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Direito Constitucional - Aula 17 - Direitos Políticosplay_circle_filled

Transcrição


Olá, senhores. Tudo bem, Voltando o nosso estudo de direito constitucional na aula de hoje, dando continuidade ao estudo do direito, nós vamos falar sobre direitos políticos tem sido um tema importante para a sua prova. Então, cuidados se ligarem sem coragem, vamos a avançando. Olha só o pessoal tem medo dia, direitos políticos, direitos políticos, muito bem senhores. Ao falar em direitos políticos, importante algumas considerações preliminares acerca desse instituto. Como falar sobre institutos da democracia? Muito bem, institutos da democracia, o primeiro instituto, Vamos falar de dois ao mesmo tempo A isso Os primeiros, Então, seria um plebiscito? E o referendo? Nós vamos falar, vamos falar sobre a iniciativa popular. Vamos falar sobre a ação popular e também sobre o direito de sufrágio a priori, o primeiro desses institutos, plebiscito e referendo, o plebiscito e o referendo. Nada mais são que consultas feito pelo presidente da República. Na verdade, consultas feita ao povo. Mas isso não feito pelo presidente, consulta feita ao povo. Ele citou, em referência a uma coisa que se tem que saber tanto o plebiscito quanto o referendo são convocados pelo Congresso Nacional. Na verdade, o artigo quarenta e nove fala que compete ao Congresso convocar plebiscito e autorizar o referendo no artigo quarenta e nove da Constituição Federal. Mas tem que saber que eles são convocados pelo Congresso Nacional. Tanto o plebiscito quanto o referendo. Na verdade, o que modifica o momento da consulta é isso. Na verdade, antes disso, não existe previsão de convocação pelo presidente da República nem de convocação popular. Viu, na verdade, o plebiscito. O referendo não pode ser convocado diretamente pelo presidente da República nem mesmo diretamente pela população. Eles são convocados pelo Congresso Nacional. Ambos plebiscito referendo e não existe previsão de convocação pelo presidente da República nem de convocação pelo povo popular. Agora só observação. Três. Um estudo Beto que o Congresso Nacional, nós sabemos que ele é convocado pelo Congresso Nacional. O instrumento que o Congresso Nacional vai utilizar para convocar plebiscito e referendo na verdade, é um decreto legislativo, o decreto legislativo, instrumento utilizado pelo Congresso Nacional para convocar para chamar plebiscito referendo e o quórum que já caiu em prova falando dois terços constantemente quem prova fala, dois terços, dois terços Não é o quórum de um texto de uma das casas, o que diz o artigo terceiro da Lei nove CEF zero nove de noventa e oito, muito bem convocado pelo Congresso Nacional. Não há previsão de convocação. E pelo presidente, não de convocação popular. E mais exteriorizada, ou seja, o Congresso Nacional vai exteriorizar o plebiscito o referendo pelo decreto legislativo aprovado por um terço de uma das casas do Congresso Nacional. Não há necessidade das duas casas, de uma das casas do Congresso Nacional. Na isso, muito bem olha só as diferenças entre plebiscito e referendo. Primeira coisa, dores no momento da consulta, o plebiscito, a consulta prévia quando quer utilizar o plebiscito. Quero perguntar primeiro, para depois fazer, Inclusive tem uma dica mnemônica muito legal. Pode se trata aqui de plebiscito. Uma consulta prévia tem uma dica mnemônica paterno da norma Sua prova plebiscito Consulta BRAVIA. A consulta previa a criação do ato legislativo ou administrativo no município. Primeiro eu pergunto para depois fazer a lei ou ato normativo como ele fez em mil e novecentos e noventa e três? Quando o Brasil optou por ter uma forma de governo republicana perguntar ao povo você quer adotar como forma de governo, república ou monarquia? Perguntou. Primeiro, para depois se fazer um ato. Na verdade, o ato legislativo ou ato administrativo então plebiscito. Uma consulta é uma consulta prévia, diferentemente do referendo, o referendo referendo também é uma consulta. Só que o referendo é uma consulta à espera. É uma consulta posterior. Ou seja, primeiro eu faço. Eu faço ato administrativo indefeso. Eu pergunto, por exemplo recente, do estatuto Desarmamento. Primeiro, precisamos o estatuto e depois perguntamos Visar humanos ou não, o que vocês acham? E o povo entendeu que deveriam sim continuar armados. Era uma questão, era uma necessidade. Segundo poder se defender. O brasileiro entendeu a necessidade de ter a sua arma de poder comprar a sua arma. O que eu quero que você saiba, plebiscito e referendo são consultas, o que vai diferenciar o plebiscito Referendo, cuidado o plebiscito. Uma consulta prevê que o referendo é uma consulta posterior ao ato legislativo ou administrativo. Mas temos isso tranquilo, fácil, demais federais muito bem. Olha, só avançando. Segundo instituto a democracia, iniciativa popular. Como isso é importante? Cuidado. A iniciativa popular nada mais é do que a capacidade do cidadão. Nós vamos ver quem é um cidadão e, aqui, para direitos políticos, cidadão encontra no seu sentido restritivo. Faz cidadão aquele indivíduo que tem capacidade eleitoral ativa, capacidade eleitoral ativa o direito de votar uma. Isso faz cidadão aquele sujeito, como diria clássica, bocaina, que se encontra no gozo dos direitos políticos. Olha o que estou dizendo. Iniciativa popular a capacidade do cidadão deflagrar o processo legislativo diretamente, ele vai deflagrar diretamente, sem a necessidade de intermediários. Na verdade, nós vamos falar sobre democracia. Na verdade, na iniciativa popular é efetivada a democracia direta. Nós sabemos que existe democracia semi direta porque nós temos representantes. Mas aqui, no amigo da iniciativa popular, eu estou falando de democracia direta e a capacidade do cidadão, você está assistindo do cidadão deflagrar diretamente o processo legislativo diretamente, sem intermediários para a iniciativa popular. Muito bem, ele fala, nós temos algumas espécies de iniciativa popular, tanto no âmbito federal quanto estadual, no âmbito municipal. A priori, nós vamos falar da iniciativa de lei. Cereal é o que diz o artigo sessenta e um da Constituição Federal não é comigo. Por gentileza, Presidência O artigo sessenta e um, a iniciativa das leis complementares e ordinárias, cada qualquer membro da comissão da Câmara dos Deputados, do Senado Federal ou do Congresso Nacional, o presidente da República, ao Supremo Tribunal Federal, aos tribunais superiores, ao procurador geral da Record, que cuidado aos cidadãos na forma e nos casos previstos nesta Constituição. Muito bem, olha o que diz o parágrafo segundo, que é o que nos interessa agora, a iniciativa popular pode ser exercida pela apresentação à Câmara dos Deputados, de projeto de lei subscrito por no mínimo ou no mínimo. E um por cento como isso cai em prova do eleitorado nacional, distribuído em pelo menos pelo menos cinco estados, com não menos três décimos por cento dos eleitores de cada um deles. Três décimo por cento de quem senhores, cuidado, eleitor, cidadão. Eu não estou falando de pessoas, mas isso não há qualquer pessoa, somente o cidadão. Então, só vou colocar no seu caderno no mínimo um por cento do eleitorado nacional, distribuído em pelo menos cinco estados, com não menos e três décimo por cento dos eleitores de cada um deles. Olha só o pessoal voltando aqui, lei federal, a Constituição. A Constituição, então exige um por cento do eleitorado nacional, um por cento do eleitorado nacional. E não é pouca gente isso. Hoje nós temos em torno de cento e quarenta milhões de eleitores, cento e quarenta milhões eleitores ou conceito do eleitorado nacional, além de um por cento do eleitorado nacional. Mas é necessário que essa as assinaturas sejam colhidas em pelo menos estado da Federação. Quero fazer uma lei de eu quero fazer uma lei iniciativa com iniciativa popular, que precisa de um por cento Eleitorado. Agora basta eu ficar aqui na porta, a falar em Brasília. Nós estamos em Brasília, você passa à final do Estado para um estádio maior, sendo agora ser apaixonado. Você falar no Maracanã, Assistir no começo Flamengo da segurança fica na porta do Maracanã colhendo assinaturas. Um por cento do eleitorado nac