A maior rede de estudos do Brasil

9 - Just - In - Time e Gestão Patrimonialplay_circle_filled

Transcrição


e aí, pessoal, Tudo bem que vocês olha, vamos agora falar de sistemas de produção dos sistemas de controle. A gente vai entender que políticas que são as vezes diversas do sistema de produção e a gente vai entender o seguinte tradicionalmente historicamente você vai lá olhando lá para escola, classe que, pensando por exemplo, no farol, pensando em forte pensando em lei, lo a gente vai perceber especificamente forte que se destacou por causa da indústria automobilística. É interessante o forte. Ele estava preocupado em personalizar o produto dele, entregar para um cliente um produto para outro cliente. Outro produto estava, não o forte. Ele tinha um sistema de produção em massa onde você produzir de forma padronizada. Um item que seria para todos do mesmo jeito. E aí a gente vai entender que aquele sistema de forte, por exemplo, lá da escola clássica, ele tinha uma política interessante, que era de produzir, para depois vender a gente, produzir grandes quantidades, para depois vender. Ótimo, Aí você pensa se eu não conseguisse vender, eu teria desperdício. Então, naturalmente, a gente vai perceber que esse sistema, que deseja estocar materiais produzidos, tocar para depois vender, se desfazer. Ele é um sistema que gera uma maior possibilidade de desperdício. Agora, na década de setenta, na indústria Toyota, no Japão, desenvolveu um sistema chamado de Hosting Gitti, o sistema de produção enxuta, sistema de produção puxada, que vai trazer uma política de primeiro vender para depois produzir. Veja contrária ao anterior, que eu falei que o convencional contrário ao anterior, que primeiro produzia para vender agora no dia, cinto a gente primeiro vende para depois produzir um sistema de produção sem estoque. A gente vai estar falando então de um sistema nipônico japonês que deseja eliminar totalmente os desperdícios. É isso que nós vamos tratar agora de assim tem de assim, quinze dias. Cinquenta é o convencional tradicional, aquele que guarda materiais armazena, tem mercadoria pronta, entrega indistintamente aquele que não tem mercadoria pronta, entrega e depende de fornecedor. Porque se eu não armazena, eu dependo de fornecedor. Se é o armazena, eu dependo menos de fornecedor. Vão falar disso na hora de então. Tá aqui de pintar e de quinze. Bom dia. Cinto é um sistema de produção enxuta ou puxada. O objetivo é eliminar totalmente as perdas e detalhes, Eliminar totalmente os desperdícios. Gente analisar de pintar, nada mais É do que uma ferramenta da gestão de qualidade. Porque porque o desejo satisfazer o meu cliente produzindo depois que ele pede aquilo que ele deseja? E aí você fala mais, Aí é a própria entregue, se o cliente quiser na hora. Assim, o time trabalhou em cima de um sistema logístico bem adequado para que não demorasse muito essa produção, porque o cliente compra. Ele é imediatista. Ele quer logo a mercadoria. Então a gente tem um sistema de ostentar Mike, é de produção rápida também. Mas tem um detalhe pode acontecer uma disfunção aí por que a pressa para produzir pode gerar um produto de baixa qualidade? Mas atenção que eu estou te falando. A pressa para produzir pode gerar um produto de baixa qualidade, o que não quer dizer que o produto vai ter baixa qualidade. O que estou te dizendo que a pressa pode gerar esse produto de baixa qualidade que seria totalmente inconveniente? Dizer que Dilma se juntarem produz com baixa qualidade, seria totalmente inadequado, Então não posso dizer isso, Mas a pressa para produzir pode gerar um produto de baixa qualidade. Vão voltar a o sistema de extinta nasceu na década de setenta, lá na indústria Toyota de produção no Japão É um sistema diferente do convencional, o convencional chama decidiu. Assim que isso que a gente vai começar daqui a pouco. Uma característica de assim caminha a busca por maior celeridade para a produção. E, como eu disse, quanto a gente tem pressa demais, pode produzir e gerar ou gerar produtos de baixa qualidade. Veja que estou falando, pode, pode gerar. É interessante também saber que o sistema de pintar ele não exige, não exige uma grande quantidade de espaço físico, porque a produção sem estoque. Então, não há uso intensivo de espaço físico. Não há necessidade de uma estrutura operacional gigantesca, que a gente não armazena para para poder vender a gente primeiro vende, depois produz para aqueles que solicitaram. Então entendo o seguinte qualquer movimento de produção no dia cinto. Qualquer início de processo de produção no dia, cinto só vai acontecer na medida que o cliente sinaliza essa necessidade. E é por isso que, no dia cinto que tem um sistema chamado de campanha, que é o sistema de cartões, onde um cartão, os cartões vão sinalizar a necessidade de produzir alguma coisa. Nesse caso pessoal, a gente pode também lembrar o seguinte se distinta não armazena, não tem estoque. Algumas coisas são necessárias, pondera. Primeiro, não preciso de um sistema de gestão de estoques porque não tem estoque. Não preciso me preocupar com a previsão de consumo, porque eu não vou produzir antes do cliente solicitar E detalhe importante a maior dependência de fornecedor externo. Uma vez que eu não guardo materiais, eu não armazena. Eu tenho maior dependência de fornecedores externo, é fato. E aí esse sistema japonês da década de setenta ele é inovador, porque ele não exige produzir para o cliente, espera, o cliente mostra o que quer. Você produz a mercadoria também. Nós não vai ter a pronta entrega, mas a gente vai tentar uma logística adequada para não demorar o sistema de produção. Outro sistema chama se de hoje, quinze, e que eles vivem de guarda armazenamento da hora de o Islã. Assim quer, é uma política tradicional de produção, visa armazenar maiores quantidade de materiais, tem as vantagens de sempre, possui mercadoria por clientes, seja a pronta entrega e diminuir a dependência fornecedor externo. Bom, então você tem menos dependente fornecedores externo. Mas tem um detalhe pessoal precisa de uma estrutura operacional bem maior. você tem um uso maior de espaço físico e você tem maior risco também de desperdiçar, porque esse sistema produz para vender. Não é como diu, cinto, time que vende para depois produzir. Então isso é empurrado. Se sentaria puxada, esse é empurrada, então armazena grandes volumes de materiais. Esse é o dia cinco. São políticas diferentes, como tudo bem, beleza, além de falar de dia, cinto e de dia cinco. Existem organizações que utilizam a política de produzir sua própria matéria prima para eliminar ou diminuir, pelo menos a dependência de fornecedores externos. Algumas organizações conhecidas por vocês também McDonald parte dos seus produtos são produzidos por ela mesma, onde a gente vai estar falando, por exemplo, da batata que muitas vezes na embalagem da batata frita, eles coloca essa propaganda da colheita até a sua mesa, ou seja, para deixar claro que eles plantaram aquela batata e ela está na tua mesa, agora frente tinha delicioso. Este é um detalhe pessoal Faber Castel sabe a Faber Castel que faz lá longe de ser, a papel e etc. Ela também utiliza um sistema de produzir sua própria matéria prima para diminuir a dependência de fornecedor externo Pessoal não existe certo e errado. Aqui nós estamos falando de sistemas e eles são os que existem agora. Tem um nome esse aí. Faber Castel, por exemplo, utiliza esse sistema de produzir sua própria matéria prima para evitar a dependência de fornecedor externo. Chama se verticalização. Então, entenda o seguinte se a organização deseja produzir sua própria matéria prima para diminuir a dependência de fornecedores externo, produz desde a matéria prima até o produto final. Veja verticalização. Agora, se a organização utiliza o sistema é que ela não produz sua própria matéria prima e depende mais de fornecedores externo. Eu estava falando de horizontalização. Então vê fiscalização o caso em que a organização se torna sua própria fornecedora de matéria prima, diminuindo a necessidade de fornecedores externos diminuído e não eliminando tipo de organizações antigas, onde ela produz sua própria matéria prima e queren