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Direito Constitucional - Aula 20 - Poder Judiciárioplay_circle_filled

Transcrição


senhores, tudo bem, dando continuidade do nosso estudo, hoje nós vamos falar de um tema importantíssimo para o seu concurso. Nós vamos falar aqui no poder Judiciário, vão falar da parte geral do Poder Judiciário, isso, parte geral, é extremamente importante na verdade, o Poder Judiciário menor. Nós falamos dessa primeira parte, uma parte de organização, garantias, a autonomia do Poder Judiciário e uma parte de competências do Poder Judiciário. Na verdade você tem que conciliar essas duas partes do Poder Judiciário, mas vamos falar do artigo noventa e dois na Constituição o artigo noventa e três, o artigo noventa e seis, noventa e sete, e também nós vamos falar sobre as competências. Apostei, piore no Supremo do STJ e também do CNJ, dos órgãos dos tribunais superiores e também de seu voto. Então, coragem, vamos lá, sem mais delongas. Poder judiciário muito bem sobre o Poder Judiciário dentro de Poder Judiciário. Muito importante falarmos aqui. Sou uma introdução, na verdade sobre o sistema adotado no Brasil. Na verdade, o Brasil adota o sistema inglês. Isso o Brasil adota denominado sistema inglês. O sistema conhecido na verdade para sua Alexandre Chama se chama de unicidade de jurisdição para o sistema de juros de Saúde. Na verdade, somente o Poder Judiciário tem a capacidade de dizer o direito e tem a palavra final no Brasil, nós adotamos o sistema inglês, diferentemente do sistema francesa. Isso contencioso administrativo lá, Matérias envolvendo a administração, Você vai nos tribunais da própria administração e matérias envolvendo o Poder Judiciário, respectivamente, o Poder Judiciário no Brasil, não, Nós temos aqui a jurisdição una o sistema inglês que qualquer lesão ameaça a um direito seu. Você tem a possibilidade de recorrer ao Poder Judiciário porque nós adotamos a jurisdição, o sistema inglês. Aí nós falamos aqui. Somente o Poder Judiciário tem jurisdição, somente, o Judiciário pode dizer o direito. Somente ele pode ser em caráter definitivo, ou seja, aquele que coloca fim ao processo o direito aplicado aos casos concretos litigiosos submetidos a sua apreciação. Beleza Diante disso nós vamos falar sobre a característica da jurisdição, jurisdição, jurisdição, a capacidade de dizer o direito, a primeira característica ele, o que seria o limite? Lógico, trazendo esses conceitos para você possa entender melhor o Poder Judiciário. Quando você escutar um dia eu estou falando em conflito de interesse. Seria um conflito de interesse live conflito de interesse na verdade, o conflito de interesse resistido e uma resistência quando existe um conflito e uma resistência. Então, quando falarmos em lide temente conflito na verdade, outra característica a inércia do poder judiciário, ele precisa ser provocado para trabalhar provocado para agir. O poder Judiciário, em regra, em regra lógica, existe algumas exceções. Ele precisa de uma provocação para começar a agir e por último definitividade, porque somente a jurisdição somente o poder Judiciário tem a capacidade de dizer o direito definitivamente beleza. A decisão do Poder Executivo pode ser revista, pode do poder legislativo, via de regra, também sim do poder Judiciário. Faz a coisa julgada, traz a definitividade, tudo bem característica da jurisdição e de inércia e definitividade beleza. Diante disso nós vamos falar sobre algumas funções do poder, função típica e função típica do poder Judiciário. Nós temos a honra que no estúdio os alunos assistindo aqui na isso sejam bem vindos. Espero que aparece ao direito constitucional importantes para o seu concurso, então, função física e atípica ser função típica do Poder Judiciário do Poder Judiciário é a chamada função jurisdicional ou de julgamento, a função típica do Poder Judiciário. Daí o nome eu não gosto muito de definir com a palavra a ser definida, você pode dizer que a julgar a função típica do Poder Judiciário e a jurisdição, na verdade, ele é responsável por dizer o direito de aplicar esse direito, as controvérsias a ele submetido, na verdade, a função típica do Poder Judiciário julgar, todavia, o Poder Judiciário tem algumas funções atípicas. Isso, na verdade, ele tem uma função administrativa o Poder Judiciário, ele administra os seus bens, serviço pessoal. Na verdade, você vai fazer concurso CNJ quem está fazendo toda essa administração do próprio Poder Judiciário, a nomeação e a exoneração. Quando você, meu amigo servidor do CNJ, do Poder Judiciário do TJ, quando recebi servidor, tira férias. Olha que legal A concessão é um ato administrativo, é uma função atípica do Poder Judiciário, bem como demais direitos, Como licitar o Poder Judiciário, ele se auto administrar porque uma inerente à sua função atípica de administração e também o Poder Judiciário, ele tem uma função atípica de legislar, ou seja, sua função típica é a função jurisdicional, mas de maneira atípica ele administra ele também legislar quando legisla, quando ele produz normas gerais que seria normas gerais aplicáveis no seu âmbito de observância por exemplo, quando o Poder Judiciário elaborar o seu regimento interno na elaboração do Regimento Interno, ele está legislando. Ou seja, o que eu quero que você saiba para sua prova? Cuidado, o Poder Judiciário. Ele tem funções típicas e ele também tem funções atípicas. De maneira fica o Poder Judiciário. Ele julga. Ele atua na jurisdição de maneira atípica. Ele administra e ele também legisla beleza, podemos avançar. Olha só esse tema extremamente importante para a sua prova, extremamente importante, cai muito em concurso público, cai muito, São as garantias da autonomia do Poder Judiciário, garantias da autonomia do Poder Judiciário. A primeira, a autonomia e garantia que nós vamos falar aqui, essa garantia de autonomia, a autonomia funcional. Sabemos o que quer dizer autonomia funcional, autonomia funcional, Está ligada à função típica que nós falamos agora a jurisdição, autonomia, funcional. Porque o Poder Judiciário, quando ele for aplicar o direito ao caso concreto, ele não subida de ninguém. O Poder Judiciário, eles vão estar atrelada outros poderes. Tanto é verdade que no artigo no artigo segundo da Constituição Federal, nós temos a separação dos poderes, o Poder Judiciário, ele tem uma autonomia funcional, ele funciona daí o nome ele funciona um independentemente de qualquer outra força externa ao seu comando, o seu poder. Ele tem autonomia funcional e autonomia funcional está relacionada à sua função típica, mas o Poder Judiciário sociologicamente essa autonomia funcional, está coloquei aqui, independente dos demais poderes à sua atividade fim. O que diz o artigo noventa e seis da Constituição Federal e Poder Judiciário também? Ele tem uma função ele tem uma autonomia administrativa, ou seja, ele nessa autonomia administrativa nós falamos agora ele está atuando na sua função atípica, ou seja, ele se auto administrar independentemente de qualquer força externa, sua autonomia administrativa que nós até falamos, eleger, por exemplo, os seus órgãos diretivos e elaborar o seu regimento interno. Fazendo da sua autonomia administrativa, ele organiza as secretarias e serviços auxiliares, as suas próprias secretarias, dos tribunais e serviços auxiliares e os juízes que lhe forem vinculados, provimento dos cargos de juiz de carreira, quando ele faz concurso para juiz, ele está se administrando com isso, fazendo a sua auto administração. Quando o Poder Judiciário prover, na verdade, ele está fazendo concurso público aos cargos necessários à administração da Justiça. Você agora que vai fazer o concurso do TJ e CNJ uma função administrativa do Poder Judiciário. Quando o Poder Judiciário, na verdade, ele está se auto administrado. Nós estamos falando em função atípica. Olha só uma observação extremamente importante, o Poder Judiciário. Ele tem autonomia para também nomear cargos em comissão. Isso isso já caiu em prova. Muita gente pensa que somente o Poder Legislativo nomeia cargos em comissão. Poder Executivo O Poder Judiciário, também na sua função administrativa, tem a competência e a autonomia para nomear cargos em comissão, aqueles