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04 3 - Telencéfalo- Giros e Sulcosvideo play button

Transcrição


gar, então aqui o marginal do suco do sim. E após o rumo original, sob o símbolo, nós vamos ter uma área chamada de Pré Cunha. Esta área que eu estou passando a semana concurso à frente desse nesse ramo, nós vamos ter então logo para a Central Globo para Central. Então ele fica atrás do suco para a central e à frente do ramo marginal do segundo. Sim, qualquer após dele nós vamos ter então o suco Pareto hospital que vai dividir o precursor do kunis esta região aqui o Brasil com Gisele é cortado pelo SUS local. Karina Esta então é fácil, medial do cérebro. Então nós vamos falar agora da face inferior do cérebro, nós vamos basicamente. Tem, então, que logo temporal logo, logo, temporal, perdão e lobo frontal eu coloquei essa pequena legenda para caracterizar alguns giros que nós vamos estudar. Então o primeiro que a gente vai ver o suco olfatório que leva o o nome da estrutura que repousa nele, que é o trato fator que é uma das uma das partes de um dos caminhos dos nervos cranianos, que vai ser dito náusea. Nem os ucranianos Nós podemos enxergar, então tratou fator inteiro do outro lado do cérebro de número um. Vamos enxergando o giro reto, o giro reto. Ele é medial ao suco, fator, o que é lateral a um suco falatório. Então vai ser esse número dois que coloquei aqui. Vai ser toda essa região que estão circulando, que são os giros orbitais, os juros orbitais eles vão ser separados por esse que não leva nome. Há edições chegam a ganhar. Nós vamos ter, então o giro orbital anterior, o Mundial no exterior, o lateral isso. Então essa divisão do lobo frontal, continuando nós vamos ter, então, o lobo temporal. Logo a face inferior do lobo temporal, um pouco um pouquinho mais complicada, Mas nada que possa ser bem esclarecida o de número três. Estou colocando aqui o giro ou se estou temporal, medial, correto. Seguindo ele, nós sendo lateral, nós vamos enxergar o suco colateral após o suco colateral nós vamos ter com giro ou citam o temporal lateral. Então, vem sequência o número quatro, o giro Sido tribunal lateral, em sequência vem o giro. Ou citou temporal medial, colateral e o giro. Ou citou temporal lateral após atingir um certo temporal lateral. Basicamente nós vamos ter aqui o lobo temporal inferior O giro temporal inferior. O giro temporal inferior, esse aqui que a gente chega, lembre se que tem. Tem giros que podem ser vistos em duas faces. Por exemplo, o giro frontal superior. A gente não abordou ele para ser bastante específico, mas o giro frontal superior ele. Ele é tanto visível na face subir o lateral do cérebro contra fácil medial dele. Ele fica à frente do logo, para a central e acima do giro do símbolo. Basicamente, só vocês enxergarem o polo frontal e enxergarem o o giro do Senhor. A partir disso, vocês vão saber delimitar o giro frontal, superior, continuando então, o que a gente vai ter sequência em número cinco. Nós temos o giro para pôr campal, o giro para pôr campal. Ele é uma continuação do possível temporal medial número três três você praticamente igual aos cinco, só que claro, essas regiões possuem função diferente, então elas levam. Elas têm que ser divididas anatomicamente também sendo diferenciadas. Então no meu cinco é o giro para pôr campal número seis Algum custo essa pequena essa pequena protuberância falando então da vascularização cerebral. O que nós vamos ter a boa utilização do cérebro? Ele Ela é dada por três artérias principais a artéria cerebral anterior, artéria cerebral média e a artéria cerebral posterior, até receber o anterior, em média, são ramos da artéria carótida interna. Então, quando vocês estudaram circulatório, vocês vão lembrar do polígono de Wyllys, ou círculo Arterial cerebral esse círculo. Ele vai dar origem a várias artérias que vão para o encéfalo e vão para as estruturas que ficam na base do cérebro na face inferior dele. Mais basicamente, nós vamos nos entreter já com os anos a artéria cerebral anterior, ela vascularizada, principalmente a face medial, aborda medial da fissura longitudinal do cérebro. Então vocês têm que visualizá la. A gente vai mostrar a melhor uma próxima imagem artéria cerebral média. Ela vem para face superior, lateral do cérebro e giro da isso. Como é que se dá a artéria carótida interna? Quando ela sobe, ela vai significar para para celebrar o anterior e cerebral média, a cerebral anterior. Ela vem para face lateral do cérebro. Então ela sobe e vem internamente a fissura, a fissura longitudinal do cérebro. Já a artéria cerebral média, ela, quando ocorre a bifurcação da carótida interna, ela vai dar um ramo que vai passar pelo sulco lateral e vai vascularizado a isso. E também vai vascularizada. A fase superior lateral do cérebro já terá cerebral posterior ela a face inferior do cérebro. Apenas se entretendo com algo temporal. Logo hospital, falando em drenagem venosa, mas que a gente, nós vamos ter, às vezes, que são tributárias dos seis, da dura máter, que são as vias cerebrais superiores e a ver cerebral magna, as vias cerebrais superiores, elas vão ser basicamente divididas em seus lobos. Então, nós vamos ter as artérias cerebrais superiores, frontais, parentais, hospitais. Existe uma imagem do sol volta que mostra muito bem. Isso nessa imagem chega porque a gente tem. Chegando aqui a artéria carótida interna. Ela vai dar vários ramos que vão para o cérebro. Só que quais são os principais que nós vamos estar aqui? A artéria cerebral média, por ter recebido em média a artéria cerebral anterior. Elas são ramos da artéria carótida interna e a artéria cerebral posterior, a terceira para posterior. Ela é formada a partir de então a artéria base lá, que é certeira, que repousa na ponte, e ela se originadas das artérias vertebrais, seguindo então aqui nessa imagens vai chegar às artérias cerebrais, como eu disse, por exemplo, aqui rosa artéria cerebral média leva, ela vai para o sulco lateral e vai se exteriorizar quem vai se exteriorizar para fácil superar lateral do cérebro a artéria cerebral anterior? Ela se mantém medial ao cérebro, já a artéria cerebral posterior, ela vem aqui para face inferior do cérebro. Logo, temporal e hospital se restringindo até o cunho, não a drenagem venosa. O que é que eu vou destacar? Nós temos então as vez cerebrais superiores, elas dão ramos que vão ser se aprofundar. Na verdade, são tributárias. Além disso, nós vamos ter a ver Cerebral magna, haver cerebral magna apontando aqui no curso. Ela ela é uma tributária do seio. Sugestão inferior. Então, basicamente, estamos certos da dura máter. Ou seja, se você conhece o sair da dura máter, você vai conseguir verificar essas tributárias falando um pouquinho da área cortical do que é uma área cortical. Área cortical é uma área que que ela possui delimitação. Não conta que cerebral por si, por se caracterizar em realizar algum algum processamento neural, esse processamento, eles são de várias naturezas, mas basicamente nós vamos divididas em sensitivas e motoras, primariamente depois. Nós vamos para as áreas que interpretam tanto o movimento que nós nós podemos fazer enquanto toda a sensibilidade que nós podemos sentir. Além disso, nós vamos ter outras áreas que possuem outras propriedades. Elas estão mais relacionados ao comportamento humano, basicamente, essas áreas corticais, então elas são responsáveis por alguma função. Com um ano, elas transformam ser humano e não ser que realiza interação. Então o ser humano vê, ouve, sente, se movimenta, se comunica, se faz entender e promove escolhas. Essas funções elas são delimitadas em regiões do cérebro. Quais são essas regiões? Que destaca para vocês, em vez de nós temos aqui a área motora, Essa área motora, ela basicamente promove a uma outra cidade do corpo, Essa outra cidade do corpo? Ela se localiza principalmente no giro, o giro pré central. No giro pós central, nós vamos ter a área são muito sensorial. Esta área que está em amarelo, que é o giro pode central. O lobo parietal já está relacionado a área temporo parietal. A área tem por parental, ela tem ela tem relação com coordenadas espaciais do corpo e adjacências. Saber que você está em um e