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Direito Constitucional - Aula 03 - Evolução dos Direitos Fundamentaisplay_circle_filled

Transcrição


Olá pessoal! Tudo bem, retornando aqui aos nossos estudos. Nós já falamos aqui isso sobre as características dos direitos fundamentais. Titularidade alguns aspectos importantíssimos. Vamos continuar com o nosso estudo, falando sobre as revoluções ou sobre a evolução histórica dos direitos fundamentais. Cuidado com esse tema. Esse tema é corriqueiro em provas de concurso público. Atenção, coragem, formular, olha só pessoal, a evolução dos direitos fundamentais. Quando que esses direitos surgiram ao longo da nossa história, Na verdade, nós vamos falar aqui em três dimensões dos direitos fundamentais. Mas vamos falar da primeira admissão, segunda dimensão e terceira dimensão apenas porque Júnior, eu já ouvi falar, por exemplo, de uma quarta dimensão. Quinta Festa sete Manoel Décima Primeira Professor Paulo Bonavides Eu acho que nós vamos falar da terceira dimensão. Nós temos que ter uma explicação lógica para isso, porque o Supremo Tribunal Federal somente reconhece até a terceira dimensão. Ou seja, a partir da quarta dimensão. Existe divergência. Se existe divergência, pode ser cobrada em prova, Até pode, mas é passível de anulação, tranquilo. Beleza com isso, formular a evolução dos direitos fundamentais, evolução que você sempre vai ouvir falar aí ou gerações ou de eleições. Logicamente, logicamente, cuidado você vai preferir a expressão, a palavra dimensão, a geração. Porque senhores geração pressupõe na ideia de que uma dimensão, ou seja, uma geração substituiria a segunda geração. E a terceira geração, de dimensão não dimensão, traz a ideia de que a primeira dimensão cose che com a segunda dimensão, traz uma ideia de coexistência e não de substituição. Beleza. Prefira, então, a expressão a palavra dimensão, a geração. Vamos lá, Primeira dimensão, logicamente, são os direitos que surgiram em primeiro lugar. Na verdade, já no início do século dezoito, surgiram a ideia dos direitos de primeira dimensão na primeira dimensão, traz a ideia das liberdades individuais, Ou seja, o Estado é um Estado absoluto. O Estado no Estado em que o rei tinha poder de vida de morte na vida de qualquer pessoa, o Estado era o Estado avançou. Na verdade, vivíamos sobre o absolutismo. Agora não. Na primeira dimensão esses primeiros direitos que surgiram surge a ideia de liberdades individuais. Ou seja, na primeira dimensão, surge a noção do que você conhece, como os direitos civis e políticos. Ou seja, surge a primeira noção do Estado. Simplesmente olha só essa característica é muito importante nessa primeira dimensão. O estado ele entra numa inércia. Surge o direito subjetivo de invocar que o Estado simplesmente seja um estado abstención nisto estado a partir de agora a sua obrigação de não fazer simplesmente se abster. Eu quero estado nessa primeira dimensão que você não faça nada na verdade, senhores, a primeira dimensão é caracterizada, daí o nome abstención lista não fazer como o estado que tinha direitos negativos. O estado de direitos negativos estado, se você não fizer nada, se você simplesmente se abster, para mim é suficiente. Estado não faça nada, não me deu nada simplesmente desde que exerce os meus direitos civis, os meus direitos políticos sem ser importunado Estado na primeira dimensão. Eu quero as minhas liberdades individuais e eu quero que você seja um estado abstención. Lista um estado que tem a obrigação de cuidado daqui a palavra, a palavra chave, um estado que tem a obrigação de não fazer, ou seja, que simplesmente agora nessa primeira dimensão, seja realizado concretizado como direitos negativos. Só que aí, meu amigo o indivíduo descobriu que não adiantava nada o estado ser um estado abstención, lista um estado que tinha obrigação de não fazer se o sujeito não tinha como exercer alguns direitos fundamentais. Na verdade, surge então, já no início do século vinte, inspirados na Revolução Industrial Europeia a questão e o grande direito, que foi o direito à igualdade. Logicamente, o sujeito ele descobriu que se o Estado era um estado abstención, anista realçava por demais as desigualdades. Ou seja, o sujeito ele não tinha uma educação de qualidade, porque o estado era a extensionista. E só quem tinha educação de qualidade era algumas pessoas. O sujeito não tinha acesso à saúde, o direito não tinha acesso. O sujeito não tinha acesso a diversos direitos porque, na verdade, o Estado era abstención, Aí o indivíduo descobre. Mencionam o estado agora na segunda dimensão. Não pode ser simplesmente um estado de extensionista, porque eu vou querer nessa segunda de missão alguns direitos sociais, direitos econômicos e culturais, direitos sociais, econômicos e culturais. Na verdade, na segunda dimensão, você conhece como nós conhecemos hoje nosso ordenamento jurídico, aqueles direitos previstos no artigo sexto da Constituição Federal, como o direito à educação, à saúde, à alimentação, isso direito à segurança, direito ao trabalho, à moradia, inclusive agora, direito à alimentação e se passar parte. Segundo o senador Cristovam Buarque, inclusive o direito à felicidade Não é isso. E se passar perto da deputada Manuela DAvila, inclusive direito à internet banda larga quatro g, as pessoas são os direitos relativos à segunda dimensão, vai isso. Ou seja, o Estado era um estado abstención lista E agora a grande característica do Estado é que o Estado será um estado para esta acionista. Ou seja, o Estado na primeira dimensão, ele tinha obrigação de não fazer já na segunda dimensão, a obrigação do Estado é uma obrigação de fazer, ou seja, o Estado na primeira dimensão são direitos, surge como direitos negativos. Já na segunda dimensão, o Estado detém direitos positivos, ou seja, estado. Agora você tem a obrigação de fazer estado. Eu quero a alimentação do estado. Eu quero moradia estado. Eu quero a proteção à infância, maternidade estado. Eu quero, inclusive saúde de qualidade. Ou seja, o Estado saiu de um estado abstracionistas para ser um estado para esta acionista. Direitos positivos na segunda dimensão. Uma questão muito interessante está no livro do grande professor Pedro Lenza. A questão se existe direitos negativos na segunda dimensão. Claro que sim. Existe direitos negativos na segunda dimensão, porque, na verdade, nós preferimos, inclusive a palavra dimensão a geração, porque pressupõe a ideia de coexistência nas dimensões. Logicamente, na segunda dimensão, você tem o direito de greve, está lá no artigo artigo oitavo da Constituição Federal. O direito de se sindicalizar são direitos negativos previstos na segunda dimensão. Cuidado com a delega. Cuidado com isso, muito bem. Primeira dimensão, liberdades individuais Segundo a dimensão, surge a igualdade E também você tem a terceira dimensão se os olha só na primeira dimensão, falei liberdade para mim, igualdade na segunda dimensão, também para mim, na terceira dimensão, não. Na terceira de eleição, surge o que você conhece, como a solidariedade, a fraternidade, o estado solidário, o Estado fraterno. Eu não estou pensando apenas individualmente, mas estou pensando nas próximas gerações. Estou pensando nas gerações futuras. Na verdade, surge aqui, na terceira dimensão, os direitos difusos, o que são direitos difusos, direitos de todos direitos coletivos. Ou seja, os direitos transindividuais. Inclusive estávamos falando sobre isso agora, que em mandado de segurança direitos transindividuais que transcende o interesse do indivíduo e passa a se preocupar com o gênero humano. Na verdade, na terceira dimensão senhores, eu não estou pensando apenas na minha liberdade, eu estou pensando apenas em igualdade para mim. Eu estou pensando no próximo, eu estou pensando nos filhos, os filhos dos seus filhos. Eu estou pensando lá na frente. Na verdade, direitos de terceira dimensão são direitos que eu não consigo individualizar. O seu sujeito são direitos de solidariedade e fraternidade. Professor Paulo Bonavides Nós sabemos que a admissão dos direitos fundamentais, essa evolução histórica que foi idealizada por Norberto Bobbio e nós temos como grande percussão no Brasil o professor Paulo Bonavides Paulo Bonavides e já caiu