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Transcrição


professor. A gente hoje tem ensino fundamental ampliado a criança com seis anos, ela já entra no primeiro ano do ensino fundamental. Como é que a gente pode estar pensando em situações de aprendizagem que coloca essa criança? Então, até a sua alfabetização e letramento essa criança, Na verdade, ela já deve ter sido colocada na situação de alfabetização e letramento na educação infantil? Porque não se pode pensar que a criança tem inaugurando o seu processo de entrada da escrita aos seis anos. Na verdade, até antes de chegar na educação infantil, a criança está convivendo com leitura, com material escrito, mesmo as crianças das camadas populares, porque nós vivemos numa sociedade graff docente, para acertada de livros e de escrita por todo lado. Então é uma continuidade à primeira coisa. Pensar é que não é um momento de inauguração. É o momento de continuidade ou seis anos. É preciso ver em que nível a criança de apropriação, tanto do sistema de escrita quanto do processo de letramento, para dar continuidade a partir disso e criar situações, essas situações em que esse processo tenha continuidade e dentro do câncer acabou de me dizer eu fico pensando que seria interessante a gente também conceituada esse vídeo nessa, nessa matéria um pouco do que seria o letramento começou após conceitual. Para mim, esse tema letramento estão rodeados de atividades de letramento. São crianças que estão em fase de alfabetização. Nós temos aqui trabalhos de crianças desde a creche até dois. É o segundo ano terceiro ano no novo modelo, considerando terceiro ano das crianças que entraram. Alces. Então são crianças em processo de alfabetização, de apropriação do sistema alfabético e ortográfico de escrita. Mas elas estão se apropriando disso num contexto de letramento. Mas elas estão se apropriando disso, lendo livros a partir dos quase literatura infantil. A partir daí, a professora trabalha alfabetização. Elas estão escrevendo, escrevendo em situações reais criadas pela professora. Não é uma situação falsa a literatura e aqui dar um apoio muito forte a esse letramento. Porque o letramento Turquia para responder sua pergunta são os as práticas de leitura e escrita. Uma coisa é você aprender o sistema de escrita Tem de aprender até aprender, que afirma. Sigla corresponde a quase fonemas e vice versa para poder ler e escrever. Mas isso não resolve o problema da entrada no mundo da escrita, porque é preciso saber fazer uso disso. Nós tivemos um período em que a gente ensinava o beabá, pois assim, para depois a criança e praticar isso depois nós passamos por um período que foi muito na época do construtivismo em que esse beabá foi desprezado. De certa forma foi colocada, não foi marginalizado ou como um subproduto do letramento, ou seja, do convívio da criança com material escrita de sete. Acho que agora nós chegamos ao momento da síntese que não é isto ou aquilo, mas são as duas coisas ao mesmo tempo de articuladas, embora cada uma com sua especificidade. Quanto ao a metodologia de trabalho e envolver toda coisa, sabe dizer, na primeira resposta o processo alfabetização e letramento É um processo que se inicia bem na no início. Mesmo da escolarização dessa criança, eu fico pensando quando se chega aos seis anos. Nesse primeiro ano tem sido fundamental que oportunidades de aprendizagem o professor então pode lançar mão para poder trabalhar com essas questões. Já os seis anos aos seis anos, eu não diria que já aos seis anos, porque já começou antes, mas aos seis anos o professor vai fazer isso, um foco maior na aprendizagem do sistema de escrita, mas sempre no contexto do letramento, criando situações de leitura de histórias para crianças, a ler um livro de história para crianças, sabendo ler, dando toda a um contexto de letramento. Quem escreveu as próprias características do livro que escreveu esse livro que a indústria, esse livro e isso interessa muito a criança que está numa fase da fantasia. Você lê a história para a criança E depois você trabalha algumas frases e trabalha algumas palavras de mantimentos. Sepe busca, mas viu a uva. Você vai buscar aquela frase que está no livro contextualizada para a criança. É aquela palavra central. Vai pegar o novo da história dos chapéus em vermelho e trabalhar o novo escreveu no quadro E trabalhar cronologicamente lobo e dividir em sílaba Vai do low se trocar Cingapura vai ser. O que vai ser lá. É uma coisa, uma atividade lúdica que as crianças se divertem muito com isso. Nós temos provas aqui nesse município de como as crianças gostam de dessa articulação, de pegar um longo da história, transformar o lobo numa palavra a ser analisada. A gente teve a oportunidade de gravar aqui, no município de Lagoa Santa, uma atividade em que a professora, exatamente como na fala, ainda pouco nela começava. Conta a história que era uma falta de Monteiro Lobato, apresentando a capa do livro A contracapa, abordando quem teria sido o autor no caso. Monteiro Lobato falando da editora Eu fico pensando que elementos, porque a importância da apresentação desses elementos do livro para essas crianças, porque a função já estaria cumprindo no processo de letramento, porque uma a uma com uma das facetas importantes do processo de letramento, sobretudo no mundo atual, é nós conseguirmos contaminar as crianças com o prazer do livro. Gosto da leitura, passam da leitura que a gente tem pedido muito. E há razões míssil que não interessa dizer quais. Então nós temos trabalhado muito livre, como um objeto cultural. É só o livro como portador de um texto, mas o livro como um objeto cultural a gente faz as crianças geradas no livro. Pegar o livro é um objeto que tem sua espaço. Como a gente tem o rosto, a gente tem as costas, a gente tenha as pernas, tem os braços livre, tem a lombada. O livro tem a sua quarta capa e as crianças passam muito disso. Aponta que frequentemente ver crianças chega na biblioteca da escola e pedir assim essa semana, cada levar para casa um livro. Mas eu quero um livro que tenha lombada ontem para uma criança. Porque se é um livro que tem a lombada, porque fica em pé, porque esses livros infantis são muito fininhas. Então eles vão ficar tanto que as nossas bibliotecas são com os livros, com a capa exposta. Mas o livro mais grosso vinho de capa dura fica em pé e ele queria um livro que tivesse lombada perceber como é importante isso a criança ter uma relação com o livro, que é uma relação com o objeto cultural, não. Eu queria sugerir para a gente dar um passeio aqui por essa exposição, de repente, falando para mim um pouquinho de alguns elementos que fazem desse trabalho, a riqueza que nos apresenta. Eu queria também que a senhora falasse um pouquinho dessa especificidade lúdica que um trabalho como esse, alfabetização e letramento Ele vai exigir, vai requerer. A gente pode fazer um passeio para podemos e o que é uma equipe deve ficar para que fica mais forte nessa exposição, alguma coisa que se costuma muito criticada e temer nessa entrada da criança de seis anos, que seria já começa a passar para a criança, porque a criança que precisa brincar, etc. Numa falta de visão de como alfabetização e letramento, podem ser atividades lúdicas que envolvem a criança muito tanto aprender o sistema de escrita quanto, sobretudo na leitura, a escrita de sempre, como está se vendo aqui, por exemplo, para que a criança trabalhando com trava línguas, então trava línguas? O que é a uma brincadeira Não é brincadeira, a escrita são crianças de seis anos ao primeiro ano, Então ela para pagar come milho, periquito, leva a fama, cantar, não foram mortos, canta uns choram, outros, triste sina de quem ama isso. Falou esta desenvolver a consciência fonológica, que é fundamental para a familiarização. Ao mesmo tempo, está escrevendo ao mesmo tempo estar desenhando. Ao mesmo tempo, está montando um caderninho dele, de trava línguas, com uma editora que deixei Herculano É o nome da escola. Então o conceito de editora, conceito de capa, tudo isso também no mesmo tempo. Tempos atrás, só se trabalhava com a criança com a história da criança. Possa de história. Entã