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7 - Paradigma do Cliente e Empreendedorismo Governamentalvideo play button

Transcrição


Olá, meus caros, vamos voltar a estudar um pouco mais sobre gerência. Alias, no empreendedorismo governamental, paradigma do cliente e tantos instrumentos modernos de gerência administrativa que a gente tem no contexto da administração publica hoje está dando continuidade aos nossos estudos, também cabem comigo. Então vamos fixar alguns pontos dentro desse tópico de laje falar sobre empreendedorismo governamental e novas lideranças também acerca do paradigma do cliente na gestão pública, para fixar porque isso tudo vai se dar num contexto de reforma, reforma gerencial Gente. A reforma gerencial ainda se encontra em curso, mas é, na prática um híbrido entre os modelos, de modo que a cultura burocrática ainda não foi superada. E ainda há muitas práticas patrimoniais. Estão olha que para mim, sem entender isso, com clareza. Por mais que a gente tenha superado o patrimonialismo e a burocracia, a gente de fato não superou algumas de suas marcas ou características. Hóquei O modelo foi superado, Um modelo sucedeu ao outro. Portanto, as características marcantes de cada modelo foram rompidas, porém, a gente tem na verdade, um gerência mesmo híbrido, com muito ainda de burocracia e várias práticas que ainda são consideradas patrimoniais. Está bom? Então é importante que se tenha noção disso, ainda que os modelos tenha sido tenham sido superados, patrimonial e burocrático, a gente ainda tem um patrimonialismo engendrado na administração pública, bem como uma burocracia que amarra a qualidade dos serviços públicos prestados e cria um conflito inerente entre o público alvo e as organizações públicas. Então, a gente ainda não superou totalmente as práticas burocráticas e patrimoniais, porque a sua cultura ainda está engendrada. Ações como o SUS e o Bolsa Família tem caráter evidentemente gerencial. Gente sabe por que, porque olha gerencial no SUS, a atuação integrada e a gestão dos serviços descentralizados por todos os entes privados. Voluntariado pela iniciativa pública, ou seja, todo o mundo e o Bolsa Família também gente com as doações, com empresários e tudo mais a distribuição de renda para os que realmente necessitam delas. Houve, sim uma grande distribuição de renda por meio do Bolsa Família. Eu estou falando aqui da minha cabeça não tape, sem pensar que tem alguma ideologia, política ou coisa do tipo foram de Bresser Pereira. O próprio cara por trás já chega a ser falando disso. Está dessas iniciativas vários estudos sérios, falando dos avanços preconizados aí do ponto de vista gerencial, tanto na questão do Bolsa Família quanto do Sul. Se na seguinte não se pode afirmar que a reforma gerencial seja neoliberal, neoliberal como eu já havia dito, ainda que essa corrente de pensamento econômico tem influenciado o movimento de reforma pelos motivos que já havia apontado o gerência lirismo aproxima se do modelo de mercado e nele se inspira. Suas características alinham se com a cidadania, democracia, transparência e qualidade na prestação de serviços públicos e ótica do cliente cidadão. Para você, para deixar bem claro que tudo isso são conceitos empreendedores no âmbito da administração pública gerencial mesmo vai ter essa noção e vai ter como premissa o controle social inerente à realidade pública. Ou seja, a sociedade tem que participar. Tem que controlar, Tem que aderir aos valores da cidadania. Tem que estudar lava, avançar, evolução do gerência liso e paradigma do cliente. Então o que a gente tem a gente tem aqui, na verdade, três momentos do gerência, lirismo, nós temos o gerência mesmo, puro, que é o que a gente chama de energia. Lance, qualquer colocar aqui para vocês, que às vezes cai na prova com o domingo. É esta menos é o primeiro momento gerencial mesmo no mundo votar. Isso está em consonância com aquele caixão originou public que foram movimentos iniciado esta de nova administração pública. Olha os países que iniciaram esse movimento vai ser Grã Bretanha como Margaret Thatcher, Estados Unidos com o dono do brega vai ter também a Nova Zelândia, Nova Zelândia. Foram os primeiros países a iniciarem a reforma gerencial e Austrália. E aí, gente gerência mesmo puro é aquele que tinha ênfase só no caráter econômico, na busca da eficiência na produtividade. A visão que se tinham das pessoas era a visão de Tex Papers ou contribuintes, pessoas que só pagam. Então deixa de explicar como é que foi esse primeiro momento aqui Nesse primeiro momento, por exemplo, Margareth Thatcher promoveu duros ajustes na economia, demitiu uma galera, fez engenharia, dissolveu órgãos, entidades, ela promoveu um reboliço na máquina pública e ela estava fazendo isso com o caráter estritamente econômico para fazer com que essas organizações fossem mais eficientes do ponto de vista econômico, ou seja, produzissem mais resultados e gastassem menos dela. Promoveu uma série de cortes e ajustes para que isso ocorresse, então menos violas é chamado de gerência, mesmo puro. O primeiro momento do gerencial mesmo no público. Mesmo porque tratava somente do cunho econômico. Produtividade, economia interna sem se orientar o cidadão. O cidadão, nesse momento, não era visto como um cidadão propriamente dito, mais comum Tec, super ou o pagador de impostos. Um contribuinte quer o dinheiro dele financiar essa máquina. Esse dinheiro tem que ser bem aplicado do ponto de vista econômico, da produtividade e da eficiência, porque lá para o segundo momento, cansamos. É aqui, a partir do câncer que a gente introduz o paradigma, parece que está confuso. Aqui a gente introduz o paradigma do cliente, o paradigma do cliente, gente na visão do câncer. E aqui a gente deixa de se preocupar tanto com eficiência e passa a se preocupar com a efetividade e a qualidade dos serviços públicos prestados. E aí, de contribuintes a gente passa a enxergar os cidadãos como clientes ou consumidores de serviços. Olha como é que se a pessoa aí gente, em determinado momento, depois de fazer todas as reformas que eles vislumbraram, eles observaram que, assim como na iniciativa privada a gente paga pelo serviço pago, imposto está pagando pelo serviço público. Isso porque ele vai se reverter para a gente ainda que pela via indireta está, ainda que pela via indireta. Então, o mínimo que deve ser feito é prestar esses serviços com qualidade e aí a gente introduz a ótica do cliente, pensando assim, tal qual a iniciativa privada, tem seus clientes que pagam pelos serviços e querem qualidade de retorno. Os cidadãos também o fazem. Portanto, precisam de qualidade na prestação, para que, de fato, a gente use corretamente o dinheiro por eles empregados. Ainda que não seja contra a prestação direta, ela tem que ser feita com qualidade. Quando acontecer, então, essa passa a ser uma premissa. Só que a gente tem uma impropriedade em propriedade, olhando para cá, gente essa propriedade, a seguinte quando a gente fala de cliente cliente é um conceito de visível, bem capitalista, que se amolda bem a realidade das empresas. Porque o cliente, ele opta pelo serviço, nem se um presta bem. Ele vai para outra, pode reclamar. Então, ele paga diretamente por um serviço. Ele recebe de volta aquela qualidade que ele pagou e ainda a gente pode fazer a divisão entre os grupos de clientes. Uma empresa pode tratar melhor do que o outro, porque o outro tem mais recurso vai comprar mais, Pode oferecer mais que ele paga mais. Não pode acontecer o mesmo na gestão pública. Então, determinado momento eles observaram que o paradigma do cliente era importante, porque a gente passava revalorizar o cidadão como cliente. Só que não dá para usar o conceito de clientela, tal qual é utilizado no setor privado. E o que a gente passa a fazer a gente passa conceituar o cliente como cliente cidadão lá no outro momento do gerência, lirismo, criando uma visão e de equidade, justiça social, entre outros elementos. Não vem aqui comigo, olha só então a gente vai ter aqui um novo momento que copia ou ou public service oriented a orientação ao serviço público. Só que esse serviço público, gente considerando agora o cliente cidadão, ele vai partir da premissa de que a gen