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Alfabetização e a psicogênese da língua esvideo play button

Transcrição


uma dia Alex está no segundo ano Doroty apoia alfabetização dele porque é uma professora construtivista Como é que eu vou enviou fazer aqui? E eu, que só a escola em que Alex estuda faz parte da rede estadual de ensino de São Paulo. Aqui Como na maioria das escolas do Estado, o programa Ler e Escrever é a base da alfabetização. É a proposta do construtivismo ler e escrever. Utiliza como fundamentação teórica psicogênica da língua escrita de Emília Ferreiro e Ana, que você já conhece do programa da pesquisa, a política pública de educação da disciplina, a metodologia da pesquisa. Acompanhamos as aulas da professora durante nos dias quatro e dezoito de abril e cinco de maio. O objetivo era ver a alfabetização baseada na psicogênica. Você sabe que música é essa? Alex gruli. Parabéns. Quatro. Onde Talma, Então, você tem que terminar e ou agora seja. E agora Eu quero que vocês a minha palavra e cota, recebi uma comédia essa mulher. Na primeira aula, a professora trabalhou a leitura. Conversas infantis que as crianças já conheciam, de brincadeiras do dia a dia, vive. Na sequência, as crianças usaram letras móveis para escrever o verso Corre cotia Nessa proposta, a utilização de materiais concretos como as letras móveis serve para dar mobilidade. A escrita da criança que está em construção aqui tá pó na. Só que e para ficar por não falta uma companhia. Que merda? Será que vai ficar bom? Esse a segunda aula começou com a leitura de uma cantiga de roda. Ela está agora! Depois da leitura em grupo, Alex fez uma leitura individual. Como é que é isso? Uma são, como é quando a loja, no terceiro dia, a professora exercitou a leitura das crianças a partir de uma lista com nomes de animais, Nossa, seu conselho, diretor! Tudo eu acho você, então leia primeira aqui com com que isso cobra versos infantis. Cantigas de roda e listas de palavras são fundamentais na alfabetização construtivista, porque estão presentes na vida das crianças e fazem sentido para elas. Outra possibilidade é usar o nome dos alunos para apoiar a leitura e a escrita. Foi o que vimos no segundo ano desta outra escola estadual, na classe da professora Marisa, onde ela estuda dois, houve sozinho. Então, os nomes das crianças estão na rotina da sala de aula e podem ser usados como um aliado no processo de alfabetização. São nomes diferentes, com letras variadas que auxiliam as crianças a entrarem no processo de leitura e escrita. Nego Dezinho, nome da sala online para psicogênica durante a alfabetização das crianças, queriam hipóteses de como se escrevem as palavras. Estas hipóteses são substituídas à medida que elas ampliam o conhecimento que tem sobre as letras e as sílabas. Para saber em qual hipótese a criança está e acompanhar a evolução da escrita, a professora realiza sondagens com as mesmas palavras. Ao longo do ano, a professora vai fazer de uma lista de nomes de animais. Então você vai escrever aqui do jeito que você só do jeito que você acha que é psicóloga, Denise classificou as hipóteses em três níveis pré silábico, silábico e alfabético. Quem vai nos ajudar a entender melhor os níveis de hipóteses é paulista. Ela ela é mestre em metodologia do ensino Educação comparada pela USP e especialista no construtivismo. A primeira delas é a chamada hipótese parece lá Mika e designa um período em que as crianças não conseguem ainda saber qual é a natureza do sistema de representação escrita. Então elas pensam que o que se representa é a forma do objeto, por exemplo, suas características físicas, ou então ela sabem que para se inscrever se usam alguns signos meio misteriosos. Elas reproduzem coisas parecidas que são chamadas especial do letras. Esta hipótese é mais comum em crianças pequenas que ainda estão na educação infantil ou que acabaram de entrar no ensino fundamental. O segundo nível é o silábico, a primeira tentativa que se faz a partir daí a representar segmentos que são a fila, mas duram por letras uma sílaba para cada letra e o resultado disso é sempre uma quantidade menor de letras do que seria de se esperar convencionalmente na palavra escrita. Veja como Alex escreveu Dinossauro na primeira sondagem que acompanhamos neste momento ele está silábico, não sabe faltando não, não falta a sua falta, então veja que era de nove de sao tudo aqui. Ele usou uma letra para cada sílaba e o som. Só que ele introduziu uma consulta, a gente está vendo o terceiro nível é o alfabético quando a criança passa a escrever de maneira convencional. Claro que nesse momento ainda existem muitos erros de ortografia e que algumas letras não são colocadas na palavra, como por exemplo nessa sílabas que são diferentes do que ela esperaria. Esperaria quase sempre uma sílaba bem comportada entre aspas, uma sílaba que tem uma constante, uma vogal, mas muitas palavras têm sílabas diferente desse formato e por isso, muitas vezes faltam letras nas palavras que elas produtos Olhe como Alex avançou na escrita e passou do nível silábico para o alfabético no período de um mês. Então agora leia devagar por ele, deve se fazer a leitura sal e na terceira aqui nossa completamente alphabet de no sal. Só o que ele engoliu aqui, porque na fala na fala Serra Dinossauro rapidamente, mas ele usou corretamente paulista. Ela assistiu a duas cenas que gravamos nas classes das professoras Marisa e Doroty e apontou aspectos da psicogênica se colocados em prática no próximo programa, que tratará da alfabetização. Na perspectiva histórico cultural fundamentada no pensamento de Vygotsky especialista, fazer esta análise será a pesquisadora da Unicamp, Ana Luiza. Pouca esse esforço que a criança faz nesta aula da professora Marisa. As alunas Hellen Jamile escreveram juntas o nome da brincadeira. O Jogo das Cinco Marias acaba quando ela está atuando de perto com uma outra criança com uma outra pessoa, Esse outro está exercendo, por exemplo, o papel do leitor daquilo que está sendo produzido já está apontando problemas e já está fazendo suas críticas. Está dando seus pareceres. Vamos dizer assim sobre o resultado que está se criando uma situação em que as crianças estão escrevendo um texto que foi trabalhado. Uma das crianças pode ter encarregada de editar o texto para o colega, o outro pode ter carregado de atuar como escriba, registrando o que é que ele está ditando e um terceiro está revisando o que está sendo produzido e já apontando os problemas que têm a ver, por exemplo, com a grafia das palavras que estão resultando da centenas, coloca aqui para ficar, qual delas qual delas? Nesta aula da professora durou? Alex formou uma palavra com letras móveis e depois escreveu no papel teria? Coloca aqui para ficar qualquer qual delas? Quando essas aqui a que eu tenho com ele? O plano esta, Aliás, está faltando uma letrinha com ele, vai aonde para ficar. Enfim, a professora mostra que ela está acompanhando muito de perto o processo de alfabetização das crianças, que sabe do que eles são capazes e conhece bem a importância de fazer perguntas e de colocar problemas para que eles pensem e possam avançar. Ela não está esperando que eles produzam. Só que eles podem a cada momento e se satisfazendo com isso, está provocando avanços. Ela está provocando mais pensamentos, ela está criando problemas cognitivos para eles resolverem. As crianças dão mostras de que são capazes de resolver. Então o desafio que fica para as crianças é saber como organizar essas letras para formar palavras de forma que o resultado corresponda o que é esperado. E qual é o papel do professor no construtivismo Ele não é um observador passivo do que está acontecendo. Não basta, por exemplo, fazer uma sondagem para saber como as crianças estão e depois permanecer de braços cruzados ao longo do tempo ou propondo situações que ele acha que as crianças vão poder fazer pensar sobre a escrita, mas sem intervir, sem participar, sem observar como as coisas estão se desenvolvendo e como o progresso de cada aluno está acontecendo, deixando de acontecer esta estar. Não floresta, tem floresce. Está bom assim, professor da contente que você está daqui para frente, nós vamos mandar