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1 - CONCEITO GERALvideo play button

Transcrição


Olá, estamos começando hoje um novo grande tema. Hoje nós começamos a regência nominal. Já temos um certo conceito a respeito da regência, porque já estudamos aí período simples. Já estudamos aí os termos da oração e por isso, já sabemos o que é a regência. Massa. Precisamos trabalhar com em fazer a regência nominal. Ela sempre aparece aí em muitas questões de vestibular, áreas de concursos, provas do Enem e é muito importante para que nós escrevemos um bom texto e para que nós interpretamos bem as frases da língua portuguesa, os textos da língua portuguesa. Então, vamos lá. Vamos recapitular o conceito para aqueles que nunca estudaram a sétima série para aqueles que nunca estudaram a oitava série, para aqueles que estão começando a estudar a língua portuguesa hoje, qual é o conceito de regência? Ora, se a gente pensar na gramática, a regência nada mais é do que a relação de dependência entre as palavras, relação de dependência entre as palavras. Isso mesmo, vamos pensar em regência para a vida e não para a gramática, para a vida. O que a regência, o rei rege, os seus súditos? O Real regente, ele manda e substituição dos regidos obedecem um maestro manda os músicos obedecem o maestro rege a orquestra, então a regência é isso é a relação de mando e obediência sempre que alguém mandando e outro obedecendo, nós temos regência para gramática é a mesma coisa. A regência vai tratar então das relações entre as palavras qual palavra exige complemento? Qual palavra completa ao sentido do outro? Vamos ler, então a nossa definição, veja aí Regência trata das relações de dependência que as palavras mantêm entre si. É o modo pelo qual um termo rege outro que ele completa o sentido. Um termo rege outro nessa relação de dependência. Então há sempre alguém mandando alguém obedecendo, Aí nós temos o que vamos chamar de termo regente e temos o que vamos chamar de termo regido. Os nomes são auto explicativos. Regente é aquele que manda, ele pede um complemento regido, o que obedece, o que completa o sentido do outro? Veja aí homem está apto para o trabalho. Imaginemos a seguinte situação Eu não coloquei esta frase inteira eu parei esta frase aqui olha um homem está apto. Ponto final Aí você vai dizer mais ele está apto apto para que apto aqui. Note que o termo apto o nome apto, ele não tem sentido completo. Eu digo só ele está apto Você perguntar pela para casar para passar no concurso para voar o nome apto, então não possuem sentido. E aí eu completo o sentido com para o trabalho. Hora então apto é o nosso termo regente e para o trabalho é o nosso termo regido, por que completa o sentido de apito. E aí vou temos as definições. O termo regente exige complemento, o termo regido completa o sentido do outro. Nunca esqueça isso. Esse nome regente e regido estará em toda a prova de vocês. Guarde isso na memória. Por que? Porque será importante? Agora vamos lá. Nós sabemos que a língua portuguesa divide todas as suas palavras em dois grandes grupos, o grupo dos nomes e o grupo dos verbos. Então nós temos a regência nominal e nós temos a regência verbal. De que maneira. Já vimos isso em outros grandes temas, mas façamos de conta que você não viu os outros grandes temas. A regência nominal é aquela em que o termo regente é o nome, e a regência verbal é aquela que o termo regente é um verbo. Então, como é que a gente pode definir a regência nominal. Vejamos a regência nominal é o fato, então de um nome não ter o sentido completo e exigir outro que ele complete o sentido no um nome não ter acendido completo. Então o que vai distinguir a regência nominal de outra regência é o termo regem ter se o termo regem ter foram nome. O que é que acontece? Nós temos a regência nominal. O termo regente então é um nome está certo. Vejam só quais são os nomes da língua portuguesa que podem se tornar termos regentes, os substantivos, os adjetivos e os advérbios. O substantivo pode exigir um complemento pode o adjetivo pode exigir um complemento pode o advérbio pode exigir um complemento. Pode ver Jay, o exemplo que nós temos Sempre se deve ter amor à pátria. Um homem está apto para o trabalho. A testemunha falou favoravelmente ao réu. Note você o seguinte Quando eu digo a pátria, ele está completando o sentido de amor para o trabalho está completando o sentido de apto ao réu. Está completando o sentido de favoravelmente. Eu poderia até ter campear estes complementos. Eu poderia sempre se deve ter amor ao réu, o homem está apto à pátria para sua pátria, então esse intercâmbio não muda em nada a nossa estrutura. Porque porque a nossa estrutura disse que o termo regente é um substantivo, um objetivo ou advérbio agora, outra coisa muito importante para a regência nominal, que é muito importante. Na regência nominal, sempre haverá um termo regido iniciado por preposição sempre, sempre sempre sempre. E quando eu digo sempre que eu quero dizer sempre não existe complemento para o nome que não seja de outra maneira. Ora, se ele está completando o sentido de um nome que nome ele recebe, vamos lá. Ele completa o sentido de um nome. Ele é o que é um complemento nominal a esta definição, o termo regido dentro da regência nominal dentro da regência nominal, o termo regido é sempre um complemento nominal dentro da regência nominal, então nós temos um complemento nominal e o complemento nominal vem sempre sempre sempre sempre sempre sempre introduzido por proposição sempre e sempre quer dizer sempre vejam lá, sempre se deve ter amor à pátria, ele está apto para o trabalho, falou favoravelmente ao réu. Ora, ora, ora amor à pátria que está a preposição para o trabalho aqui está a preposição ao réu. Aqui está a preposição, então todo o termo. Todo o termo regido dentro da regência nominal se chama complemento nominal e todo o complemento nominal é sempre introduzido por preposição. Não esqueça isso. Se não houver preposição, não é complemento nominal ou a frase está errada. Tudo bem, aí você vai dizer tudo Aguinaldo, todo, veja aí uma frase que você vai completar o tenho ódio complete para mim. Eu sei que não é bom ter ódio no coração, mas faz de conta que meu nome, meu nome, alguém bem famoso que tem muito ódio no coração. Isso foi meu nome. É Carminha. Alguém já viu uma novela em que havia um personagem chamado Carminha? Sim, uma garota linda! Não vamos falar de novela, Isso é coisa do passado. E eu nem gosto de novela. Novela é coisa de gente, sem cultura, mas assista todas para ver como elas terminam. Vamos lá, eu tenho ódio de fio. Carminha Vamos lá. Você vai perguntar alguma coisa, não vai vai a próxima pergunta, Então é ontem mais ódio que então? Eu preciso completar? Não preciso, preciso. Se eu dissesse eu tenho ódio a você o que você diria esse estranho? Agnaldo tá bom, se eu disser eu tenho ódio contra você Mais estranho ainda Aguinaldo, Eu tenho ódio de você de Aguinaldo disseram ainda eu tenho ódio por você você já está dizendo a área Aguinaldo é óbvio demais nesse coração de fera ainda eu tenho ódio para com você você vai dizer nossa Aguinaldo, qual delas é a correta? Eu tenho ódio a você eu tenho ódio contra você, Eu tenho ódio de você ou eu tenho ódio por você, tem ódio para você E aí eu direito todas são corretas. O nome ódio exige um complemento. O complemento nominal vem sempre introduzido por preposição e para o nome ódio eu posso usar todas essas proposições? Eu posso usar a preposição a preposição contra a preposição de a preposição para rai para com a preposição, por isso e aí eu vou construir todas estas frases eu tenho ódio a você eu tenho ódio contra você, etc. Todos são complementos nominais, todos todos todos todos todos todos todos. A gente já sabe que o complemento nominal é sempre introduzido por preposição. Aí você vai dizer Aguinaldo e como eu vou saber qual preposição utilizar eu não sabia que o ódio pedia a preposição pode o a você por meu ouvido. Não sei se ficou legal, não. Eu diria do ódio de você. Existem algumas proposições que a gente usa com mais frequência e outras que a gente usa com menos frequência. Isso não quer dizer que elas estejam erradas. Quero dizer que