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Aula 03 Modelos de Administração e Desconcentração em Mapas mentais Prof Wagre Base Mapeada[1]video play button

Transcrição


só a evolução da administração pública. Administração pública no Brasil Ela se divide em três momentos distintos a administração patrimonialista, a administração burocrática e a administração gerencial. Para chegar àquele modelo que a gente viu nas aulas anteriores de administração direta e indireta, houve toda uma evolução da administração pública no Brasil. Porque lá pessoal antigamente, na época dos Estados árabes, absolutistas na época da monarquia, da transição de monarquia para a República Velha, nós vivemos um momento aqui do patrimonialismo administração patrimonialista, onde duas figuras eram características desse modelo que era a corrupção e o nepotismo. Estamos falando aí de uma época como coloquei monarquia, República Velha. Apesar de até hoje, nós temos essa figura que na administração pública brasileira, essas figuras da corrupção, do nepotismo hoje menor grau ou não, enfim, que acontece nesta época, que a corrupção e o nepotismo eram escancarados qualquer. Então, é que a gente pode tirar isso aqui que o modelo, patrimonialista, patrimonialista, ele é caracterizado pela corrupção e pelo nepotismo. E olha só como que isso caiu em prova pessoal? Vamos nessa questão aqui a questão. A Cesp, auditor do estado do Espírito Santo na Secretaria de Controle deve ser isso. Olha a questão, a corrupção e o nepotismo são inerentes à administração patrimonialista. Haja vista o funcionamento do aparelho do Estado como uma extensão do poder do soberano. A questão está correta. A corrupção e nepotismo são inerentes à administração patrimonialista. Porque quando a gente fala que corrupção e nepotismo são inerentes ao patrimonialismo, a gente não da forma que não exista. Na administração pública, burocrática, gerencial. A gente está falando que são figuras inerentes, porque foi lá atrás que começou a prática da corrupção, do nepotismo. Então, dessa forma, que quem prova já temos aí a questão de número um, Só mais um detalhe aqui, esse final interessante, pessoal. Porque a administração patrimonialista realmente existe essa figura que o funcionamento do aparelho do Estado como extensão do poder soberano, o rei. Pouco depois começou a monarquia, o reino soberano e o soberano. Ele tinha. O Estado tinha um aparelho estatal como a extensão do seu próprio poder, que tratava a máquina como se fosse, digamos as suas finanças pessoais como se fosse a sua casa. Ou seja, havia aqui a confusão entre o bem público e um bem privado, então o modelo patrimonialista, no modelo patrimonialista, Havia confusão entre o bem público e o privado. O reino sabe o que era dele e o que era do Estado. Ele tratava os dois como se fosse dele. Então, mais um detalhe aqui. Olha só como é que isso? Quem prova novamente? Questão dois Cespe prevê que dois mil e onze técnico administrativo O modelo patrimonialista é caracterizado pela confusão entre o interesse público e o interesse privado em que prevalece a noção de que o Estado é uma extensão da família real perfeito. A questão está correta e continuando então a nossa aula. Vamos ver aqui olha só o pessoal aqui. Uma parte muito interessante também, que costuma cair bastante, prova que é controle como que era o controle no modelo patrimonialista de administração. O controle não existia, ou seja, a ausência de controle não existia controle nenhum. Por isso que era tão fácil até a corrupção e o nepotismo. Por isso que era tão fácil haver essa confusão entre o bem público e um bem privado, porque existia a total ausência de controle, porque era a época da teoria da irresponsabilidade. Mais para frente, quando a gente cover a responsabilidade do Estado, a gente vai estudar a teoria da irresponsabilidade No momento, eu quero apenas que você saiba que a teoria da irresponsabilidade é uma teoria inerente ao modelo patrimonialista de administração pública. Só mais um detalhe editais para concurso você vai ver, esse vai ver esse assunto que caíram como evolução da administração pública, modelos de administração pública ou reformas administrativas. Você vai ver sempre nesse sentido isso aqui costuma cair cerca setenta oitenta por cento dos editais de concursos público. Beleza, então é muito importante. A gente sabe isso aqui saber um pouco da história do Brasil de como se originou a atual administração pública estão dando continuidade pessoal o modelo patrimonialista, o modelo onde existe ainda a figura do funcionário público que tinha status de pobreza. Hoje o termo funcionário público já está em desuso porque hoje é servidor público ou empregado público, que são espécies do gênero. A gente público. A gente também vai ver um pouco disso, mas aparentemente esses cargos pessoa nessa época, os cargos de funcionário público que tinha estado de pobreza, eram verdadeiras, prevê vendas e sinecuras, ou sejam, eram presentes, eram trocas de favores. Não se sabe exatamente que prevendo sinecura porque eles não pedem dessa maneira. Eles só vão colocar o modelo patrimonialista é caracterizado por cargos públicos como pré vendas e sinecura. Certo? Errado, isso que eles querem. Então, de qualquer forma, se você quiser saber um pouco mais jovem no pré vendas e sinecuras que você vai saber exatamente o que aqui não tem como a gente de entrar mais pela questão do tempo, eu estou tentando fazer aulas trinta minutos tentando colocar muito assunto dentro dessas aulas da primeira dica. Revisa as aulas desde a aula, mais de uma vez só. Vamos, então, para o modelo de administração pública. O modelo de administração pública burocrática é um modelo burocrático. Só ao burocrático veio o Estado Novo passar da monarquia à República Velha. Veio a história do Estado Novo, que foi a primeira grande reforma, a reforma burocrática pessoal, isso aqui cada era Vargas na época do Getúlio Vargas? Getúlio Vargas Ele se inspirou nas Ideias revolucionárias! Estas do Max Weber e do telhado, os grandes nomes aí da administração científica, os grandes nomes, da administração à época. Porque isso aqui na década de trinta, quando Getúlio Vargas assumiu o poder no Brasil, porque ele trouxe essa ideia, porque a reforma burocrática é uma reforma baseada em princípios científicos que os princípios científicos são esses aqui, impessoalidade, formalismo, hierarquia funcional, ideia de carreira pública e profissionalização. Vamos ver como é que isso quem prova? Olha só a questão de prova Esaf ppge aquele cargo de gestor, pessoas, carga que o salário inicial de quinze mil A questão de dois mil e nove olha como caiu? O modelo de administração gerencial caracteriza se pelos princípios científicos da profissionalização, ideia de carreira, hierarquia funcional, impessoalidade, formalismo, Então, vamos, vamos ver que, novamente olha só princípios científicos, impessoalidade, formalismo, hierarquia funcional e dez de carreira pública e profissionalização. É exatamente isso o que a questão pede, profissionalização que o profissionalismo e dez de carreira pública para cuidar de carreira, pronto, hierarquia funcional, impessoalidade e forte mesmo. Então é exatamente isso pessoal, a questão está correta porque estes, de fato, de fato, são os princípios científicos são cuidados para você não ser induzido ao erro Porque aqui ele fala em que a administração burocrática é baseada em princípios científicos, que são esses aqui são diferentes dos princípios constitucionais ao famoso Olímpico, que a gente ainda vai dar uma olhadinha rápida hoje e ver como é que esses princípios chegaram a ele. Essa concatenação do Olímpico com a inclusão do princípio da eficiência, estão dando continuidade pessoal a administração pública burocrática. Ela tinha um objetivo, qualquer objetivo substituir o modelo anterior, ou seja, substituir a um modelo burocrático veio substituir o modelo patrimonialista. Por quê? Acabar com aquela farra da corrupção, do nepotismo, da confusão entre o bem privado e o bem público. Então a administração burocrática veio com isso, o pessoal para essa atenção que nos princípios novamente a isso, a impessoalidade você não dar um cargo tão prima por ter mão sem fazer com que, haja, olha que a profiss