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8 - Convergências e Diferenças Entre Gestão Pública e Privadavideo play button

Transcrição


Olá, meus caros. Onde voltar nossos estudos em administração pública, avançando com o conceito de empreendedorismo, novas lideranças no setor público e tudo aquilo que a gente já vinha falando no vídeo anterior, que vão dar continuidade a esse tema. É bom. A gente falava sobre empreendedorismo. E quando eu falei para vocês de empreendedorismo e governança, eu falei para vocês que esses eram conceitos tipicamente tipicamente adotados na gestão privada, mas é importante entender que hoje a gente fala em empreendedorismo governamental e essas palavras ganharam relevo importância na gestão pública. Então, a gente pode dizer que, no caso do setor público, governo empreendedor não é o prestador direto de bens e serviços não estar. Ele é um catalisador das ações do primeiro, segundo e terceiro setores da economia que, no caso, seria o Estado, mercado E o voluntariado. Então, preste atenção para que você entenda com clareza o que seria empreender na gestão pública. Bom empreender na gestão pública é buscar a rentabilidade social. É buscar sociais, ações do primeiro segundo, terceiro setores da economia. Então, o Estado ele não atua sozinho. Hoje não, a gente já tinha na na época do estado liberal da Lana, sob a ótica do pensamento. Liderar liberal na época de Getúlio, por exemplo, a noção de que o Estado deveria ser o provedor direto de bens e serviços. Descentralização não havia como uma ferramenta de gestão a priori na, ainda que houvessem raríssimos casos, a descentralização não era premissa. Então, antes do Estado se considerar onipresente, onipotente, onisciente, ele deveria atender às demandas da sociedade sozinho. Essa conta um dia não fechou porque o Estado não tem condição de atender essa crescente demanda, não é porque a quantidade de recurso limitado Estado, na verdade, ele não tem que ser o provedor direto porque ele tem que exercer a função de promotor regulador do desenvolvimento e não de executor, mero executor, que executar um ato mecânico. Estado precisa ter planejamento, coordenação, direção, não necessariamente execução. Então a premissa, no estado moderno, de um governo empreendedor é saber catalisar as ações dos diversos setores para obter melhores resultados e efetividade da gestão pública em prol da sociedade. Então, continuando aqui, eu gosto de falar essas duas frases, que são do livro, reinventando o governo de dois autores muito conceituados nessa área, quando a gente fala de empreendedorismo governamental que o ozônio Gaebler, eles dizem o seguinte navegando em vez de Rehman, O que seria isso? Galera bom? Quando a gente fala de um governo que navega em vez remar, a gente está falando que ele vai dizer as rotas, vai dar. A direção vai fazer planejamento, vai fazer o pensamento de alto nível, porque outros irão executar. Ele só vai coordenar, dizer qual o melhor caminho, quais as melhores vias. Isso é o que se espera de um governo empreendedor. Nada que ele navega. Em vez de Rehman, remar todos podem fazer navegar é um ato mental de pensamento, de raciocínio abstrato. É considera, por exemplo, todas as variáveis do ambiente interno e externo para tomar a melhor decisão e encaminhar para execução. O Estado não tem que executar tudo pela via direta, não. Algumas coisas. Assim como a gente já falou, ficou a cargo do Estado, por exemplo, nunca estratégico. Ministério Público, Legislativo, Judiciário, Alta cúpula do Executivo. Sem vai ficar a cargo do Estado. Mas a regra hoje é a descentralização e a formação de parcerias, inclusive em âmbito federativo. No pacto federativo, por exemplo, quando a gente pensei na divisão política de competências que a gente tem entre os entes, não União, estados, municípios, Distrito Federal, Então descentralização tanto política quanto administrativa, passou a ser a premissa de um governo catalisador é esse que navega e não remo está porque Rehman, um ato mecânico navegar é um ato de alto nível de pensamento. Dirigir, coordenar, dar as rotas, planejar é isso que se espera de um estado ou de um governo empreendedor. Seguindo outra fase de frase do Osborne, quem navega necessita dos melhores métodos para atingir seus objetivos. Os que se dedicam a remar tendem a defender seus metros a qualquer preço, ou seja, é mais uma execução sumária. Execução simples Uma menor número fazer não quer, não se relaciona com um ato mental de pensamento, escolheu o melhor, não defende a ferro e fogo que aquele é o melhor, e executa de forma de forma cega. Não é de verdade, mas esses de alto nível de planejamento de pensamento. Então espera se que o estado ou o governo empreendedor saiba navegar ao invés de simplesmente. Isso é o que se espera. Então, o que a gente vai ter de acordo com essa premissa, a gente vai migrar de um estado, A gente vai passar a ser um estado regulador promotor e não aquele centralizador que a gente tinha. A gente vai parte da premissa da teoria do agente do principal. Isso é muito importante. A gente em casa entendeu que essa teoria do agente do principal, o papel de regulação do Estado, é muito importante. E a gente tem relações assimétricas entre quem presta o serviço e o usuário de serviço público, por exemplo. Então, a gente tem a teoria do agente do principal, em que o agente, aquele que presta serviço. O principal é a quem se dirige. No caso da gestão pública, é a sociedade, é o cidadão, a gente deve respeitar todos os conceitos e princípios inerentes à gestão pública, porque há uma forma peculiar de prestação de serviços na esfera pública. E, por mais que a gente tenha se aproximado do modelo de mercado, a gente não é mercado. A gente não tem a questão da competição, só a competição administrada e isso é muito importante no estado moderno. E a teoria do agente do principal se faz valer com mais força que a gente precisa do papel das agências reguladoras para que a gente, para regular determinado setor da economia, a exemplo das telecomunicações, a gente vai ter as prestadoras e o cidadão, a sociedade, o agente e o principal. E preciso dia, é preciso de um órgão que regule ou de uma entidade. No caso das autarquias, em regime especial, que são as agências reguladoras no Brasil, aquele, Então isso é muito importante. Seguindo o que a gente quer hoje é o protagonismo social e parcerias. Vamos entender o que seria esse protagonismo social e parcerias. Bom, a gente vai ter parceria com com empresas, com empresários, com o terceiro setor, que são as ONGs, organizações, filantrópicas, organizações sociais. Temos ainda as ou simples uma parte dos acordos que haverá entre gestão pública, esses novos atores, por meio de contrato de gestão, mecanismo muito útil para gerenciar mesmo moderno e que é extremamente empreendedor, característico de um governo empreendedor. Uma parceria é boa porque o Estado não cria uma estrutura nova para poder fazer vez. Há uma necessidade pública, mas que pode contar com alguma instituição que já possua todo o aparato necessário para a prestação. E aí ela não se onera. Ela afirma o contrato ela entrega recursos, ela busca resultados, e aí esses contratos de gestão podem ser renovados ou não. tão parceria passou a ser premissa do Estado empreendedor e o que seria o protagonismo social. Vão as comunidades organizadas, são estimuladas a prestar seus próprios serviços e aí a gente dar voz ao povo. A gente tem conselhos, formação de conselhos, de gestão. A gente tem as audiências públicas de diversos mecanismos disponibilizados ao cidadão, para que ele tenha acesso à gestão pública. Então, esse protagonismo social também é importante nas comunidades locais. São orgânicos, são estimuladas a prestarem seus próprios serviços, ainda que a garantia final de prestação sempre fique a cargo do estado. Isso é importante estar, mas um toque Coutinho a autonomia da decisão. Liberdade gerencial, em responsabilização, que seria isso ao gestor. É preciso dar maior margem de liberdade para que ele possa escolher entre o mais adequado, sem considerando a finalidade pública. Lógico, nunca se desviar disso, porque é indisponível a finalidade pública. Sempre quando se fala de gestão públic