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Direito Constitucional - Aula 05 - Princípio da Isonomiaplay_circle_filled

Transcrição


Olá, meus amigos voltando aqui no nosso estudo. Mas já falamos já sobre o direito à vida foi o primeiro direito em espécie. A partir de agora vamos falar um pouco sobre a isonomia sobre a igualdade, não é? Isso. É também tema muito importante nas provas em concurso público, a igualdade e alguns aspectos jurisprudenciais o princípio da isonomia ou na igualdade. Princípio da isonomia, da igualdade só olha só igualdade. Na verdade, essa questão do princípio da igualdade não é simplesmente puramente a igualdade formal que nós buscamos. Na verdade, aquela lição aristotélica que foi aprimorada por Rui Barbosa. Ou seja, tratar os iguais com igualdade e os desiguais na medida das suas desigualdades. Então, quando falarmos aqui em princípio da igualdade, eu quero que os senhores têm na verdade nós estamos falando em duas igualdades. Nós falamos da igualdade formal e também na igualdade material. Na verdade, a igualdade formal. Eu achei muito bacana essa definição. A igualdade formal é uma igualdade que tenta tratar os iguais com igualdade, tratar todo mundo de forma igual. Tratar todos da mesma forma. Na verdade, a igualdade formal é uma obrigação para o aplicador do direito. A igualdade formal é uma obrigação para o juiz. O juiz, quando ele for aplicar o direito no caso concreto, resolver os conflitos de forma definitiva. O juiz deve tratar todos de forma igual. O juiz deve buscar a igualdade formal, não pode fazer. Você quer Um amigo do Rio de Janeiro está cistina que as nossas aulas não pode fazer. Nenhum juiz caso teve no Rio de Janeiro. Juiz extremamente vascaíno, extremamente. Olha a situação nas zonas extremamente vascaíno, aquele que coloca o terno, mas por baixo do terno e da camisa fala usando a camisa do Vasco da Gama, juiz vascaíno, louco, desesperar, apaixonado pelo ela, julgando uma vara cível. Qualquer corrida. Janeiro De repente, entre o sujeito. E como é que o pior erro da sua vida vai ser julgado por um juiz vascaíno de verdade? Estou falando de verdade trajando o uniforme do Flamengo. O juiz na hora de aplicar a sentença. Ele fala assim vou condenar o seu no máximo, porque além do seu serviço de um estelionatário aqui, na verdade, esse contrato, que não era uma questão contratual sobre parece ser estelionatário mesmo. Tem cara de estelionatário olhando o urubu por trás do sujeito que estava sendo julgado a questão é essa, a questão é essa o juiz quando ele for, logicamente que essa decisão foi revista, porque, na verdade, mostrou especialmente desvio de finalidade na decisão o juiz, ele não pode tratar as pessoas, o juiz deve, ao aplicar a sentença, tratar todos da mesma forma, porque na verdade, a igualdade formal é a igualdade perante a lei, a igualdade perante a lei, ou seja, é aquela igualdade preconizada no artigo quinto da Constituição Federal. Todos são iguais perante a lei. O juiz é uma obrigação para o aplicador do direito quando for aplicar a lei. No caso concreto, ele deve saber que todos devem ser tratados da mesma forma beleza, igualdade formal. Daí o nome está na forma de ser aplicado, tranquilo. Já a igualdade material, como a doutrina, também gosta muito de utilizar a igualdade. Material conhecido como uma discriminação, diz crime na ação, positiva, a igualdade material, aquela igualdade que busca dar as pessoas, não o tratamento igual. Na verdade, a igualdade material busca equiparar, colocar, no mesmo nível pessoas que se encontram em desnível. Como igualar pessoas que se encontram em uma situação de desnível. Você quer ver um grande exemplo de igualdade material que ninguém vai questionava até falar posteriores sobre cotas, mas uma igualdade material, a questão de cotas para concurso público para pessoas com deficiência e sua injustiça e justiça nada. Eu estou equiparando pessoas que se encontram em uma situação de visível. Eu estou fazendo uma discriminação positiva. Um outro exemplo a tarifa social de água, energia, esgoto. Geralmente, quem mora numa região mais carente, mais pobre, paga menos por água, energia do que quem mora numa região mais abastada. Isso a desigualdade. Não isso, uma desigualdade. Isso é uma discriminação positiva. Isso é o princípio efetivo da igualdade. Material é aquilo que nós realmente buscamos buscar não apenas uma igualdade formal, mas também uma igualdade material, equiparando pessoas que se encontram em uma posição de desnível. Tudo bem, igualdade formal, igualdade material. Olha só lembramos disso. A igualdade formal, a igualdade perante a lei. Logicamente, a igualdade material é uma igualdade na leia, aqui, na igualdade formal. Não era uma obrigação para o aplicador do direito, que resolve os conflitos de forma definitiva. Na igualdade material, não há igualdade que é uma obrigação para o legislador, para o deputado. Para o senador deputado, quando você for fazer leis Eu quero que você saiba que as pessoas, os contos, não não se encontra no mesmo nível. Essas pessoas precisam ser equiparadas, Essas pessoas estão indisponível, essas pessoas precisam ser colocadas no mesmo pé de igualdade. Então, além da igualdade formal, nós temos também a igualdade material muito bem. A primeira igualdade é importante que nós vamos falar aqui. É uma igualdade que está prevista na própria Constituição Federal, que a igualdade entre homens e mulheres, igualdade entre homens e mulheres e a pergunta essa homens e mulheres realmente são iguais, iguaizinhos. Claro que não começa que geneticamente já não é igual na isso. Inclusive anteontem e ontem, escutou a colega falando ela mesmo, brincando com ela mesmo. Como confiar num ser que sangra sete vezes e não morre? Não é isso. A mulher tem uma diferença lógico, genética do homem e a mulher é totalmente diferente da verdade. A questão é essa. A Constituição reconhece essa diferença, estabelece algumas diferenças na própria Constituição Federal. A própria Constituição Federal estabelece diferenças entre homens e mulheres. A primeira delas, essa daqui, olha só as presidiárias tem uma condição para que possa permanecer com seus filhos durante a amamentação. O preso meu amigo. Se não tiver uma disposição, não vai nem ver o seu filho não. As presidiárias mulheres, as mulheres, as mulheres tem como uma condição para que permaneça com os seus filhos durante o período de amamentação, uma primeira diferença entre uma mulher. Outra grande diferença é a licença maternidade. Você sabe que a mulher que é uma licença maternidade de cento e vinte dias o cuidado não substitua por meses? São dias cento e vinte dias. Existe ainda uma lei que a Lei da Empresa Cidadã, que se tem de mais sessenta dias para as empresas, o mesmo estado com base incentivos fiscais que gera o máximo e de cento e oitenta dias de licença maternidade, e o homem a licença paternidade. São mil. Zeros. São fracos, são poucos, mas são apenas mulher. Tem cento e oitenta. Com a Lei de Imprensa da dança, incentivos são cento e vinte e mais sessenta e um homem nos temos a todos os atos das disposições constitucionais transitórias, cinco dias. Logicamente, você não vai ver um homem reclamando de um homem questionando isso a não só uma grande desigualdade, porque, na verdade, eu queria também que é uma licença, como a licença maternidade lógica. A mulher precisa muito mais do que um homem. Eu costumo dizer isso em sala de aula. A mulher, com todo o respeito aos pais, que estão assistindo a mãe, é muito mais importante que o pai. Ah, não foi por uma importância diferente, pois a mãe é muito mais importante. A mãe cuida muito mais no fundo que é o pai, fundamento histórico. Constituir sabendo disso estabeleceu essa distinção. A licença maternidade será muito maior do que a licença paternidade. Uma outra curiosidade curiosidade Segundo o Supremo Tribunal Federal, a licença maternidade é uma cláusula pétrea. Não pode nem ser alterado por emenda à Constituição. É uma cláusula pétrea Decisão jurisprudência do STF já julgados falam sobre licença maternidade. Esses materiais têm uma cláusula pétrea. É um direito individual. Outra diferença entre homens e mulheres é a proteção ao mercado de trabalho da mulher. Proteçã