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Direito Constitucional - Aula 26 1 - Poder Juduciárioplay_circle_filled

Transcrição


os amigos como vai? Estamos aqui dando continuidade esse estudo de direito constitucional ainda dentro do assunto do Poder Judiciário. Isso nós havíamos começado a falar desse assunto. Nós vamos terminar agora, falando, sobre órgãos de superposição pessoal. Quando eu falo em órgãos de superposição, estou falando órgãos que realmente estão acima. Não é isso uma definição importante. Quando eu falo que são órgãos de superposição, estou falando que são aqueles tribunais que tem as suas competências delimitadas constitucionalmente, ou seja, competências constitucionalmente fixadas. Claro que você sabe que o Supremo Tribunal Federal é o órgão de cúpula de todo o Poder Judiciário superposição. E o STJ é um órgão de cúpula da Justiça, tanto na Justiça comum contra a Justiça Federal. Logicamente o STJ submete ao STF, mas ele não deixa de ser um órgão de superposição, Logicamente, pois é uma definição importante. Eles não pertencem nenhuma Justiça e suas decisões sobrepõe as decisões proferidas pelos órgãos inferiores da Justiça comum e da Justiça especializada. Beleza, justiça comum e justiça especializada, órgãos de superposição. Nós vamos começar a falar sobre o Supremo Tribunal Federal. Lembramos que, inclusive, você já sabe, na verdade, compõe se lá de onze ministros na verdade, Levamos até brincamos com aquele mnemônico conhecido mnemônico, usando aquilo que somos um time de futebol que lembrá la onze jogadores, onze ministros também o artigo Cento e dois, o Supremo Tribunal Federal. Ele presenciou assim, nos casos, compete ao STF, principalmente a guarda da Constituição, competindo ali muito bem, processar e julgar originariamente. Vamos começar a falar sobre as competências originárias do STF. Lógico que o Supremo Tribunal Federal é o famoso guardião da Constituição, é o guarda da Constituição, é aquele que protege a Constituição. Ele tem algumas competências. A primeira competência, objeto de estudo, é uma competência originária, pessoal. Quando eu falo uma competência originária, é uma competência que é intrínseca ao tribunal. Não vem de outro lugar na matéria, que chega por recursos, já chegou o recurso no tribunal. Não é uma competência originária que iniciam a sua tramitação diretamente no STF. Não passa por outro tribunal para depois chegar ao STF. É uma competência que realmente nasceu ali. É uma competência que surgiu ali. É uma competência originária. O inciso primeiro do artigo cento e dois, que trata das competências originárias do STF. E a primeira competência que nasce no tribunal, é senhor, compete ao STF, a guarda da Constituição compete processar e julgar originariamente as ações diretas, ou seja, a ação direta de consolidade lei, o ato normativo de ato normativo federal, estadual e ação declaratória de constitucionalidade. Lógico, nós não vamos estudar isso agora, mas compete o Supremo Tribunal Federal fazer o controle de constitucionalidade das leis. Mas a questão do controle de constitucionalidade, controle de constitucionalidade, compete ao STF, porque compete ao STF. Porque você já sabe quem vai declarar a inconstitucionalidade ou declarar a constitucionalidade. É aquele que aguarda a Constituição. Se o Supremo é o guarda da Constituição, logicamente, você sabe disso. Ele, que compete fazer o controle de constitucionalidade Adin e a ADC. Isso a Ação Direta de Inconstitucionalidade ABC serão julgadas diretamente pelo STF. Tranquilo, muito bem. É uma linha importante para estudamos, quando falamos aqui sobre foro, por prerrogativa de função. Lembramos disso. Falamos aqui sobre foro, por função foro, por prerrogativa de função que não, mesmo que privilégios, respeito à função pública, falamos a do presidente, governador, prefeito, deputados, os membros do Poder Judiciário quase que uma aula sobre o foro por prerrogativa de função, pois é maior nas infrações penais comuns, compete o STF julgar o presidente da República, o vice presidente e os membros do Congresso, os próprios ministros do STF e também o lógico Crime Comum que você já sabe, Nós já estudamos qualquer espécie normativa previsto no Código Penal, bem como as contravenções crime. Comum. Isso, o presidente, o vice presidente, os membros do Congresso, cometer um crime comum que é um crime previsto no Código Penal. Na verdade, eles vão responder por onde por isso, no STF já falamos crime comum, taxa maior no artigo cento e dois, inciso um da linha B. Agora, uma nota importante, tome nota, cuidado essas autoridades. O presidente que você já sabe, nós já estudamos, tem lá naquele foro por prerrogativa de função. O vice presidente procurei na internet. Na verdade, está estudando, lá, tem uma aula só de foro por prerrogativa de função o vice presidente e os membros do Congresso, o ministro do STF. Se eles cometerem crime de responsabilidade, aí é diferente, crime comum no STF. Mas responsabilidade. Julgamento Onde, no Senado Federal, isso então presidente, vice presidente e os membros do Congresso, os ministros do STF e o procurador geral da República PGR serão julgados por crime comum. Supremo caso cometa um crime de responsabilidade. O foro será o Senado Federal, que estabelece aí o artigo cento e dois alínea b uma outra linha. É importante também que trata de foro por prerrogativa de função, mas aqui é diferente. Aqui eu estou falando tanto por crime comum crimes comuns, quanto crimes de responsabilidade nas infrações penais comuns e nos crimes de responsabilidade. Os ministros de Estado, os comandantes das Forças Armadas, Exército, Marinha e Aeronáutica, ressalvado o disposto no artigo cinquenta e dois um, vamos falar agora, sobretudo aqui, ressalvado o disposto no artigo cinquenta e dois. Os membros dos tribunais superiores, STJ, que nós já falamos serão julgados tanto por crime comum quanto por crime de responsabilidade do Tribunal de Contas da União desceu. O que você lembra disso? É julgado no STF, na verdade, tribunal de contas dos estados, bem como do DF diferente e Tribunal de Contas, uma estância baixo, jota no mesmo foro que os desembargadores, muito bem lógico e também aqueles chefes de missão diplomática, de caráter permanente. Isso os diplomatas que estão em missão permanente, caráter permanente e já caiu para falar. A emissão de caráter temporário não é temporário aqui ou missão diplomática de caráter permanente, tanto por crime comum quanto por crime de responsabilidade serão julgados no STF. É o que estabelece o artigo. Cento e dois É preciso um a linha sei agora. Cuidado, viu beleza. Cuidado. À exceção dos cinquenta e dois um, caso os ministros de Estado e os comandantes das Forças Armadas cometeu um crime de responsabilidade conexo. Tá aqui ó o crime de responsabilidade, qualquer crime, não crime de responsabilidade conexo, crimes, conexos. E aqui estou falando não está no material aqui. Mas você sabe, eu vou colocar aqui a responsabilidade, crime de responsabilidade conexo com o presidente ou o vice presidente da República. Eles não serão julgados diretamente pelo STF e sim, serão julgados diretamente pelo Senado Federal. É o que diz a ressalva dos cinquenta e dois, um TAC melhor por crime, como irresponsabilidade Os ministros de Estados, como aumento das Forças Armadas, são julgados. Aonde direto no STF salvado o disposto. Aqui nos cinquenta e dois, você sabe se os ministros de Estado, os comandantes das Forças Armadas, Marinha, Exército Aeronáutica, cometerem crime de responsabilidade? Por isso que você lembrar, falamos de poder executivo, aquele rol exemplificativa do artigo oitenta e cinco da lei nove mil e setenta e nove se cometer crime de responsabilidade conexo com o presidente. O cara está no mesmo esquema, com o presidente da República. É conexo, Aí ele não será julgado por crime de responsabilidade no STF, e sim, no Senado Federal. Beleza deu uma pausa e grife isso. Não esqueça disso na sua prova. Isso é muito importante. Outra consideração, aquilo que coloquei aqui, o artigo cinquenta e dois um cinema muito bem, Vamos lá por crime comum, por crime de responsabilidade. Se houver, a questão do conexo será julgado pelo Senado Federal, tanto o