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Avaliação de Aprendizagem AULA 3video play button

Transcrição


é gente boa tarde. Hoje a gente vai estar falando sobre a nossa unidade. Três a nossa unidade três Ela fala sobre conhecer e aprender, então a gente vai conversar um pouquinho. É que esse conhecimento que a aprendizagem, quando que isso influencia nesse processo de avaliação com o que o professor ele vê o conhecimento a fogo como professor, meu conhecimento é a forma como ele está aplicando e comprando seus alunos. Então a gente vai conversar. Quem tiver dúvida pode fazer. Pode, sim, ter um e fazer as perguntas para a gente. Está descendo, não sejam bem vindos aqui comigo. E os demais alunos que não puderam participar. Caso tenha ficado alguma dúvida com relação à nossa aula, pode postar lá. Não falo com o professor que acontece esclarecendo para vocês. Então vamos lá pra gente começar a conversar, né? A gente fica pensando que eu conhecimento, né? A gente pode dizer o conhecimento, saber a instrução, a informação, ele indica para a gente. E conceitos procedimentos. Então, conhecimento dentro da pedagogia é muito importante, porque o que ele vai nos remeter a aplicação de daquilo que a gente aprendeu em sala de aula, como que a gente vai pegar aquilo que a gente aprendeu e aplicar aqui uma prática, como que esse conhecimento? Ele vai nos ajudar a compreender melhor o mundo, aquilo que ao nosso redor. Então, o conhecimento gente, ele nos ampliar, nossa visão de mundo, ele nos possibilita a interagir com outro, a intervir em determinadas situações do conhecimento. É libertador porque nos possibilita aí a compreender a Faber como aplicar isso no nosso dia a dia, dentro da perspectiva tradicional, quando o que o professor ele vai trabalhar, isso foi assim ele vai trabalhar numa perspectiva aonde o professor. Dentro dessa perspectiva, ele é visto como e quando o centro de todo o processo educativo, a sua atenção, é no desenvolvimento intelectual do aluno, na imposição da disciplina, como parte fundamental do sucesso educacional. O professor que ele faz, ele reforça e cobra muito que a memorização dos conteúdos com forma de apropriação dos conhecimentos tidos como essenciais. Onde o professor trabalha nessa perspectiva, para ele, o aluno ele tem que ele não é a compreensão é a aplicabilidade. Muitas vezes o que é que ele vai estar, Reforçar é que o aluno tem que a mão, memorização daquele conteúdo e o papel da escola dentro da perspectiva profissional, onde é de promover uma formação profundamente moral e intelectual. A gente vai lapidando esse aluno para uma convivência social, tendo como pressuposto a conservação dessa sociedade no seu estado atual. A gente leva o aluno, dentro dessa perspectiva, a uma visão crítica, reflexiva, mas apenas reprodutiva. O foco fica muito nessa questão ainda a gente trazer os problemas da sociedade, mas sempre com o olhar da sociedade e nunca no sentido da gente ficar resguardando da festa e refletindo, né? Aí o que acontece dentro dessa perspectiva para adicionar os conteúdos de ensino, são aqueles que foram ao longo do tempo acumulado. Nesse momento, a gente acaba que repassando para os nossos alunos como verdade absoluta o aluno. Ele é muito pouco questionador. Dentro dessa perspectiva, porque a gente não era em consideração os conhecimentos prévios do aluno, apenas a gente vai enfatizar. Então o currículo e a gente vai fazer com que esse público seja apenas não se emitida. Então, dentro dessa perspectiva tradicional, a metodologia de ensino, ela acaba ficando muito que a exposição verbal por parte do professor. Na verdade, o foco principal é o que na resolução de exercícios e na memorização de formas e conceitos, porque o professor está muito preocupado em cumprir o conteúdo. Correlaciona muito pouco outros assuntos, porque ele fica focado na sua máquina, é importante para ele. Então, quando a gente pensa nessa perspectiva contra cidades, da relação do professor com esse aluno, nessa perspectiva mais tradicional, como se dá essa relação, ela acaba sendo que é muito marcada pelo autoritarismo. O professor ele possui conhecimento para ensinar o aluno. Ele fica muito uma perspectiva do receber aquele conhecimento. E aí o silêncio na fala de água. Porque o que é importante que tenha leis, não se tenho da própria, porque quando a gente for falar, normalizou, dá outra perspectiva que a sócia integracionista vocês vão perceber que é diferente, né? Com que o aluno mais fatos partir com o aluno, ele tem uma uma atitude de sendo protagonista da sua aprendizagem. E nesse caso desse conhecimento e nessa perspectiva mais tradicional com representa essa figura, o professor, sempre colocando para o seu ano o aluno é muito mais ouvintes do que é participativo. Qualquer dúvidas com relação a perspectiva para adicionar o conhecimento tradicional não tranquilo, meninas, quintais além do joelho, podemos passar então por conhecimentos, compara nesta na perspectiva mais troquei. Está reconhecimento espontâneo esta gente. Ele já traz uma modalidade de conhecimento baseado mais do que na intuição. É um tipo de conhecimento que ajuda o ser humano, explicar o mundo comenda, representações que não só logicamente assassinadas, nem resultantes de experimentações científicas, Os conselhos, os conceitos espontâneos, eles são apreendidos no nosso dia a dia. Ele dá muito pela questão da tentativa do aceite do erro ou por inferências, ou por conclusões mais lógicas. Então, nessa concepção, ou nós tentamos romper com essa concepção muitos profissão profissionais, eles acabam negando e dez valores anos, conteúdos e refinar isso é um erro, porque por que o conteúdo é importante, Nós precisamos trabalhar o conteúdo. Nós precisamos dar a pena espaço para o conhecimento da realidade e o interesse dos seus alunos imediatos. Mas a gente tem que contextualizar conhecimento não pode ser assim de forma espontânea. Ele tem todo um derramamento, é hora ele tem todo conhece uma fundamentação que vai dar sustentação aquele conhecimento então uma tendência tradicional quando a tendência espontânea espontaneísmo. Eles têm uma visão muito dicotômica. Porque porque eles acabam fragmentando, conhecimento e nós não podemos separar o processo de aprendizagem dos conteúdos disciplinares e do processo de participação dos alunos e nem desvincular das disciplinas da realidade. Porque quando a gente trabalha com o nosso aluno, o conteúdo interdisciplinar ou disciplinar, nós temos que fazer com que esse conteúdo ele tenho que ele seja algo que seja que tem uma interação com a sua realidade social, cultural, e a entrada é aquilo que as outras gerações já estudaram. Então, por isso, ele precisa ser organizar por isso que o conhecimento ele precisa, está de acordo com a realidade do seu aluno, com os interesses do seu aluno. Entendemos qual que a cultura que não faz parte e perspectiva de conhecimento daquela escola para então tanto um quanto outro. Se nós pensarmos ele acaba que não sendo tão bacana, tão positiva para o conhecimento do nosso amado, mas a gente sabe que muitas escolas ela vai encarar O trabalho é muito uma perspectiva tradicional, aquele modelo onde professor para sempre, dona, aula falando, falando, falando e o aluno pouco participativo. Então, a gente, a gente precisa ter essa. Então, que não conhecimento numa perspectiva mais sócio internacional, de modo que essa perspectiva social integracionista ela é diferenciada porque ela vê a aprendizagem na perspectiva diferente, porque porque ela vai entender a aprendizagem como um fenômeno que ela vai se realizar a partir da interação com o essa aprendizagem? Gente, ela acontece por meio da internalização, a partir da troca de uma dimensão mais coletiva, porque cada aluno da pessoa, ela e um professor também, ele traz dentro de si a sua bagagem. Ele ele vai trazer para essas relações os conhecimentos que eles têm, o conhecimento ele vai ser construído. Ele vai ser a partir dessa interação. Essa cooperação entre esses indivíduos uma vez está internalizado. Esse processo torna se muito mais fácil a aquisição do desenvolvimento do nosso aluno porque é a metodologia adotada nessa perspectiva. Só se integracionista vai