinho hoje, o que estão a nossa comunidade, essa unidade de aprendizagem ela vai trazer para a gente como que processa a aprendizagem e com que ela se dá com que a gente vai ver isso ao longo dessa unidade. Então para que a gente possa entender essa unidade, a gente precisa estudar. Quando esse processo a aprendizagem, como o que ela tem que ser avaliada, nós precisamos entender que a aprendizagem é algo que vem. É um processo, a gente tem etapas, métodos que a gente usa. A gente precisa pensar estratégias metodológicas que a gente usa para que o nosso aluno possa aprender. E a partir daí, a gente pensar numa avaliação que seja consistente com aquilo que a gente está se propondo a fazer também A gente vai ver um pouquinho sobre as tendências pedagógicas, lembrando que a tendência pedagógica muitas vezes nós vamos aprofundar, mas na perspectiva e da didática, depois com assessores da entidade não sei se você já tiver tiveram gente essa pena. Achamos que altera alguma coisa aqui já tiveram simplesmente de dados que não, então quando vocês forem professor semana foi bom dia, boa tarde, em boa tarde Quinta- falando tudo bem, então estava, ou seja bem vindo! Viu? Então, gente quando é a palavra construtivista enterrado, Gente, eu percebia que agora está faltando. Comece minha quitar, quando vocês tiverem a disciplina sobre didática, vocês vão estar e aprofundando mais e mais ainda o conhecimento de vocês, a gente vai falar agora é um pouco sobre essas pendências pedagógico, mas vocês vão estar profundamente futuramente, bom, então é muito importante que nós possamos estar começando. Como que essa aprendizagem é importante nesse processo? Vocês gostam de fazer, a avaliação, não é? Às vezes a gente tem dificuldade para nossa de um branco total. Quem já teve de dar poder compreender um pouco mais do que está falando, o Centro vai poder ajudar a gente nessa discussão aberta, né? Caso ele tenha tido essa disciplina, então gente, quando nós pensamos na avaliação, a gente sabe que toda a aprendizagem é um processo e por isso, ela vai estar em constante aprendizado. Existem, tá pensando sempre nesse processo. E como que se desenvolve essa avaliação e a gente tem que pensar que a avaliação não pode se dar apenas um único aspecto no aspecto intelectual, mas ela faz parte de um todo na perspectiva social, na perspectiva emocional. Então a gente tem que entender que a avaliação, ela para perpassa por esses caminhos também. Quando a gente começa no conhecimento escolar, a gente sabe que ele não é o único lugar que a gente está aprendendo, mas a gente aprende um vários lugares. Barros equações são diversas pessoas em curso na relação com o outro caso, na igreja, na comunidade que a gente frequenta. Então sim, reputou desse conhecimento, ele vai perpassar e a gente vai ter se questiona a norma e que isso tem a ver com a minha vida, porque isso vai influenciar diretamente na minha aprendizagem, em que isso vai ampliar os meus conhecimentos. Então, é importante, ao longo da nossa vida, nossa trajetória a gente questionar o porquê das coisas para quem são feita aquelas coisas e também enquanto educador, quando a gente muito uma aula, quando a gente pensa uma aula, nós precisamos nos questionar o que o meu aluno vai agregar. Desconhece o que ele vai poder aplicar isso no seu dia a dia. Qual a bagagem que ele traz também para contribuir com esse conhecimento que a gente está discutindo. Então isso é muito importante quando nós estamos pensando nesse conhecimento que vai perpassar dentro do contexto escolar, qualquer gente dúvidas até aqui, não tal. Quem obrigada. Então, quando nós pensamos, então vamos falar um pouco sobre a concepção tradicional onde a gente pensa numa coisa tradicional. A gente começa uma coisa muito fechada, não é verdade? Uma coisa que muitas vezes faz com que o professor tem uma postura muito mais de detentor desse conhecimento, esse professor, ele fica muito na posição de que transmitir esse conhecimento. O aluno, por sua vez, ele fica muito na posição de receber aquele conhecimento. Na verdade, nessa perspectiva o conhecimento ele é passado para o ano, o aluno prass a sua bagagem, o atraso, sua vivência. O aluno não fala aquilo que ele pensa, porque porque o professor, ele é apenas o transmissor daquele conhecimento, ele é o detentor de todo o conhecimento. E aí o professor fica muito numa posição e mais de transmitir o aluno muito mais nessa posição de receber. Quando a gente começa numa concepção mais construtivista, quando a gente pensa numa concepção aonde o indivíduo ele também é determinante, ele interage com esse saber as evidências. Ele tem a sua forma de conhecer e de construir o seu conhecimento e isso faz com que a aprendizagem ela se torna muito mais significativa porque porque o aluno ele não era um receptor, mas ele também é uma agente da sua aprendizagem. Quando nós pensamos dentro dessa perspectiva, nós temos alguns autores que falam e que trazem uma proposta voltada mais para essa essa para essa construção, para essa relação, a gente tem que reagir negócios, a gente tem valor quando for estuda psicologia da educação, você também não aprofundar nesses autores esses autores. Eles falam um pouco da teoria da pesquisa genética. E como que a gente tem que pensar na questão aí, emocional, sócio histórica, como que isso foi assim na aprendizagem do nosso da então? A partir do momento que a gente tem esse entendimento, porque a gente compreende o papel do professor já não é mais será que ele é detentor do conhecimento, mas que é uma relação. É uma construção entre professor e aluno. Passa se ter um novo olhar, que aí gente ambos passa a ser considerados agentes que são ativos no processo de ensino aprendizagem. Eu aprendo com vocês. Vocês aprende como nós temos uma interação, A gente cresce. Porque porque eu tenho um pouco de uma bagagem Vocês também têm a bagagem de vocês e o professor, ele não fica apenas como aquele que ensina, mas também como aquele que a frente, né? Nessa relação, e nessa troca com o aluno qualquer, a gente pede desculpas aí pela palavra, para aterrar. Mas eu vou consertar na hora de postar lá para vocês no saiba mais Então, na consecução construtivista. O papel do professor Lauro vem acompanhado de uma nova maneira e da gente poder compreender como se aprende, está dessa maneira. Então, a forma de avaliar também. Ela vai sofrer, rupturas, constituindo assim um olhar em uma nova concepção. Quando a gente pensa nessa concepção construtivista, a gente parte daquilo que o aluno já Sá daquilo que, enquanto conhecimento a gente observa o seu modo de ver, de agir, a gente interfere na qualidade dos nossos alunos. Nós propusemos ações para que eles possam avançar o conhecimento deles, e a gente vai construindo então, esse conhecimento aí perante o nosso bom, outra importante. Outro ponto importante que a gente tem que pensar nessa questão que a gente pensa. A avaliação é com relação. A gente sabe que o aprender de cada um. Mas nós, em muitas vezes, enquanto confessou numa perspectiv