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Transcrição


Olá pessoal! Tudo bem com vocês vamos dar sequência aos nossos estudos, Disciplina de biossegurança e a economia Continuando falando sobre os riscos, falamos que os riscos possuímos em risco físico risco químico biológico, econômico de acidentes, então não vamos falar sobre risco biológico. Ambos agentes de risco biológico podem ser distribuídos em quatro classes que recebem uma divisão que vai de até quatro classe um. Classe dois Classe treze Classe quatro em ordem crescente de risco, ou seja, quatro mais perigoso do que um são classificados de acordo com alguns critérios entre os critérios mais importantes levados em consideração para saber se um agente de risco ele pertence à classe um, dois, três ou quatro são os seguintes Primeira a patologia unicidade para o ser humano, para o homem, o que significa então essa felicidade para o homem com a sua importância? Então, no caso a pactuar felicidade para o homem significa, enquanto que um agente de risco agente biológico, por exemplo, uma vez instalado no corpo humano, ou seja, mesmo que ele consegue penetrar no corpo humano de produzir sintomas em maior ou menor proporção em hospedeiros infectados, como o próprio ser humano, por exemplo, nós temos aí agentes que têm alta. Passou a unicidade como o caso do sarampo, o sarampo. Ele possui alta para a universidade, para o homem que significa isso todos os infectados. Provavelmente vai desenvolver os sintomas e sinais bem específicos desse vírus. Então, esse vírus, por exemplo, o sarampo que possui alta densidade, ou seja, enquanto que um organismo microrganismo instalado num corpo, ele pode causar aí os sinais e sintomas de uma doença que nós temos um outro critério que se chama a virulência? A violência é um critério que também é levada em consideração. Então, a violência, o seguinte, a capacidade de um agente produzir casos que pode levar à morte casos graves, ou seja, alta violência, indica que esse agente de risco pode levar à morte o caso bem graves para a saúde. Então, por exemplo, é o próprio exemplo do sarampo, por mais que tenha alta pacto. Unicidade, ele possui baixa da violência porque são raros os casos de pessoas que morrem de sarampo, Ao contrário, por exemplo, de outros vírus que já tem uma violência mais elevada, como por exemplo o vírus, podem ver o vírus do ebola que possuem altas violências, ou seja, que pode levar o ser humano, a morte, por exemplo. Então, a violência também é um critério de de seleção para levar em consideração a classificação de um a quatro, disponibilidade de medidas profiláticas eficazes, os tratamentos, ou seja, quanto mais tratamentos possui, quanto mais opções de medidas de profilaxia possuir, mais baixo é o grau de risco, ou seja, por meio de vacinas, medicamentos, até mesmo as campanhas de conscientização servem para isso. Situações simples, como medidas de bom senso, também podem diminuir muito a questão do risco biológico. Nós temos também os modos de transmissão, ou seja, seis A gente de risco biológico pode ser um visão bactéria. Um fungo pode ser transmitido pelo ar, pode ser transmitido pelo sangue. Pode ser transmitido via direta, sem precisar de um segundo Spider. Enfim, então os modos de transmissão também leva se em consideração para a classificação desse risco a disponibilidade de tratamento eficaz, assim como as medidas de profilaxia, a forma de tratamento também, ou seja, uma vez que a gente está instalado no corpo do ser humano, quais são os tratamentos que podem levar à cura o tratamento mais eficaz desse agente. Então nós temos hoje, por exemplo, tratamento bastante eficazes que foram progredindo ao longo da nossa ciência. E nós temos também a necessidade. Ainda me cidade significa o que é típico de epidemia de uma determinada região, por exemplo, mais clássico que nós podemos citar a dengue aqui no Brasil. Em algumas regiões, em perímetros muito específicos, No Brasil nós temos a dengue como uma doença muito perigosa, um agente de risco muito perigoso. Em outros locais, onde as medidas de tratamento, as medidas de opções para que o ser humano não seja exposto a esse, a gente já se diminui. Então, nós temos regiões por exemplo, que são muito perigosas dentro de um contexto nacional. Vamos levar esse funcionário internacional na região da África, onde nós temos lá doenças muito graves provocadas por agentes em virtude da convivência do ser humano com animais. Então, por exemplo, não os resíduos, os animais, fezes, urina dos animais que estão em contato com o ser humano o tempo todo, porque a cultura de algumas regiões, lá na África, podem levar essas pessoas a terem determinadas doenças ou determinados riscos biológicos. Bom feito isso, então vamos classificar então, em dar exemplos, o que significa a classe de risco? Um Na costa de risco o risco individual e para a comunidade ausente. Muito baixos. São agentes biológicos que tem poucas chances de provocar infecções para o homem ou até mesmo em animais, estão lembra esse caminho? Segurança Leva se em consideração os seres humanos, animais e o meio ambiente. Nós temos exemplos aqui, de uma bactéria do solo, da água presente no solo, na água. Que a vacina sutis é uma matéria muito insignificante para o ser humano, seja em casos muito raríssimos. É que lá aconteceu um problema. Então o risco biológico para a comunidade é muito baixo, até mesmo ausente. Isso a classe de risco com um. A classe de risco dois já começa aumentar um pouquinho os problemas. O risco individual é moderado. Podem causar problemas para a saúde e para a comunidade baixo bem tratado, bem cuidado embaixo da comunidade. Esses agentes de risco biológico provoca infecções, mas existem medidas terapêuticas e deficientes de profilaxia, sendo risco de propagação limitado, se bem tratado. No caso do vírus da febre amarela, algumas regiões, no nosso país, nós temos a exposição do ser humano. Leia se vírus que depende de um segundo suspenderam na defende o mosquito. Depende de um outro animal também. E, nesse caso, se descoberto bem tratado, não existe em todas as questões de vacinas e tratamentos bem eficazes. Mas já é bastante interessante ficar de olho porque possui um risco individual moderado. Nós temos também registros a índice de óbitos desses vírus ou desses agentes que podem ser também fungos, bactérias, entre outros. Já no risco três, aí a coisa começa a ficar um pouquinho, aplicaram ela. O risco individual já é alto e para a comunidade é limitado. É baixo, limitado, mas existe. O patógeno pode provocar infecções no homem, nos animais de uma forma bem grave, e pode se propagar aí de indivíduo para indivíduo. Só que existe medidas terapêuticas e de profilaxia e um grande exemplo envolvidos nada. Na verdade o HIV da década de noventa recebeu uma grande atenção da saúde pública naquela época. Existia, por exemplo, a crença de que nós adquiriu o vírus HIV provavelmente vai a óbito muito rápido. Hoje já se pensa um pouco diferente, devido à grande avanço da ciência. O grande avanço da medicina, com risco muito alto para quem adquire um vírus claro, vai depender de muitos fatores. Mas quem tem o vírus HIV precisa se tratar de estar com bastante a tela. Inclusive esse vírus. Ele pode ser muito bem evitado com medidas terapêuticas de profilaxia. Então, no caso, por exemplo, do relação sexual com contraceptivo, como por exemplo, o uso de camisinha no caso, por exemplo, de transfusão de sangue que pode acontecer com o material, os infectados, a transmissão decididas com materiais infectados, os devidos materiais bem tranquilamente. Bill Seguros Que tudo vai dar certo. Mesmo que a pessoa adquire esse vírus sim se tratar e se cuidar para conseguir ter uma qualidade de vida dentro das suas condições e não pode, não botem risco à comunidade com isso que é limitado agora a classe de risco quatro. Aí sim, tem se a grande preocupação com o indivíduo com a comunidade, pois aí sim o risco muito alto e esses podem causar sérios riscos para os animais e para um ser humano, e são altamente patogênico, se propagam muito fácil, não existindo medidas profiláticas ou terapêuticas. Na verdade, es