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retornando então, com a resposta nós podemos então entender que a alternativa correta é a alternativa que nos aponta que todos esses conceitos são importantes, são conceitos chaves, ou seja, a cultura, a educação formal, a educação não formal e a sociedade são eixos chaves da nossa disciplina para o entendimento de como você, enquanto o futuro pedagogo, e abraçando essas possibilidades, que o curso de Pedagogia atrás hoje poderá trabalhar melhor com os seus alunos. Então veremos agora esses ambientes que são ambientes diversos. Como nós dissemos anteriormente, a educação não formal, ela possibilita que você, futuro educador, saia do espaço escolar que aquele espaço que visivelmente caracteriza atuação do professor sempre está vinculado a uma instituição escolar, você poderá trabalhar em outros espaços que não sejam esses espaços institucionais. Então, trabalhar a questão da educação alta atualmente em um contexto cada vez marcado por esta diversidade cultural espacial, é um desafio para qualquer educador, principalmente para o pedagogo, que trabalhará em várias dimensões. Então a gente traz assim para Moraes o que esse autor diz para nós o Brasil, pelo seu tamanho, pela sua variedade étnica, pelas suas características de história. Geografia tropical é um país de primeiro mundo em termos espirituais, em termos de riquezas culturais e ecos sociais. Educar também é mostrar isso aí devido. Educar é produzir um tipo de um indivíduo universal, mas revestido pela sua cultura nativa. Então, nós não vamos esquecer a nossa cultura, mas nós vamos entender que nós vivemos num país continente, um país que acolhe diferentes culturas e ele vive intensamente diante dessa diversidade. Então, para este autor, educar não é só alfabetizar. É ajudar a desabrochar as potencialidades individuais, as quais só podem ser cultivadas entre o indivíduo adotado de uma atenção a outros indivíduos de seu meio, todos inseridos numa cultura, na sua história, no seu meio. Então, a gente não pode esquecer desta interação dessa relação de troca educar e criar um terreno fértil para elaboração harmoniosa e culturalmente contextualizada do indivíduo e não apenas fazer com que ele se encaixa em um padrão. Então nós vamos dar voz, nós vamos respeitar a diversidade. Nós vamos respeitar a cultura. Nós vamos respeitar a origem para aqui eu possa constituir um sujeito pensante, um sujeito que seja capaz de transformar um sujeito capaz de agir e não alguém que se subordina, que fica em uma postura submissa alguém que venha com um papel para a sociedade passivo e não ativo. E aqui a gente inicia para uma primeira modalidade que nós iremos apresentar, que é a pedagogia hospitalar. Então o título da SES laide a qualidade de vida. Versos, pedagogia hospitalar estão qualidade de vida que o sentido desta qualidade de vida não é dizer. Um bom padrão de vida não significa riqueza. Isso significa, sim, experiências bem vividas, situações de vida, satisfatórias, valores de vida, onde a pessoa sinta se feliz. Então, qualidade de vida é um assunto muito discutido atualmente pela sociedade, afinal, todas as pessoas querem viver mais e viver melhor. A busca pelo equilíbrio entre a saúde física e a saúde mental em harmonia é o desejo de todos. Então não importa a que classe social pertence. E aí a gente apresenta para você a pedagogia hospitalar onde se insere. Você, enquanto o futuro professor contribuir dentro dos hospitais para uma melhor qualidade de vida de uma criança e de um jovem, Então veremos como isso pode acontecer. Ela tem então, por objetivo, essa pedagogia hospitalar conscientizar, discutir, ampliar ideias dos profissionais da educação, quanto a melhorar a qualidade de vida das pessoas que estão doentes Antes, tendo um cuidado, um olhar especial, individualizado para aquela pessoa que está temporariamente. Passando um período no hospital, então no Brasil, a legislação reconheceu isso num documento que a gente chama Estatuto da Criança e do Adolescente hospitalizado. Mas, na verdade é a resolução quarenta e um, que diz que a criança e o jovem tem o direito de desfrutar, de alguma forma de recreação, programas para a saúde, quando ele estiver hospitalizado. Então, ele vai ter condições de acompanhar aquele currículo escolar. Quando ele está hospitalizado em dois mil e dois, o Ministério da Educação, também através da Secretaria de Educação Especial, elabora um documento reforçando a indicação da revolução da da desculpa, indicando a a orientação da resolução e orientando como é que, como pode acontecer essas classes hospitalares, garantindo, então o acesso à educação básica. O desenvolvimento dessa modalidade de ensino exige um profissional que seja, qual é o perfil desse profissional. Será que é o mesmo professor que trabalha na escola, Ele pode transitar para a pedagogia hospitalar. Ele precisa ter assim um perfil diferenciado, fazer uma opção por essa modalidade. Mas precisa ser alguém flexível, alguém que seja dedicado e atencioso ao jovem e, especialmente, tem, assim uma postura bastante firme com relação a estar no hospital, acompanhando uma criança que passa um momento frágil, o jovem que passa um momento frágil, um bom, uma boa sugestão para você entender um pouco mais Isso. É assistir esse filme que eu acho que é um filme bastante divulgado, pede. Então, vamos saber mais sobre a pedagogia hospitalar como tudo começou, né? Então, tudo começou a primeira classe hospitalar, ela começa aqui com uma brinquedoteca, a gente tenha que essa imagem do Hospital do Câncer, O prego objetivo primeiro então da classe hospitalar, é fazer um acompanhamento pedagógico para essas crianças que estão com dificuldades graves, dificuldades de saúde física e mental que estão impedidos temporariamente de frequentar. O ensino regular não é uma uma educação especial, então ela é uma questão temporária E ela muitas vezes, esse temporário tem um período longo especialmente para as crianças, que são acometidas por um câncer ou por uma aids. A pedagogia hospitalar começou em Paris, em trinta e cinco com podem receber. Com a explosão da Segunda Guerra Mundial, cresceu o número de crianças, principalmente crianças, mutiladas ou acometidas por várias doenças que foram impedidas de ir para a escola e o fato de elas ficarem no hospital. Surge, então, a pedagogia hospitalar ou a classe hospitalar. Aqui no Brasil, a coisa demora um pouco mais. No início do Brasil colonial, as crianças eram tratadas com ervas, conchas com tratamentos alternativos. Só então, a partir da época, Vargas, que nós começamos a pensar então, um seguro social e profissionais para essa área. A Santa Casa de Misericórdia, em São Paulo, em mil e novecentos, foi a primeira no atendimento hospitalar, destinando se ao atendimento de pessoas com deficiência física. Depois, os primeiros relatórios que nós temos de classe hospitalar da TAM trinta e um mil novecentos e trinta e um. Mas só em noventa e sete é que nós temos então, a implantação de classes hospitalares nos modelos que nós propomos hoje. Então, as classes hospitalares com mais tempo de atuação, elas foram criadas lá no Rio de Janeiro, de cinquenta a cinquenta e três, onde existe ainda a classe hospitalar do Hospital Municipal. Jesus é um hospital público municipal. Nós temos o amparo da Constituição Federal de oitenta e oito no seu artigo duzentos e catorze, dizendo que as ações do poder público devem conduzir a universalização do atendimento escolar. Isso também é reafirmado na Pmdb-, que assegura que o Poder Público vai criar alternativas diferentes de ensino para organizar e garantir diferentes formas para garantir o processo de aprendizagem. Vocês vejam que há uma hierarquia das leis e essas leis vão se reafirmando na definição da necessidade de garantir formas diferentes de aprendizagem, que é onde se insere a pedagogia hospitalar. Aqui nós temos uma tabela que nos mostra a evolução das classes hospitalares até noventa e sete vocês percebam quanto mínimo e pequeno o crescimento dessa modalidade em dois mil e um o Ministério da Saúde Preocupado com esses valores humanísticos presentes na