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AULA 10 2- Processos Administrativos Principiosvideo play button

Transcrição


Olá, amigos de estratégia, concurso é o professor de Almeida. Nós começamos a estudar o processo administrativo no âmbito da administração pública federal, com base na Lei Nove sete oito quatro, que vai disciplinar, e os vídeos seguintes que nós vamos trabalhar. Agora nós vamos começar a falar, trabalharem o artigo segundo da Lei nove sete oito quatro, que trata dos princípios aplicáveis ao processo administrativo na administração federal. Então, para começar o assunto, vamos ao texto da lei. Foi para a tela. O artigo segundo a Administração pública, obedecerá, entre outros, aos princípios da legalidade. Finalidade vão adotar a legalidade, finalidade, motivação, razoabilidade, proporcionalidade, moralidade ampla, defesa, contraditório, segurança jurídica, interesse público e eficiência. Esses princípios a gente chama então, dê principios expressos, porque expresso porque eles constam expressamente aí na lei? Nós seja de quatro princípios expressos na Lei nove sete oito quatro. Então é interessante a gente ter em mente o que vem a ser. Isso aí vem para cá algumas questões de concursos, não perguntar o seguinte são princípios expressos na Lei nove, sete, oito, quatro está está estatais, são esses que estão no artigo, segundo são os nossos princípios expressos. Tome cuidado para ver qual a referência. A questão está trazendo, ela pode dizer o seguinte são princípios expressos na Constituição Federal. Então, você vai ter que ela para o artigo trinta e sete da Constituição, e vê la legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, que são princípios expressos na Constituição Federal. Agora, eu tenho que ler o enunciado e ver se ela sabe o princípio expresso em qual norma, na Constituição e na Lei nove sete oito quatro, que nós estamos vendo agora na lei oito mil e meia, várias outras leis trazem princípios. Então entendo que quando eu falo o princípio expresso, eu estou falando do princípio expresso na norma que nós estamos estudando agora. Neste vídeo, foi Embratel para a muitas questões ou simplesmente cobrar essa relação de princípios. Ela não vai se quer abordar o conteúdo, então é importante tentar memorizar uma estratégia. Levar às vezes esse artigo segundo, para tentar memorizar tudo o que está aqui. Uma outra dica que o pessoal costuma recomendar e a gente trabalha com processos mnemônicos para tentar memorizar um famoso deixando está aqui. O processo é princípios expressos um famoso. E quando a gente trata de processo administrativo é o tal do será fácil. promove o que é isso aqui. Bota lá, vão explicar para mim, professor, vão lá que a gente começa a colocar aqui será fácil para uma ou será segurança jurídica? O que vem a ser a segurança jurídica? Com a aplicação desse princípio no âmbito da administração pública, ele ver a aplicação retroativa de uma nova interpretação da lei. Então, mas o seguinte, você administração pagava determinar direito com o servidor público mensalmente, pagava que ele um benefício ou vantagem foi concedida. Cinco anos após pagar esse direito, muda a interpretação. Olha só, na verdade não deveria ter sido concedido esse direito. Então, por causa disso disso, daquilo que eu quero descer não mudem. A lei não fala de mudança chileno. Para falando, simplesmente mudou se a interpretação sobre aquele tema. Essa mudança de interpretação com base na segurança jurídica é dia seguinte. Aplique essa mudança de interpretação daqui para frente. Essas isso que ocorreu para trás, que já está consolidado, suja, total, baseado na segurança jurídica, vai permanecer. Então, essa mudança de interpretação, salvo, quando houver uma fé, outros assuntos aí que a gente teria relacionados, ela vai se aplicar daqui para frente. Logo, o servidor não vai ser obrigado a devolver tudo o que ele recebeu durante a crise. Em condição, ele recebeu aqui, Lula mudou a interpretação. Ele pára de receber mais, aplica retroativo. Essa é uma das aplicações do princípio da segurança jurídica. Foi para a tela. Além dele, a gente vai ter o princípio da eficiência. Eficiência também consta expressamente na Constituição Federal. Exige uma atuação da administração pública de forma mais célere, mais econômica, mais eficiente, produzindo mais e gastar menos. E por aí vai. E por fim a razoabilidade para a gente fechar essa primeira parte. Então, aqui, para a gente decorar os nossos princípios. Primeiro princípio da razoabilidade, pessoa um princípio, junto com a proporcionalidade, razoabilidade, proporcionalidade. Normalmente, ela trabalha como quase sinônimos que exigem da administração pública. Assim, uma atuação do que a gente chama de homem médio não pode ter exageros. Não pode ao servidor, faltou pela primeira. Chegou a atrasar os cinco minutos. Pela primeira vez em dez anos eu vou aplicar pena de demissão. O senhor está sendo desproporcional? Desarrazoada Essa decisão, então, razoabilidade? Proporcionalidade A gente já vai ver logo na sequência, São princípios, é que balizam aquela decisão discricionária. Apesar de você ter uma margem de liberdade para decidir. Você deve ter aí uma proposta, abordagem entre o que ocorreu, O que você vai aplicar, Então essa ideia da razoabilidade e da proporcionalidade foi para a tela. Além de a gente vai ter aqui os outros princípios, dentro do nosso fácil finalidade. A finalidade de pessoal é um princípio relacionado la com a impessoalidade, que é o que seria o princípio constitucional a finalidade. Disse que o interesse público deve a atividade extrativa, deve ter como fim o interesse público além da finalidade. Vai ter ampla defesa, que a pessoa deve ter o direito a se defender no âmbito dos processos administrativos, quando ele for importado, alguma coisa junto, obviamente, o contraditório, tão contraditório ampla defesa tem aí, fundamento. Logo na Constituição, que exige que as pessoas devem participar, o processo deve se defender e por aí vai o interesse público também muito relacionado a e com a própria finalidade. Toda a atuação administrativa deve ter com o fim o interesse público, o interesse da coletividade, não interesses meramente individuais, facilitar aqui para a gente no interesse público. Além desses, nós vamos ter o princípio da legalidade. A legalidade pessoal é um princípio constitucional também, que exige que a atuação administrativa esteja baseada na lei, e também que qualquer vedação que ao aplicar ao particular, deve ter como fim, deve ter como pressuposto a lei que quer dizer a legalidade. A legalidade é uma exigência da Constituição. Desde a Constituição Federal, a administração pública só pode agir quando houver previsão em lei. E também só vai poder aplicar uma sanção. Aplicar uma restrição ao particular, quando tiver com fundamento a lei, a legislação é que cria essas obrigações. E por aí vai aos particulares, foi para a tela, além dessa, aqui, para fechar o nosso promove. A gente vai ter a proporcionalidade que eu já abordei o conceito ali acima. Além da proporcionalidade, vou ter a moralidade, que exige uma atuação com base em padrões éticos, além da moralidade, a motivação. Os atos administrativos, como regra, devem ser motivados. Quem, então, com isso, a gente fecha? Os nossos princípios expressos será fácil. Coloquei só que veja que o artigo segundo fala, dentre outros. O que pode quando fala de interior. Além desses, existem outros princípios que informa o processo administrativo. Vou trazer então que a gente chama de princípio implícito, porque implícito porque eles, esses princípios decorrem aí da interpretação da Lei nove sete oito quatro, da interpretação da Constituição Federal. Eles surgem com base na jurisprudência sobre os assuntos e também com base do nada doutrinas nossos doutrinadores online dizem carro determinado Principio informa aí o processo administrativo, então estes agora que nós vamos começar a ver são mais importantes sobre o aspecto de conceito, os expressos é mais aquela questão literal, é esse princípio se aplica a expressão expressa e por aí vai. Agora nós vamos entrar naquele que é mais conceitual que a gente tem que entender bem O que quer dizer